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28 de dezembro de 2015

20 tradições românticas de Natal e Ano Novo por todo o mundo

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Feliz Natal! Para comemorar essa data, confira abaixo 20 ilustrações de tradições natalinas incomuns ou românticas que ocorrem por todo o mundo.

Os desenhos foram feitos pelo pessoal do site Bored Panda em colaboração com a artista Marie Muravski.

Áustria

tradicoes romanticas natal 1
No dia 4 de dezembro, Dia de Santa Bárbara, um único galho de cerejeira é colocado em um copo com água. Se uma flor brotar antes da noite de Natal, significa boa sorte e um casamento próximo.

Portugal

2
Durante a refeição na manhã de Natal, lugares vazios são colocados à mesa para que os espíritos dos falecidos possam participar das comemorações.

Bielorrússia

3
Pilhas de milho são colocadas em frente a mulheres solteiras, e em seguida um galo é solto. A pilha que o galo escolher será da próxima mulher a se casar.

Reino Unido

4
Debaixo de um visco, as pessoas se beijam. Símbolo druida de fertilidade, o beijo embaixo do visco ficou popular na Inglaterra no século 18.

Ucrânia

5
Reza a lenda que, ao ouvir os lamentos de uma viúva que não tinha dinheiro para decorar sua árvore de Natal, uma aranha teceu suas teias em volta dela. Hoje em dia, as pessoas escondem uma aranha dentro da árvore para boa sorte.

Suécia

6
Quem encontrar a amêndoa em uma sobremesa típica (pudim de arroz), será o próximo a casar.

Finlândia

7
No primeiro dia do ano, latas de metal são derretidas e colocadas em baldes de água gelada. As formas resultantes são usadas para prever o futuro. Os solteiros ficam na esperança de encontrar formatos de anéis e corações.

Itália

8
Na noite de Réveillon, homens e mulheres usam roupas íntimas coloridas para trazer boa sorte. É melhor caprichar se quiser ter sorte na noite em ocasião.

Venezuela

9
As famílias passam suas manhãs na semana anterior ao Natal indo à missa de patins. As estradas são fechadas para garantir a segurança das pessoas.

República Tcheca

10
Nessa época do ano, as solteiras testam suas chances de casamento jogando um único sapato para trás, por cima do ombro. Se a ponta acabar apontando para a porta, as chances são boas.

Haiti

11
Crianças deixam sapatos cheios de palha debaixo da árvore de Natal, na esperança de que o Papai Noel leve os sapatos e deixe presentes em seu lugar.

Japão

12
Os japoneses tratam o Natal como o Dia dos Namorados. O jeito mais popular para os casais comemorarem é indo à rede de fast food KFC. Isso é tão popular que reservas são obrigatórias.

Groenlândia

13
Tradicionalmente, a noite de Natal é o único dia do ano no qual os homens Inuit servem suas mulheres, fazendo tudo o que elas pedem. Chega a manhã do dia de Natal, e a mordomia acaba. As mulheres têm que esperar mais um ano antes de receber uma xícara de chá na cama novamente.

México

14
Na cidade de Oaxaca, no dia 23 de dezembro, as famílias se reúnem para esculpir figuras de natividade a partir de rabanetes. As melhores são exibidas durante as festas na praça principal.

Filipinas

15
Depois da meia-noite, as pessoas se reúnem para banquetear. Isso é conhecido como “Noche Buena”. A comida mais visada é o “kesi de bola”, uma bola de queijo.

Polônia

16
Durante a ceia de Natal, palha é colocada debaixo da toalha da mesa, para simbolizar o nascimento de Jesus na manjedoura. Os convidados, um a um, removem as palhas para descobrir seu futuro: verde simboliza sorte ou casamento, enquanto amarelo simboliza mais um ano de solteirice.

Espanha

17
Na Catalunha, um tronco é “alimentado” com doces durante a quinzena antes do Natal. Na noite da ceia natalina, os convidados “batem” no tronco para poderem colher as delícias. A brincadeira é conhecida como “Caga Tio”.

Grécia

18
Em Thessaly, homens colocam um pedaço de cedro, e mulheres um pedaço de cerejeira branca, em uma fogueira. Os galhos que queimarem mais rápido simbolizam boa sorte e casamento próximo.

EUA

19
Em muitos estados americanos, as árvores de Natal são decoradas, estranhamente, com picles. A ideia parece vir da Guerra Civil, quando o soldado John C. Lower, com medo de morrer de fome, implorou a seu captor por um pepino em conserva. Ele se convenceu de que esse ato de misericórdia salvou sua vida, e daí nasceu a tradição.

Por todo o mundo

20
Em muitos lugares do globo, existe uma tradição de beijar à meia-noite do Ano Novo. De onde ela vem, é um mistério. Algumas fontes dizem que pode ter se originado no festival romano Saturnália, em honra ao deus Saturno, que era celebrado em dezembro, no solstício de inverno.
 
