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24 de junho de 2011

Ataque hacker ao IBGE.

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Hoje, 24 de junho de 2011 o sítio do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) ficou fora do ar devido ao ataque hacker feito pelo Fail Shell, onde afirma que "Este mês, o governo vivenciará o maior número de ataques de natureza virtual na sua história feito pelo Fail Shell.
Entendam tais ataques como forma de protesto de um grupo nacionalista que deseja fazer do Brasil um país melhor. Tenha orgulho de ser brasileiro, ame o seu país, só assim poderemos crescer e evoluir!"

O sítio do IBGE pode ser visualizado como ficou depois do ataque pelo cache do Google, clicando aqui.
E ainda no mesmo dia, os sítios do Ministério do Esporte e da Petrobrás também ficaram fora do ar, mas não confirmado nenhum ataque hacker e ainda o Ministério da Cultura sofreu com possível ataque ao seu servidor. E também o perfil do presidente da câmara Marcos Maia no Twitter foi alvo de hackers, onde havia um link que levava a foto de uma garota.
A PF investiga o ocorrido.


Uma coisa estranha, foi que não encontrei nada sobre ataques do Fail Shell no Zone-H.

17 de março de 2011

Debate: a pirataria pode ser justificada?

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Esta é uma questão particularmente espinhosa, e para suscitar debate entre nossos leitores é interessante ser abordada. A pirataria é vista como um flagelo do mundo do entretenimento, dizem que é como um assassinato serial de direitos de autorai, outros que é a graça salvadora da indústria, abrindo portas fora de modelos tradicionais de distribuição, tornando os conteúdos mais acessíveis a todos e fazendo os maiores repensar a sua distribuição e preços.

Então, se faz a pergunta: é justificável? Vejamos alguns argumentos, pois existe diferença entre músicas, jogos, filmes e programas de TV, cada um acessíveis de maneiras diferentes, legal e ilegalmente.

1. O jogo é o mais simples. A pirataria de jogos para PC ou consoles de video-game é geralmente fraca. Pois os jogos são muito fáceis de conseguir agora através de portais como o Steam ou Gamestop. Os Consoles se esforçam para que você "rode" ilegalmente seus sistemas, e o risco de jogar além do Xbox Live ou PSN é enorme. Alguns se manifestação contra as políticas restritivas como uma forma de combater a pirataria, mas as empresas têm o direito de tentar proteger os seus produtos, mesmo se eles falham miseravelmente e muitas vezes afastam seus clientes pagantes. Eles, na verdade, precisam mudar suas táticas, mas não se pode concordar que a pirataria aqui é justificada.

2. A música é a indústria onde tudo começou, e toda a indústria mudou por causa da revolução do Napster. O fechamento de Limewire tem sido um sucesso contra os piratas, mas há muitas, muitas outras formas de encontrar música online livre. Um deles é dos mais confiáveis, qual? O YouTube. Quase todas as músicas que se deseja ouvir está disponível no site, nele, não se pode baixar a música, em vez disso, apenas reproduzi-las através do YouTube, será? Ambos os métodos são livres, ambos têm que ouvir a mesma música, você só acessa um pouco diferente. Acredita-se que você deva comprar discos de bandas que gosta em lugares como o iTunes, pelo menos, apoiá-los para fazer mais músicas, mas naquele momento, a música torna-se mais de uma instituição de caridade que um negócio. Veremos apenas uma mudança de rótulos, muitas bandas cada vez mais oferecem sua música de graça ou mais barata, é um sistema de rótulo inteiramente.

3. A pirataria de filmes não pode se justificar nos dias de hoje. É simplesmente muito fácil de encontrar filmes em tantos sites na Internet, e nunca mais que alguns reais. Sim, é fácil encontrar qualquer filme que você queira online e transferi-lo e ver através de seu Xbox por exemplo, talvez não seja moralmente correto neste caso. No entanto, os filmes que você já possui, se você deseja criar uma cópia digital, tudo bem, se você já pagou uma vez não está roubando outra cópia, basta duplicar o que você comprou para uso pessoal.

4. A televisão é um pouco mais complicada. Embora provavelmente não é direito baixar 10 temporadas de Smallville, que normalmente custam entre R$ 40,00 a R$ 60,00 a temporada. Mas pode não ser errado fazer o download do último episódio de Lost que você perdeu, porque você se esqueceu ou não pode ver. Na verdade, qualquer programa da TV por assinatura. Baixar esses programas é o mesmo que revê-los depois por estar impedido de vê-los no momento que passou. Em ambos os casos, pode ser justificável para baixar a última temporada inteira de 24 Horas, porque teoricamente você poderia ter visto ela na sua TV paga e até mesmo aberta.

