28 de dezembro de 2015

20 tradições românticas de Natal e Ano Novo por todo o mundo

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Feliz Natal! Para comemorar essa data, confira abaixo 20 ilustrações de tradições natalinas incomuns ou românticas que ocorrem por todo o mundo.

Os desenhos foram feitos pelo pessoal do site Bored Panda em colaboração com a artista Marie Muravski.

Áustria

tradicoes romanticas natal 1
No dia 4 de dezembro, Dia de Santa Bárbara, um único galho de cerejeira é colocado em um copo com água. Se uma flor brotar antes da noite de Natal, significa boa sorte e um casamento próximo.

Portugal

2
Durante a refeição na manhã de Natal, lugares vazios são colocados à mesa para que os espíritos dos falecidos possam participar das comemorações.

Bielorrússia

3
Pilhas de milho são colocadas em frente a mulheres solteiras, e em seguida um galo é solto. A pilha que o galo escolher será da próxima mulher a se casar.

Reino Unido

4
Debaixo de um visco, as pessoas se beijam. Símbolo druida de fertilidade, o beijo embaixo do visco ficou popular na Inglaterra no século 18.

Ucrânia

5
Reza a lenda que, ao ouvir os lamentos de uma viúva que não tinha dinheiro para decorar sua árvore de Natal, uma aranha teceu suas teias em volta dela. Hoje em dia, as pessoas escondem uma aranha dentro da árvore para boa sorte.

Suécia

6
Quem encontrar a amêndoa em uma sobremesa típica (pudim de arroz), será o próximo a casar.

Finlândia

7
No primeiro dia do ano, latas de metal são derretidas e colocadas em baldes de água gelada. As formas resultantes são usadas para prever o futuro. Os solteiros ficam na esperança de encontrar formatos de anéis e corações.

Itália

8
Na noite de Réveillon, homens e mulheres usam roupas íntimas coloridas para trazer boa sorte. É melhor caprichar se quiser ter sorte na noite em ocasião.

Venezuela

9
As famílias passam suas manhãs na semana anterior ao Natal indo à missa de patins. As estradas são fechadas para garantir a segurança das pessoas.

República Tcheca

10
Nessa época do ano, as solteiras testam suas chances de casamento jogando um único sapato para trás, por cima do ombro. Se a ponta acabar apontando para a porta, as chances são boas.

Haiti

11
Crianças deixam sapatos cheios de palha debaixo da árvore de Natal, na esperança de que o Papai Noel leve os sapatos e deixe presentes em seu lugar.

Japão

12
Os japoneses tratam o Natal como o Dia dos Namorados. O jeito mais popular para os casais comemorarem é indo à rede de fast food KFC. Isso é tão popular que reservas são obrigatórias.

Groenlândia

13
Tradicionalmente, a noite de Natal é o único dia do ano no qual os homens Inuit servem suas mulheres, fazendo tudo o que elas pedem. Chega a manhã do dia de Natal, e a mordomia acaba. As mulheres têm que esperar mais um ano antes de receber uma xícara de chá na cama novamente.

México

14
Na cidade de Oaxaca, no dia 23 de dezembro, as famílias se reúnem para esculpir figuras de natividade a partir de rabanetes. As melhores são exibidas durante as festas na praça principal.

Filipinas

15
Depois da meia-noite, as pessoas se reúnem para banquetear. Isso é conhecido como “Noche Buena”. A comida mais visada é o “kesi de bola”, uma bola de queijo.

Polônia

16
Durante a ceia de Natal, palha é colocada debaixo da toalha da mesa, para simbolizar o nascimento de Jesus na manjedoura. Os convidados, um a um, removem as palhas para descobrir seu futuro: verde simboliza sorte ou casamento, enquanto amarelo simboliza mais um ano de solteirice.

Espanha

17
Na Catalunha, um tronco é “alimentado” com doces durante a quinzena antes do Natal. Na noite da ceia natalina, os convidados “batem” no tronco para poderem colher as delícias. A brincadeira é conhecida como “Caga Tio”.

Grécia

18
Em Thessaly, homens colocam um pedaço de cedro, e mulheres um pedaço de cerejeira branca, em uma fogueira. Os galhos que queimarem mais rápido simbolizam boa sorte e casamento próximo.