Você encontra este post em Hypescience.com e Boredpanda.com

5 de junho de 2015

O pingo no "i"

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Antigamente conhecia-se apenas o grau, assim um grau equivaleria ao número 1 ou a letra A, dois graus o número 2, letra B e assim em diante. Se fizer os números e as letras em graus, visualiza-se perfeitamente. Porém ao chegar no I e no J, faltará um grau, assim colocou-se um grau em cima da letra.

Não existe nada que determine que o "i" tem ponto, e não "bolinha". Trata-se apenas de uma convenção milenar, que resultou no design da letra. Vais ter de convencer os jovens, mostrando-lhes que a tradição preferiu esta forma porque ela evita confusão entre estas duas letras e as demais; no entanto, desiste de encontrar aquele "documento específico", porque não existe legislação sobre a forma das letras. Cada um pode traçá-las como quiser, desde que sejam reconhecidas pelos leitores.

Para se diferenciar do "u". Segundo Duarte (2003, pág. 49), o pingo no "i" foi instituído para diferenciar a sequência de dois "i" (o "ii", muito frequente em latim) do "u" minúsculo, com o qual ela se confundia muito no alfabeto gótico adaptado muito em voga no final da Idade Média. Na verdade, o til, o apóstrofo e vários outros sinais foram propostos para evitar a confusão entre "ii" e "u" até que se definisse, no século XVI, pelo acréscimo de um ponto à vogal "i". A partir de então, passamos a pôr os pingos nos "i" e a colaborar para o sucesso da Grafologia, uma técnica de reputação muito controvertida que parte do pressuposto de que há uma relação direta entre grafia e personalidade.

A ausência do pingo sobre o "i", por exemplo, é interpretada como sinal de "distração" ou de "mente ausente" nos exames grafológicos tradicionais. Por outro lado, os que colocamos o pingo muito acima do "i" - sim, faço parte desta confraria - somos considerados "imaginativos". E se você é daqueles que fazem o pingo como um círculo, de duas uma: ou você tem uma "personalidade artística" (seja lá o que isso signifique...), ou é muito afetado e pretensioso. Será?

Para saber mais:

DUARTE, M. O guia dos curiosos: língua portuguesa. São Paulo: Editora Panda, 2003

A história do pingo do j é bem interessante. Ocorre que a consoante j e a vogal i têm a mesma origem no latim (assim como u e v, que vemos em FORVM). Prova disso é, por exemplo, a inscrição INRI da cruz de Cristo, que significa "J"esus de Nazaré Rei dos "J"udeus. Podemos notar também que algumas palavras revelam na sua etimologia esse parentesco, como major/maior, pejorativo/pior (pejor>peior>pior). Ocorre que nos casos em que o som vocálico em i começava a ser pronunciado como som consonantal (mais ou menos como o y em espanhol) ganhou nova grafia: j, mantendo-se o "pinguinho" para lembrar a origem.

Na língua turca, existe i com pingo e i sem pingo, que são letras absolutamente diferentes.
Claro, olhei e vi que é possível usar algo que se parece com essa letra em transcrições fonéticas.
Mas se alguém vier dizer que não se usa mais pingo no j, não seria uma invenção contrária à nossa realidade moderna? Se vamos voltar ao passado, que tal usarmos a maneira dos latinos? Escrevendo só com maiúsculas (que não têm pontos no i e no j), separando as palavras com ponto intermédio...e claro j e u não existiam para eles: i e v eram ao mesmo tempo duas letras: uma vogal e uma consoante. Não precisaríamos mais de pontos sobre letra alguma. Nem de acentos, já que acentos não eram usados no latim clássico, só no latim cultural pós-Império Romano.

Portanto, é necessário usar a abordagem certa. "Não existe mais" é frase muito peremptória para se usar em algo que consiste numa tradição linguística de uso corrente. Posso ter me exaltado muito, mas a ideia para mim não faz sentido. E algo assim é muito inútil num país em que as pessoas precisam aprender coisas mais importantes e necessárias para a vida.

31 de julho de 2014

Significado dos Emoticons

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Você é uma das pessoas que vive perguntando aos amigos “O que isso quer dizer?” quando ele faz um “emoticon” diferente? Seus problemas acabaram!
 