É como um debate se é ou não direito de matar alguém na guerra ou auto-defesa, mas essa é a ideia. O mundo do entretenimento está mudando, e a linha entre o legal e o ilegal são, por vezes bastante borrada, pelo menos do ponto de vista moral. Vamos deixar com vocês para dissecar o que foi apresentado aqui.

Baseado no texto de Paul Tassi

10 de fevereiro de 2011

Que tal controlar as despesas pessoais?!

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Nas andanças pela Internet, para ser mais preciso no Twitter, através do @rogwa, tive acesso ao até então desconhecido MoneyLog (Aurélio Marinho Jargas) ou myMoneyLog (Ricardo Nishimura), que em suma são a mesma coisa. Um programa Open Source para controle de finanças pessoais. Todo feito em Html e Javascript e dependendo do browser que você utilizar será necessário a ajuda de um applet em java necessário para salvar o arquivo de dados nos navegadores Safari e Chrome, pois neles não há opção para salvar arquivos de uma forma “nativa”.
Para os interessados não faltam sabores, procurando pela Internet dá para encontrar aquele que lhe agradar, eu gostei muito desse desenvolvido pelo Ricardo Nishimura. E ainda é possível encontrar ferramentas que convertem extratos bancários (arquivos txt) para o formato MoneyLog.
Vale a pena conferir também o MoneyLog Experience, com um Faq que vem a ser de grande utilidade e ainda serve de incentivo ou como hobby aos entusiastas do Javascript.

Aqui você confere uma demonstração online por Nishimura: myMoneyLog



"Sua origem veio através do brilhante Aurélio Marinho Jargas que criou a pequena gema chamado MoneyLog Experience, achei a idéia excelente e seus conceitos deram o pontapé inicial para criar uma versão que fosse totalmente funcional através do navegador (a versão original apenas permite a visualização dos dados e a edição deve ser realizada por um editor de texto)." Ricardo Nishimura

Uso

 

Descompacte o arquivo em um diretório e abra o arquivo “mymoneylog.html” pelo seu navegador.
Para atualizar uma versão, apenas descompacte sobre a versão anterior, como não existe o arquivo de dados “data.html” na instalação, não há perigo de sobrescrever seus dados. Mas lembre-se sempre de realizar um backup.
Se não houver um arquivo anterior de “data.html” no diretório do myMoneyLog, os dados de contas e categorias serão inicializados com valores padrões.
Novas categorias e contas serão adicionadas a partir de um lançamento inserido. Assim como para removê-los, basta remover o(s) lançamento(s) associado(s) a ele(s).
Você também pode inserir múltiplas categorias (tags) em um único lançamento, basta separá-los com “; ” (ponto e vírgula + espaço). Exemplo: “mercado; moradia”.

 

Habilitar suporte à escrita pelo javascript

 

Para salvar seus lançamentos no arquivo “data.html” será necessário habilitar o suporte à escrita de arquivo pelo javascript.
No Internet Explorer é necessário habilitar o acesso pelo ActiveX
No Firefox pela caixa de diálogo “Segurança na internet”.
No Opera e Safari será necessário possuir o Java runtime instalado e liberar permissão para o applet “DataWriter”.

 

Dúvidas

 

Internet Explorer 7 mostra um aviso de erro ao abrir a página do myMoneyLog.
Causa: você pode estar utilizando um idioma não suportada pelo myMoneyLog (arquivo de tradução não encontrado).
Solução
: desabilite as mensagens de erros desmarcando a opção “Sempre exibir esta mensagem quando uma página contiver erros.”
Consulte também a ajuda do myMoneyLog sobre sua utilização.

Informações adicionais

 

Este projeto é Open Source e utiliza várias bibliotecas e arquivos disponíveis gratuitamente via internet, se necessitar usá-las, apenas siga suas respectivas licenças.
A licença adotada para os códigos específicos do myMoneyLog é a mesma do MoneyLog original, BSD License.
Você também pode acompanhar a evolução do projeto através do Google Code, onde está hospedado, e obter o código mais recente pelo repositório do subversion:


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