EUA

19
Em muitos estados americanos, as árvores de Natal são decoradas, estranhamente, com picles. A ideia parece vir da Guerra Civil, quando o soldado John C. Lower, com medo de morrer de fome, implorou a seu captor por um pepino em conserva. Ele se convenceu de que esse ato de misericórdia salvou sua vida, e daí nasceu a tradição.

Por todo o mundo

20
Em muitos lugares do globo, existe uma tradição de beijar à meia-noite do Ano Novo. De onde ela vem, é um mistério. Algumas fontes dizem que pode ter se originado no festival romano Saturnália, em honra ao deus Saturno, que era celebrado em dezembro, no solstício de inverno.
 
Você encontra este post em Hypescience.com e Boredpanda.com

5 de junho de 2015

O pingo no "i"

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Antigamente conhecia-se apenas o grau, assim um grau equivaleria ao número 1 ou a letra A, dois graus o número 2, letra B e assim em diante. Se fizer os números e as letras em graus, visualiza-se perfeitamente. Porém ao chegar no I e no J, faltará um grau, assim colocou-se um grau em cima da letra.

Não existe nada que determine que o "i" tem ponto, e não "bolinha". Trata-se apenas de uma convenção milenar, que resultou no design da letra. Vais ter de convencer os jovens, mostrando-lhes que a tradição preferiu esta forma porque ela evita confusão entre estas duas letras e as demais; no entanto, desiste de encontrar aquele "documento específico", porque não existe legislação sobre a forma das letras. Cada um pode traçá-las como quiser, desde que sejam reconhecidas pelos leitores.

Para se diferenciar do "u". Segundo Duarte (2003, pág. 49), o pingo no "i" foi instituído para diferenciar a sequência de dois "i" (o "ii", muito frequente em latim) do "u" minúsculo, com o qual ela se confundia muito no alfabeto gótico adaptado muito em voga no final da Idade Média. Na verdade, o til, o apóstrofo e vários outros sinais foram propostos para evitar a confusão entre "ii" e "u" até que se definisse, no século XVI, pelo acréscimo de um ponto à vogal "i". A partir de então, passamos a pôr os pingos nos "i" e a colaborar para o sucesso da Grafologia, uma técnica de reputação muito controvertida que parte do pressuposto de que há uma relação direta entre grafia e personalidade.

A ausência do pingo sobre o "i", por exemplo, é interpretada como sinal de "distração" ou de "mente ausente" nos exames grafológicos tradicionais. Por outro lado, os que colocamos o pingo muito acima do "i" - sim, faço parte desta confraria - somos considerados "imaginativos". E se você é daqueles que fazem o pingo como um círculo, de duas uma: ou você tem uma "personalidade artística" (seja lá o que isso signifique...), ou é muito afetado e pretensioso. Será?

Para saber mais:

DUARTE, M. O guia dos curiosos: língua portuguesa. São Paulo: Editora Panda, 2003

A história do pingo do j é bem interessante. Ocorre que a consoante j e a vogal i têm a mesma origem no latim (assim como u e v, que vemos em FORVM). Prova disso é, por exemplo, a inscrição INRI da cruz de Cristo, que significa "J"esus de Nazaré Rei dos "J"udeus. Podemos notar também que algumas palavras revelam na sua etimologia esse parentesco, como major/maior, pejorativo/pior (pejor>peior>pior). Ocorre que nos casos em que o som vocálico em i começava a ser pronunciado como som consonantal (mais ou menos como o y em espanhol) ganhou nova grafia: j, mantendo-se o "pinguinho" para lembrar a origem.

Na língua turca, existe i com pingo e i sem pingo, que são letras absolutamente diferentes.
Claro, olhei e vi que é possível usar algo que se parece com essa letra em transcrições fonéticas.
Mas se alguém vier dizer que não se usa mais pingo no j, não seria uma invenção contrária à nossa realidade moderna? Se vamos voltar ao passado, que tal usarmos a maneira dos latinos? Escrevendo só com maiúsculas (que não têm pontos no i e no j), separando as palavras com ponto intermédio...e claro j e u não existiam para eles: i e v eram ao mesmo tempo duas letras: uma vogal e uma consoante. Não precisaríamos mais de pontos sobre letra alguma. Nem de acentos, já que acentos não eram usados no latim clássico, só no latim cultural pós-Império Romano.