Emoticon é uma forma de comunicação paralinguística, um emoticon, palavra derivada da junção dos seguintes termos em inglês: emotion (emoção) + icon (ícone) (em alguns casos chamado smiley)

História
O primeiro registro do uso de caracteres de texto para representar, lateralmente, uma expressão facial, ocorreu no jornal New York Herald Tribune, em 10 de Março de 1953, página 20, colunas 4-6. Tratou-se de uma propaganda do filme Lili, estrelado por Leslie Caron. Esta foi a seqüencia: Original em Inglês Tradução.
Today
You’ll laugh : )
You’ll cry : ( yes
You’ll love S2 (heart-shaped face)
_Lili_
Hoje
Você vai rir : )
Você vai chorar : ( sim
Você vai amar S2 (formato de coração)
_Lili_
São o tipo mais comum, em sua maioria derivados do Smiley. Podem aparecer com ou sem nariz, : ) ou :- ) , e com olhos como bolinhas ou tracinhos, : ) ou =). Por motivos de clareza, a tabela mostra só os do primeiro tipo (com olhos de bolinha, sem nariz).
: ) =) =] sorrindo
¬¬ entediado (aff…)
; ) ;] piscadela (piscada)
: D =D sorriso grande ou risada
:] =] sorriso simples, ou sem-graça.
x) xD x] rindo com os olhos fechados (ou envergonhado). (Esta forma foi tirada dos animes, sendo uma marca registrada de Otakus).
xB XB rindo com os dentes para fora, cara de deboche.
:B =B dentes para fora, cara de deboche ou de sorriso infantil
^^ sobrancelha levantada, saliente
o-o usando óculos
: ( =( =[ triste
:'( :,( chorando
=~ :~ lágrimas (geralmente de emoção) ou comumente usado como assovio
:/ :\ =/ =\ =| indeciso, sem emoção, emoção indefinida
: | =| incerto
: P =P de língua para fora, expressando sarcasmo ou debochando
:# >=[ raiva
:O =O surpreso
:S =S confuso
: x =X "Eu não deveria ter dito isso", segredo
:* =* beijinho
B) 8 ) com óculos escuros
:^) nariz grande ou nariz pontudo
:o) :O) nariz de palhaço
O:) santo ou "não fiz nada"
>:) }:) }:] diabólico (com chifres)
5:) topete
:(|) cara de macaco
:@~ =@~ Grito de felicidade (geralmente) com baba
:7) Sorriso Narigudo
ó:) Formando (de beca)
=T :T :I =I Decepcionado/Desapontado
:> Sorriso moleque
<) <D Sorriso tranquilo
:$ =$ Vergonha, envergonhado
:(#) Com aparelho ortodôntico
:9 Delicioso,comida deliciosa
Orientais
No Brasil, são em maioria influência dos animes e mangás. Podem ter como boca um underline (^_^), um ponto (^.^), um traço (^-^) ou nada (^^).
^_^ ^.^ ^^ ^-^ sorriso {fofinho}, feliz
*_* *.* *-* *O* olhinhos brilhando
*¬* °¬° olhinhos brilhando e babando
+_+ X__x x__X xx x.x xX Xx X_X x-x x_x chocado ou triste
u_u u.u ‘uu olhos fechados (“tsc tsc”,no estilo “explicativo” ou “pouco nervoso” (Humf))
O_O OO O.O assustado (“hein?”)
o.o o_O O_o oO Oo Ôo oÔ o.o O.o o.O oo o_o estranhando algo
Ò_Ó ò_Ó òÓ Òó òó ÒÓ cara de bravo
@_@ @-@ @.@ muito confuso ou olhos bem atentos, mas de alguma também muito surpreso
¬¬ ¬¬” ¬_¬ “olhar de lado”, Aff, Aff com gota de suor (extraído de animes, marca de otakus, mesmo significado de aff, só para dar mais efeito…)
>_< >< >.< dor ou rejeição
T_T T.T chorando, entediado
TT__TT chorando muito, muito entediado
xD XD xP XP rindo de forma tímida, rindo mostrando a língua
8D alegria, sorrindo com olhos arregalados
\o/ \o\ /o/ mais alegria, com as barras representando bracinhos para cima e para os lados
d-_-b Ouvindo música calma (chillout) com fones de ouvido
o/ \o [dando tchau], levantando a mão
\o/ “lol”, pulinhos de comemoração, levantando as mãos, esse emoticon simboliza a parte superior do corpo de um indivíduo no estilo boneco palito, onde as barras representam os braços que estão levantados sobre a cabeça, e os caracteres “O”, “o” ou “0″ representam a cabeça. Pode ser utilizado também suas variações:
* \O/
* \0/
* \@/
* \o\ (braços para esquerda)
* /o/ (braços para direita)
* |o| (braços para cima esticados)
* /o\ (braços para baixo, comemoração frustrada)

OBS: “lol” também é uma sigla em inglês para “Laughing Out Loud” que significa “Rindo Alto” ou “Dando Gargalhadas”, representa algo como “Huahuahuaheuhauehae”
\o\ |o| /o/ dancinha de comemoração
-_- -_-’ -.- -.-’ Indignação
./. _|_ dedo do meio
.(. _(_ “banana” (ofensivo)
<3 K3 S2, s2 (L) símbolo de amor (coração)
#.# ¬*¬ desistência, “olhar de lado” indiano
\m/ \,,/ mãos “heavy metal”, rock

Fonte: Uhull

23 de dezembro de 2013

Tem cocaína na Coca-Cola?

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Não há nada que se compare com o frescor gaseificado e cheio de açúcar que acompanha um copo de Coca-Cola. Mas você sabia que o refrigerante, apropriadamente conhecido como “Coca”, dava um barato ainda maior no passado? Até 1903, a bebida mundialmente famosa continha uma quantidade significativa de cocaína.
Embora a empresa negue oficialmente a presença de cocaína em qualquer um de seus produtos – tanto no passado quanto no presente -, existem diversas evidências históricas que sugerem que a receita original da Coca-Cola realmente possuía cocaína em sua fórmula.


A Coca-Cola foi criada em 1886 pelo farmacêutico John Pemberton, que morava em Atlanta, nos Estados Unidos, berço da bebida. Pemberton criou o refrigerante baseando-se em um refresco francês muito popular na época, o vinho de coca, produzido a partir da mistura entre o extrato da folha de coca com o vinho Bordeaux.
Para evitar toda a dor de cabeça que se tem ao lidar com as regras de venda de bebidas, o farmacêutico resolveu misturar o extrato da folha de coca com uma calda de açúcar em vez do vinho. Ele também acrescentou o extrato de noz-de-cola, dando à Coca-Cola a segunda metade de seu nome, bem como uma sacudida extra de cafeína.



Enquanto a ideia de bebidas com cocaína em sua composição pode parecer absurda aos leitores de hoje em dia, estes produtos eram bastante comuns no final do século 19. De fato, a cocaína era legal nos Estados Unidos até 1914 - época em que a substância tinha uma variedade (por vezes questionáveis​​) de usos médicos. Acreditava-se que cocaína em pó, pílulas e tônicos de cocaína tinham o poder de curar uma diversidade de doenças, desde dores de cabeça e fadiga a constipação, náusea, asma e impotência.
No entanto, alguns anos mais tarde – em especial, em 1903 – a maré da opinião pública se voltou contra a droga amplamente usada e abusada, levando o então gerente da Coca-Cola, Asa Griggs Candler, a remover quase todo o percentual de cocaína utilizada nas bebidas da empresa. Porém, a Coca-Cola não se tornaria completamente livre da cocaína até 1929, quando os cientistas aperfeiçoaram o processo de remoção de todos os elementos psicoativos do extrato da folha de coca.

 

Apesar de a receita moderna da bebida ser um segredo da empresa altamente valorizado e guardado a sete chaves, há razão para se acreditar que a bebida ainda contenha o mesmo extrato de folha de coca não narcótico de 1929. Segundo o jornal estadunidense “The New York Times”, a Companhia Coca-Cola continuou importando folhas de coca do Peru e da Bolívia até pelo menos o final da década de 1980.

12 de dezembro de 2013

Como ter grandes ideias com mais frequência

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Você provavelmente teria evitado muitos problemas se ideias geniais tivessem surgido na hora certa (e não dias depois de você ter optado por uma solução não tão fantástica). Felizmente, a ciência pode lhe ajudar a aumentar sua cota de ideias – e, quem sabe, evitar algumas dores de cabeça daqui para frente.
Em primeiro lugar, é importante dizer que aquela história de que “o hemisfério esquerdo do cérebro é mais analítico e o direito, mais criativo” não é bem verdade: as três principais áreas responsáveis pela criatividade se encontram nos dois hemisférios.


Na década de 1960, cientistas analisaram pacientes que tiveram a ligação entre os hemisférios cerebrais (chamada “corpo caloso”) cortada e viram como cada um funcionava isoladamente. Sem comunicação direta, eles passavam a impressão de que as tarefas de análise e criatividade estavam separadas, dando origem ao mito que persiste desde então.

A trindade das ideias

As três principais áreas responsáveis pelo pensamento criativo são a “rede de atenção”, a “rede de imaginação” e a “rede de atenção flexível”. Trabalhando em conjunto, elas nos ajudam a coletar informações, encontrar vínculos e analisar o resultado final.
A primeira delas está por trás da nossa capacidade de focar em uma atividade ou elemento (seja ele um problema ou um discurso, por exemplo); a segunda cuida da nossa capacidade de imaginar situações futuras, recordar coisas que já ocorreram e construir outros tipos de imagens mentais; e a terceira, está ligada a nossa capacidade de monitorar o ambiente ao nosso redor (e em nossa mente) e de decidir qual das outras duas áreas deve permanecer mais ativa em cada situação.