Portanto, é necessário usar a abordagem certa. "Não existe mais" é frase muito peremptória para se usar em algo que consiste numa tradição linguística de uso corrente. Posso ter me exaltado muito, mas a ideia para mim não faz sentido. E algo assim é muito inútil num país em que as pessoas precisam aprender coisas mais importantes e necessárias para a vida.

31 de julho de 2014

Significado dos Emoticons

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Você é uma das pessoas que vive perguntando aos amigos “O que isso quer dizer?” quando ele faz um “emoticon” diferente? Seus problemas acabaram!
 
Emoticon é uma forma de comunicação paralinguística, um emoticon, palavra derivada da junção dos seguintes termos em inglês: emotion (emoção) + icon (ícone) (em alguns casos chamado smiley)

História
O primeiro registro do uso de caracteres de texto para representar, lateralmente, uma expressão facial, ocorreu no jornal New York Herald Tribune, em 10 de Março de 1953, página 20, colunas 4-6. Tratou-se de uma propaganda do filme Lili, estrelado por Leslie Caron. Esta foi a seqüencia: Original em Inglês Tradução.
Today
You’ll laugh : )
You’ll cry : ( yes
You’ll love S2 (heart-shaped face)
_Lili_
Hoje
Você vai rir : )
Você vai chorar : ( sim
Você vai amar S2 (formato de coração)
_Lili_
São o tipo mais comum, em sua maioria derivados do Smiley. Podem aparecer com ou sem nariz, : ) ou :- ) , e com olhos como bolinhas ou tracinhos, : ) ou =). Por motivos de clareza, a tabela mostra só os do primeiro tipo (com olhos de bolinha, sem nariz).
: ) =) =] sorrindo
¬¬ entediado (aff…)
; ) ;] piscadela (piscada)
: D =D sorriso grande ou risada
:] =] sorriso simples, ou sem-graça.
x) xD x] rindo com os olhos fechados (ou envergonhado). (Esta forma foi tirada dos animes, sendo uma marca registrada de Otakus).
xB XB rindo com os dentes para fora, cara de deboche.
:B =B dentes para fora, cara de deboche ou de sorriso infantil
^^ sobrancelha levantada, saliente
o-o usando óculos
: ( =( =[ triste
:'( :,( chorando
=~ :~ lágrimas (geralmente de emoção) ou comumente usado como assovio
:/ :\ =/ =\ =| indeciso, sem emoção, emoção indefinida
: | =| incerto
: P =P de língua para fora, expressando sarcasmo ou debochando
:# >=[ raiva
:O =O surpreso
:S =S confuso
: x =X "Eu não deveria ter dito isso", segredo
:* =* beijinho
B) 8 ) com óculos escuros
:^) nariz grande ou nariz pontudo
:o) :O) nariz de palhaço
O:) santo ou "não fiz nada"
>:) }:) }:] diabólico (com chifres)
5:) topete
:(|) cara de macaco
:@~ =@~ Grito de felicidade (geralmente) com baba
:7) Sorriso Narigudo
ó:) Formando (de beca)
=T :T :I =I Decepcionado/Desapontado
:> Sorriso moleque
<) <D Sorriso tranquilo
:$ =$ Vergonha, envergonhado
:(#) Com aparelho ortodôntico
:9 Delicioso,comida deliciosa
Orientais
No Brasil, são em maioria influência dos animes e mangás. Podem ter como boca um underline (^_^), um ponto (^.^), um traço (^-^) ou nada (^^).
^_^ ^.^ ^^ ^-^ sorriso {fofinho}, feliz
*_* *.* *-* *O* olhinhos brilhando
*¬* °¬° olhinhos brilhando e babando
+_+ X__x x__X xx x.x xX Xx X_X x-x x_x chocado ou triste
u_u u.u ‘uu olhos fechados (“tsc tsc”,no estilo “explicativo” ou “pouco nervoso” (Humf))
O_O OO O.O assustado (“hein?”)
o.o o_O O_o oO Oo Ôo oÔ o.o O.o o.O oo o_o estranhando algo
Ò_Ó ò_Ó òÓ Òó òó ÒÓ cara de bravo
@_@ @-@ @.@ muito confuso ou olhos bem atentos, mas de alguma também muito surpreso
¬¬ ¬¬” ¬_¬ “olhar de lado”, Aff, Aff com gota de suor (extraído de animes, marca de otakus, mesmo significado de aff, só para dar mais efeito…)
>_< >< >.< dor ou rejeição
T_T T.T chorando, entediado
TT__TT chorando muito, muito entediado
xD XD xP XP rindo de forma tímida, rindo mostrando a língua
8D alegria, sorrindo com olhos arregalados
\o/ \o\ /o/ mais alegria, com as barras representando bracinhos para cima e para os lados
d-_-b Ouvindo música calma (chillout) com fones de ouvido
o/ \o [dando tchau], levantando a mão
\o/ “lol”, pulinhos de comemoração, levantando as mãos, esse emoticon simboliza a parte superior do corpo de um indivíduo no estilo boneco palito, onde as barras representam os braços que estão levantados sobre a cabeça, e os caracteres “O”, “o” ou “0″ representam a cabeça. Pode ser utilizado também suas variações:
* \O/
* \0/
* \@/
* \o\ (braços para esquerda)
* /o/ (braços para direita)
* |o| (braços para cima esticados)
* /o\ (braços para baixo, comemoração frustrada)