Fábrica de ideias

James Webb Young, autor do livro A Technique for Producing Ideas (“Uma Técnica para Produzir Ideias”), ressalta que o entendimento sobre o processo de geração de ideias “exige um árduo trabalho intelectual, por isso nem todos que o aceitam o utilizam”.
Ele resume esse processo (fácil de explicar, mas difícil de absorver) em dois componentes centrais: as ideias (que seriam, nada mais, nada menos, que novas combinações de antigos elementos), e a capacidade de enxergar relações nem sempre claras entre elementos.
Para facilitar as coisas, o primeiro passo é criar um inventário mental com diversos elementos (palavras, sons, cores, expressões faciais, texturas, sabores etc).

O segundo é tomar consciência dos problemas que precisamos resolver para, em seguida, parar de pensar neles – algo que parece contraditório à primeira vista, mas que permite que o subconsciente encontre ou estabeleça conexões entre os elementos.
Se você puder relaxar enquanto isso, melhor ainda, pois as chances de sua mente trabalhar de forma criativa serão maiores. Isso exige uma boa dose de confiança e treinamento.
Por fim, é chegada a hora de analisar as ideias resultantes. “Não cometa o erro de proteger demais sua[s] ideia[s] nessa fase”, aconselha Young. “Submeta-a[s] a uma crítica sábia”.
Assim, você não apenas consegue deixar de lado ideias que não são proveitosas, mas também pode descobrir ainda mais conexões e, quem sabe, “polir” ideias que não eram aproveitáveis no início.
Como todo treinamento, os desafios devem lhe ajudar a se fortalecer, e a cada superação a criatividade estará mais forte e mais propensa a se manifestar em boa hora.
Em tempo: não tenha medo das ideias “ruins”, pois elas são indício de que sua mente está trabalhando, e no meio delas (quase) sempre há alguma que merece ser colocada em prática.

 Fonte: Hypescience.com

23 de novembro de 2013

Qual são cidades mais antigas do mundo?

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Acredita-se que a cidade mais antiga do mundo que ainda existe seja Jericó, na Palestina (Oriente Médio), perto do Rio Jordão. Fundada há cerca de 8.000 anos, tinha entre 2.000 e 6.000 habitantes na Antiguidade. Hoje, possui mais de 20 mil. Elas resistiram ao tempo, às guerras e às invasões – e estão mais inteiras que muita capital por aí. Conheça os municípios habitados mais velhos de que se tem notícia.

Queda de Jericó

CARACTERÍSTICAS - No passado, as primeiras cidades eram cercadas por muralhas de rochas ou madeira, que protegiam a população dos invasores. Existia um líder, tipo de rei ou juiz, e uma construção principal que abrigava o governo. Em geral, contavam com um ou vários templos religiosos, praças e mercados. Ao redor dos muros, tinha área para agricultura e pecuária. Costumavam buscar água no rio mais próximo. Com o passar dos séculos, as cidades evoluíram muito. Hoje, grande parte possui tecnologia moderna, água encanada e eletricidade.

10. BEIRUTE (Líbano) - A terra tremeu
Primeiras ocupações: 3000 a.C.
Sofreu terremotos no século 6 e caiu no poder dos árabes no século seguinte. Durante as Cruzadas, foi disputada por cristãos e muçulmanos e, depois de um período de domínio turco e egípcio, absorvida pelo Império Otomano. Tornou-se capital do Líbano em 1946 e foi considerada, por algumas décadas, a “Paris do Oriente” pelo seu desenvolvimento urbano e cultural. Mas isso só até a Guerra Civil do país, em 1975.
9. ARGOS (Grécia) - Isto (não) é Esparta
Primeiras ocupações: Entre 3200 e 3000 a.C.
É o município mais antigo ainda habitado da Grécia e, entre 1600 e 1050 a.C., bombou como um dos maiores centros comerciais. Depois do século 6 a.C., viu seu prestígio diminuir, ofuscada por Esparta. Na época medieval, a cidade foi conquistada pelos cruzados, venezianos e otomanos. Com a Guerra da Independência Grega (1821-1829), retomou seu território.
8. SÍDON (Líbano) -  Vizinha do Exorcismo
Primeiras ocupações: Entre 4000 e 3000 a.C.
É diversas vezes citada no Novo e no Velho Testamento. Segundo o Evangelho de Marcos, Jesus teria expulsado o demônio do corpo de uma mulher perto de Sídon. A cidade também sofreu saques durante as Cruzadas, até que foi destruída pelos sarracenos, em 1249. Pouco tempo depois, em 1260, foi atacada pelos mongóis. As muralhas danificadas ainda podem ser vistas por quem vai até a cidade.
7. PLOVDIV (Bulgária) - Vovó da Europa
Primeiras ocupações: Entre 4000 e 3000 a.C.
Considerada a cidade europeia mais antiga a ser habitada, ela era chamada de Philippopolis, batismo que veio ao ser conquistada por Filipe II da Macedônia, por volta de 341 a.C. Durante a Idade Média, mudou de “dono” diversas vezes. Depois da Segunda Guerra, o comunismo foi instituído no país e a cidade virou foco de grupos democráticos, que derrubaram o regime em 1989.
6. GAZIANTEP (Turquia) - Fortaleza Vencida
Primeiras ocupações: Cerca de 3500 a.C.
Pode ter tido assentamentos ainda em 4000 a.C., segundo escavações recentes. Foi uma importante fortaleza durante a Idade Média, mas sofreu várias invasões. Em 1183, foi dominada pelos turcos e por outros povos, até virar parte do Império Otomano. Depois da Primeira Guerra, os britânicos ficaram por lá até 1919 e os franceses até 1921. Também conhecida como Antep, a região tem uma forte produção de vinho.
5. XIAN (China) - Terra dos guerreiros
Primeiras ocupações: 4000 a.C.
Foi a capital da dinastia Qin (221-206 a.C.), que reunificou o país e lançou as bases do império chinês. Durante essa época, foi construído o famoso Mausoléu do imperador Qinshi Huangdi, que abriga os mundialmente conhecidos guerreiros de terracota. Depois do século 3, a cidade passou por bons momentos econômicos, mas sofreu devastações causadas por guerras e invasões.
4. ALEPPO (Síria) - De mão em mão
Primeiras ocupações: Entre 5000 e 4300 a.C.
Durante sua história, Aleppo sofreu ocupações de diferentes povos: assírios, gregos, persas, hititas, bizantinos, árabes, mongóis e otomanos. Saladino, então sultão do Egito, também conquistou o território, em 1183. Hoje, com a guerra civil na Síria, a cidade tem sido alvo de constantes ataques. A crise se instalou no país em 2011, quando começaram protestos contra o governo do ditador Bashar al-Assad.
3. BIBLOS (Líbano) - Point do papiro
Primeiras ocupações: 5000 a.C.
Ganhou esse nome por causa dos gregos, que compravam ali o papiro egípcio. Aos poucos, o termo “byblos” passou a significar “papiro” e deu origem a palavras como “biblioteca”. Pertenceu primeiro aos fenícios e depois foi conquistada pelos Povos do Mar, dominada pelos árabes e empossada por potências europeias na época das Cruzadas até passar ao Império Turco-Otomano, em 1516.
2. DAMASCO (Síria) - Na rabeira do Eufrates
Primeiras ocupações: Entre 9000 e 6300 a.C.
A segunda cidade mais populosa da Síria tem cerca de 1,4 milhão de habitantes e é a capital do país. Foi a partir de 1900 a.C. que a região começou a ter mais pompa de cidade. A 80 km do mar Mediterrâneo, está próxima do rio Eufrates, o que ajudou a estabelecê-la como uma das principais rotas comerciais entre Oriente e Ocidente. Atualmente, a cidade antiga possui um grande mercado, um bairro muçulmano e outro cristão, além de uma zona judaica.
1. JERICÓ (Palestina) - Museu a céu aberto
Primeiras ocupações: Entre 9600 e 9000 a.C.
É citada dezenas de vezes na Bíblia e descrita como “cidade das palmeiras”. Ao longo de sua história, Jericó foi destruída e abandonada várias vezes, mas acredita-se que seja ocupada continuamente há, pelo menos, 5 mil anos. A datação das primeiras ocupações do território foi feita a partir de descobertas arqueológicas que incluíram uma muralha de 8 m. Hoje com 20 mil habitantes e cara de vilarejo, a cidade tem ruínas espalhadas que contam histórias de vários tempos passados: dá para ver onde esteve uma igreja bizantina do século 4 e até um palácio de um sultão do século 8.

16 de agosto de 2013

14 fotos que mostram que o mundo está muito lotado

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Por em Hypescience.com

A superpopulação é um problema? Confira as fotos e veja por você mesmo. Em 2100, a população mundial deve chegar a 11 bilhões de pessoas. Hoje, de acordo com o Relógio Mundial do Censo dos Estados Unidos, já somos 7,09 bilhões – e contando.
Se você concorda ou discorda que o mundo tem gente demais, o fato é que a superpopulação se tornou um grande desafio e uma preocupação para os países ao redor do mundo. Esta coleção de imagens da Reuters mostra quão superpovoadas certas partes do mundo estão atualmente.
De praias aos vagões de metrô, corpos suados e espremidos são apenas uma parte da vida.

14. China

Uma praia no leste da província de Shandong, na China, em um típico sábado de verão. Muito relaxante.

 

13. Indonésia

Passageiros indonésios se penduram nos vagões de um trem na província de Java Ocidental. Apenas 300 carros por dia precisam atender 500 mil passageiros.