OBS: “lol” também é uma sigla em inglês para “Laughing Out Loud” que significa “Rindo Alto” ou “Dando Gargalhadas”, representa algo como “Huahuahuaheuhauehae”
\o\ |o| /o/ dancinha de comemoração
-_- -_-’ -.- -.-’ Indignação
./. _|_ dedo do meio
.(. _(_ “banana” (ofensivo)
<3 K3 S2, s2 (L) símbolo de amor (coração)
#.# ¬*¬ desistência, “olhar de lado” indiano
\m/ \,,/ mãos “heavy metal”, rock

Fonte: Uhull

23 de dezembro de 2013

Tem cocaína na Coca-Cola?

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Não há nada que se compare com o frescor gaseificado e cheio de açúcar que acompanha um copo de Coca-Cola. Mas você sabia que o refrigerante, apropriadamente conhecido como “Coca”, dava um barato ainda maior no passado? Até 1903, a bebida mundialmente famosa continha uma quantidade significativa de cocaína.
Embora a empresa negue oficialmente a presença de cocaína em qualquer um de seus produtos – tanto no passado quanto no presente -, existem diversas evidências históricas que sugerem que a receita original da Coca-Cola realmente possuía cocaína em sua fórmula.


A Coca-Cola foi criada em 1886 pelo farmacêutico John Pemberton, que morava em Atlanta, nos Estados Unidos, berço da bebida. Pemberton criou o refrigerante baseando-se em um refresco francês muito popular na época, o vinho de coca, produzido a partir da mistura entre o extrato da folha de coca com o vinho Bordeaux.
Para evitar toda a dor de cabeça que se tem ao lidar com as regras de venda de bebidas, o farmacêutico resolveu misturar o extrato da folha de coca com uma calda de açúcar em vez do vinho. Ele também acrescentou o extrato de noz-de-cola, dando à Coca-Cola a segunda metade de seu nome, bem como uma sacudida extra de cafeína.



Enquanto a ideia de bebidas com cocaína em sua composição pode parecer absurda aos leitores de hoje em dia, estes produtos eram bastante comuns no final do século 19. De fato, a cocaína era legal nos Estados Unidos até 1914 - época em que a substância tinha uma variedade (por vezes questionáveis​​) de usos médicos. Acreditava-se que cocaína em pó, pílulas e tônicos de cocaína tinham o poder de curar uma diversidade de doenças, desde dores de cabeça e fadiga a constipação, náusea, asma e impotência.
No entanto, alguns anos mais tarde – em especial, em 1903 – a maré da opinião pública se voltou contra a droga amplamente usada e abusada, levando o então gerente da Coca-Cola, Asa Griggs Candler, a remover quase todo o percentual de cocaína utilizada nas bebidas da empresa. Porém, a Coca-Cola não se tornaria completamente livre da cocaína até 1929, quando os cientistas aperfeiçoaram o processo de remoção de todos os elementos psicoativos do extrato da folha de coca.