 

12. Filipinas

 
Esta é a fila para entrar em uma estação de trem nas Filipinas. Por causa do aumento dos custos de combustível, os filipinos estão cada vez mais optando pelo transporte público.

 

11. China

Boias, brinquedos e corpos lotam uma piscina pública na província de Sichuan, na China. As temperaturas chegaram aos 35°C lá neste verão.

 

10. Reino Unido

Os londrinos se reúnem no prédio da Lloyds of London (o mercado de seguros do Reino Unido) durante o anual “Remembrance Day”, que homenageia todos os militares do reino britânico. Até os elevadores estão lotados de gente olhando para baixo.

 

9. Indonésia
Este homem escapa de um enorme engarrafamento ao pedalar na sua bicicleta na canaleta de ônibus na capital da Indonésia, Jacarta.

8. Índia

A imagem captura um momento em uma estação de trem em que os passageiros fazem baldeações durante a hora do rush da manhã em Mumbai, Índia. A cidade possui uma população de mais de 12 milhões de pessoas.

 

7. China

Candidatos formam fila para fazer o exame de admissão para estudos de pós-graduação na província de Hubei, na China. Mais de 12,5 milhões de candidatos chineses fazem a prova anualmente.

 

6. China

Esta é uma república de estudantes de uma universidade na província de Hubei, na China. É uma opção de alojamento de baixo orçamento para os estudantes que lutam para pagar habitação, encontrar um emprego e ainda estudar.

 

5. Brasil

Mais de um milhão de católicos vêm ao Brasil para a celebração do dia Nossa Senhora de Nazaré da Basílica, na cidade de Belém, Pará, para acompanhar a imagem da santa. A romaria se torna uma grande fila muito desconfortável.

 

4. Filipinas

 
Fãs filipinos assistem a dois pugilistas batalhar pelo título de boxe na categoria meio-médio em ginásio municipal local.

 

3. China

Candidatos a emprego procuram vagas na feira de empregos na cidade chinesa de Chongqing. O desemprego é um grande problema nas cidades superpovoadas.

 

2. Coreia do Sul

Fãs sul-coreanos de futebol assistem a uma transmissão de TV ao vivo da Copa do Mundo de 2010 no prédio da Prefeitura de Seul.

1. Taiwan

Motociclistas de Taipei entopem as ruas de motos na hora do rush. Existem mais de 8,8 milhões de motocicletas e 4,8 milhões de carros lotando as ruas de Taiwan todos os dias (o que também pode causar grandes problemas de poluição).

 

 Vi no  Hypescience.com e no Businessinsider.com

4 de agosto de 2013

Como medir a distância pupilar?

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O que é?

A distância pupilar ou DP é a distância entre os dois olhos.

Se você não tem ainda a sua distância pupilar ou não se lembra, você pode proceder da seguinte maneira:
 

Como medir?

Pode medir de outra pessoa, se posicionando em frente dela e usando uma régua (ver desenho de cima) Ou precisa de:

1 Espelho
1 velho par de óculos(pode ser de outra pessoa)
1 pincel atômico
1 régua em milímetros (pode copiar aquela no final do texto)

Como fazer?

Coloca os óculos com a mão esquerda, tampa o olho esquerdo e com o pincel atômico, marca o ponto brilhante do seu olho na lente DIREITA.


Com a mão direita, tampa o olho direito e com o pincel atômico, marca o ponto brilhante do seu olho na lente ESQUERDA.


Pronto!
Agora com a régua, mede a distancia entre os dois pontos que vc marcou nos óculos.
Em geral deve ser entre 55 e 70 milímetros.

No caso de uma criança ou de um bebe, proceder da mesma maneira se colocando em frente dele.
Para um bebe, em geral, deve ser entre 40 e 50 milímetros.
Para uma criança, em geral, deve ser entre 50 e 60 milímetros.

Fonte: http://vcqv.com.br/

13 de julho de 2013

Por que beijamos?