 

Apesar de a receita moderna da bebida ser um segredo da empresa altamente valorizado e guardado a sete chaves, há razão para se acreditar que a bebida ainda contenha o mesmo extrato de folha de coca não narcótico de 1929. Segundo o jornal estadunidense “The New York Times”, a Companhia Coca-Cola continuou importando folhas de coca do Peru e da Bolívia até pelo menos o final da década de 1980.

12 de dezembro de 2013

Como ter grandes ideias com mais frequência

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Você provavelmente teria evitado muitos problemas se ideias geniais tivessem surgido na hora certa (e não dias depois de você ter optado por uma solução não tão fantástica). Felizmente, a ciência pode lhe ajudar a aumentar sua cota de ideias – e, quem sabe, evitar algumas dores de cabeça daqui para frente.
Em primeiro lugar, é importante dizer que aquela história de que “o hemisfério esquerdo do cérebro é mais analítico e o direito, mais criativo” não é bem verdade: as três principais áreas responsáveis pela criatividade se encontram nos dois hemisférios.


Na década de 1960, cientistas analisaram pacientes que tiveram a ligação entre os hemisférios cerebrais (chamada “corpo caloso”) cortada e viram como cada um funcionava isoladamente. Sem comunicação direta, eles passavam a impressão de que as tarefas de análise e criatividade estavam separadas, dando origem ao mito que persiste desde então.

A trindade das ideias

As três principais áreas responsáveis pelo pensamento criativo são a “rede de atenção”, a “rede de imaginação” e a “rede de atenção flexível”. Trabalhando em conjunto, elas nos ajudam a coletar informações, encontrar vínculos e analisar o resultado final.
A primeira delas está por trás da nossa capacidade de focar em uma atividade ou elemento (seja ele um problema ou um discurso, por exemplo); a segunda cuida da nossa capacidade de imaginar situações futuras, recordar coisas que já ocorreram e construir outros tipos de imagens mentais; e a terceira, está ligada a nossa capacidade de monitorar o ambiente ao nosso redor (e em nossa mente) e de decidir qual das outras duas áreas deve permanecer mais ativa em cada situação.

Fábrica de ideias

James Webb Young, autor do livro A Technique for Producing Ideas (“Uma Técnica para Produzir Ideias”), ressalta que o entendimento sobre o processo de geração de ideias “exige um árduo trabalho intelectual, por isso nem todos que o aceitam o utilizam”.
Ele resume esse processo (fácil de explicar, mas difícil de absorver) em dois componentes centrais: as ideias (que seriam, nada mais, nada menos, que novas combinações de antigos elementos), e a capacidade de enxergar relações nem sempre claras entre elementos.
Para facilitar as coisas, o primeiro passo é criar um inventário mental com diversos elementos (palavras, sons, cores, expressões faciais, texturas, sabores etc).

O segundo é tomar consciência dos problemas que precisamos resolver para, em seguida, parar de pensar neles – algo que parece contraditório à primeira vista, mas que permite que o subconsciente encontre ou estabeleça conexões entre os elementos.
Se você puder relaxar enquanto isso, melhor ainda, pois as chances de sua mente trabalhar de forma criativa serão maiores. Isso exige uma boa dose de confiança e treinamento.
Por fim, é chegada a hora de analisar as ideias resultantes. “Não cometa o erro de proteger demais sua[s] ideia[s] nessa fase”, aconselha Young. “Submeta-a[s] a uma crítica sábia”.
Assim, você não apenas consegue deixar de lado ideias que não são proveitosas, mas também pode descobrir ainda mais conexões e, quem sabe, “polir” ideias que não eram aproveitáveis no início.
Como todo treinamento, os desafios devem lhe ajudar a se fortalecer, e a cada superação a criatividade estará mais forte e mais propensa a se manifestar em boa hora.
Em tempo: não tenha medo das ideias “ruins”, pois elas são indício de que sua mente está trabalhando, e no meio delas (quase) sempre há alguma que merece ser colocada em prática.

 Fonte: Hypescience.com
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