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Beijo francês (aquele em que as línguas se entrelaçam), beijo esquimó, beijo doce, beijo de língua, apaixonado e derretedor, há tantos nomes para beijar uma vez que existem também muitas maneiras de fazê-lo. Quer usá-lo como uma saudação informal ou um gesto intensamente romântico, o beijo é um desses comportamentos arraigados de nós humanos, parece desafiar a explicação. Seus fins, independentemente do motivo têm muitos significados diferentes, mas são todos da mesma natureza. Então porque é que nós adoramos uns amassos?
Um beijo (do latim basium) é o toque dos lábios com qualquer coisa, normalmente uma pessoa. Na cultura ocidental  é considerado um gesto de afeição. Entre amigos, é utilizado como cumprimento ou despedida. O beijo nos lábios de outra pessoa é um símbolo de afeição romântica ou de desejo sexual - neste último caso, o beijo pode ser também noutras partes do corpo, ou ainda o chamado beijo de língua, em que as pessoas que se beijam mantêm a boca aberta enquanto trocam carícias com as línguas.
Consta que um único beijo movimenta 29 músculos: 12 dos lábios e 17 da língua. Beijar na, boca também queima calorias, acelera o batimento cardíaco libera um hormônio chamado serotonina, que melhora humor e produz uma sensação de bem-estar e felicidade. Mas de acordo com pesquisadores, cerca de 250 espécies diferentes de vírus e bactérias são transmitidas através do beijo.
Um beijo não é apenas um beijo
Filematólogos, os cientistas que estudam o beijar, não estão exatamente certos do porquê de os humanos começaram a juntar os lábios. A teoria mais provável é que originou das mães primatas ao repassar alimentos mastigados para os seus bebês desdentados. O contato dos lábios com lábios pode ter sido transmitido ao longo da evolução, não só como um meio necessário de sobrevivência, mas também como uma forma geral, para promover o vínculo social e como expressão do amor.
Os historiadores não sabem muito sobre a história inicial do beijo. Quatro textos em Sânscrito Védico, escritos na Índia por volta de 1500 a.C., parecem descrever pessoas se beijando. Isso não significa que ninguém tenha se beijado antes, nem que os indianos tenham sido os primeiros a se beijar. Os artistas e escritores podem ter considerado o beijo particular demais para ser descrito na arte ou literatura.
Mas algo aconteceu, obviamente com o beijar desde o tempo da passagem dos alimentos mastigados. O beijo que nós associamos com namoro romântico pode nos ajudar a escolher um bom companheiro, enviam sinais químicos, e fomentar relacionamentos de longo prazo. Tudo isso é importante na procriação, o objetivo final da evolução bem-sucedida.
Não há muitos registros sobre os beijos no mundo ocidental até a época do Império Romano. Os romanos costumavam usar o beijo para cumprimentar amigos e familiares. Os cidadãos beijavam a mão do Imperador e, naturalmente, as pessoas beijavam seus parceiros. Os romanos tinham três categorias para o beijo:

    * osculum era um beijo na bochecha
    * basium era um beijo nos lábios
    * savolium era um beijo profundo 

O beijo também teve sua função nos primórdios da Igreja Cristã. Os cristãos com frequência se cumprimentavam com um osculum pacis, ou beijo sagrado. De acordo com essa tradição, o beijo sagrado causava uma transferência de espírito entre as duas pessoas que se beijavam. A maioria dos pesquisadores acredita que o objetivo desse beijo era estabelecer vínculos familiares entre os membros da igreja e fortalecer a comunidade.
Atualmente, a maioria das culturas em todo o mundo pratica o beijo, mas possui diferentes opiniões sobre quando e onde o beijo é apropriado. Nos anos 90, vários artigos na mídia relatavam uma tendência entre os jovens de beijar em público no Japão, um país onde o beijo tradicionalmente era visto como uma atividade privada.
Beijar nos permite chegar perto o suficiente de um companheiro para avaliar características essenciais sobre um dos dois e nenhum de nós estamos consciente do que acontece. Uma parte desta troca de informações é facilitada mais provável por feromônios, sinais químicos que são passados entre os animais para ajudar a enviar mensagens. Sabemos que os animais usam feromônios para alertar seus companheiros de coisas como o acasalamento, as fontes de alimento, e perigo, pesquisadores acreditam que os feromônios podem desempenhar um papel no comportamento humano também. Embora os órgãos vomeronasal, que são responsáveis pela detecção de feromônios uma das funções do cérebro em animais, são pensados para ser vestigial e inativos nos seres humanos, a pesquisa indica que nós nos comunicamos com produtos químicos. 
Germes com o beijo?
A maioria das pessoas sabe que bocas são locais repletos de germes. O beijo está diretamente relacionado a algumas doenças:

    * a mononucleose é frequentemente chamada de "febre do beijo" devido ao fato de ser transmitida na saliva e poder se disseminar através do beijo;
    * o vírus da herpes simples 1 é facilmente transmitido através do beijo;
    * embora o beijo não cause necessariamente meningite,  pesquisadores detectaram um correlação entre o número de parceiros de beijo dos adolescentes e a probabilidade de desenvolver a doença;
    * alguns pesquisadores afirmam que as bactérias que causam úlcera gástrica podem se disseminar através do beijo;
    * embora seja improvável que uma pessoa contraia o vírus da imunodeficiência humana (HIV) através do beijo, o Centro de Controle de Doenças dos EUA relatou um caso de transmissão de HIV ocorrida dessa forma;

De qualquer forma, beijar sempre é bom, o ideal seria beijar todo dia. E por falar em dia, o dia do beijo é 13 de abril, só para constar.


Fontes:

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