27 de janeiro de 2011

Everything

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Tudo se perdeu
Tudo se encontrou
Tudo está lá fora
Tudo está aqui dentro
Tudo o que se foi
Tudo foi deixado
Aqui,
Agora,
Nada foi embora.

25 de janeiro de 2011

Mais "Dosis Diarias" de Alberto Montt

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Mais uma vez postamos aqui os desenhos de Alberto Montt, um ótimo ilustrador chileno, que diariamente publica em seu blog, suas charges. Ele dá vazão a trocadilhos e outras ideias  diariamente em suas “dosis diarias”. Algumas são tão boas, que mesmo tentando se controlar para não rir no trabalho, você acaba deixando escapar um sorriso no canto da boca. Isso sem comentar seu aprimorado traço, e as cores quase sempre opacas, mas que não tiram a vida do desenho. Abaixo, algumas de suas charges mostrando um pouco do cotidiano da vida, e até elementos de nossa época como o FaceBook.







Fonte: Dosis Diarias

24 de janeiro de 2011

EPIGRAMA Nº 1

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Cortei o fio que antes me conectava à realidade
Caminho na escuridão total

Meu mundo apagou-se
Sinto, mas tenho que desligar.

23 de janeiro de 2011

Três poemas que recomendo

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Soneto de Fidelidade


De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

Vinicius de Moraes (1913-1980)


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Quando se vê

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira…
Quando se vê, já terminou o ano…
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.

Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.

Desta forma, eu digo: não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo, a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais.

Mário Quintana (1906-1994)


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No meio do caminho

No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.

Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.

Carlos Drummond de Andrade (1902-1987)

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21 de janeiro de 2011

Bond, James Bond

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Apreciador de vodka-martini (batido, não mexido) exímio atirador com licença 00 para matar (sétimo agente desta categoria especial, daí seu código 007) e perito em artes marciais, combate o mal pelo mundo (muitas vezes contra a URSS nos tempos de Guerra Fria), a serviço de Sua Majestade, a rainha inglesa, sempre com charme, elegância e cercado de belas mulheres, sempre se apresentando com a famosa frase "Meu nome é Bond, James Bond".
James Bond, filho único,  nasceu de um pai escocês, Andrew Bond de Glencoe e mãe suíça, Monique Delacroix, que foram mortos quando ele tinha apenas 12 anos de idade. Porém, muito da vida anterior de James Bond permanece sem respostas, o que é conveniente a um agente secreto. Órfão, estudou em muitas escolas de prestígio antes de se alistar na Marinha Real durante a Segunda Guerra Mundial, na qual chegou ao posto de comandante. Depois da Guerra, ele entrou para o Serviço Secreto de Inteligência Britânico conhecido com MI6, uma abreviação em inglês de Sexta Divisão do Diretório da Inteligência Militar.
O estilo refinado, o gosto pelo jogo, a incapacidade de resistir a belas mulheres, a astúcia e a inteligência de James Bond foram inspiradas num personagem da vida real, Dusko Popov, um iugoslavo que atuou como agente duplo durante a Segunda Guerra Mundial.

James Bond já foi interpretado por seis atores:

Sean Connery (1962–1967;1971;1983)
007 contra o satânico Dr. No 1962
Moscou contra 007 1963
007 contra Goldfinger 1964
007 contra a chantagem atômica 1965
Com 007 só se vive duas vezes 1967
007 - Os diamantes são eternos 1971
007 - Nunca mais outra vez 1983 (não faz parte da saga oficial)   
George Lazenby (1969)
007 a serviço secreto de Sua Majestade 1969
Roger Moore (1973–1985)
Com 007 viva e deixe morrer 1973
007 contra o homem com a pistola de ouro 1974
007 - O espião que me amava 1977
007 contra o foguete da morte 1979
007 - Somente para seus olhos 1981
007 contra Octopussy 1983
007 na mira dos assassinos 1985

Timothy Dalton (1987–1989)
007 marcado para a morte 1987
007 - Permissão para matar 1989
Pierce Brosnan (1995–2002)
007 contra GoldenEye 1995
007 - O amanhã nunca morre 1997
007 - O mundo não é o bastante 1999
007 - Um novo dia para morrer 2002
Daniel Craig (2006–presente)
007 - Cassino Royale 2006
007 - Quantum of Solace 2008

O que não pode faltar num filme de 007
Com o passar do tempo, a essência da obrigação continua a mesma, os gadgets, vilões, bond-girls e aventuras, mesmo que o ator James Bond mude para acompanhar os tempos.

Os mirabolantes vilões;
Os gadgets mortais e de alta tecnologia;
As suas canções-tema;
As maravilhosas bond-girls. 

Os mirabolantes vilões
Muitos vilões da cinesérie já tentou várias vezes tentatar assassiná-lo, mas poucos chegaram perto disso. Os caras maus em 007 são sempre excêntricos, megalomaníacos, estranhos e com intenções desprezíveis. Entre os mais conhecidos e ameaçadores estão:
Clique na imagem para melhor visualizar
Dr. Julius No do primeiro filme (Dr.No), sua intençao era "derrubar" mísseis americanos, financiado pela SPECTRE (Executiva Especial para Contra-Terrorismo, Vingança e Extorsão), tinha peculiaridade física mãos de metal. Tentou matr James Bond afogando-o em um poço de ventilação e batendo nele com as mãos de metal. Um dos mais ameaçadores. 

Auric Goldfinger de 007 contra Goldfinger, com seus cabelos cor de cenoura, tenta matar 007 vaporizando-o com uma bomba nuclear de cobalto e iodo no interior do depósito de ouro em Fort Knox. 

Ernst Stavro Blofeld nº 2 em A serviço secreto de Sua Majestade, tem a intenção de criar uma guerra bacteriológica ainda a serviço da SPECTRE, da qual era chefe, uma característica marcante e imitada era sua careca e a falta dos lóbulos da orelha. 

Dr. Kananga (também conhecido como Mr. Big) em Com 007 viva e deixe morrer é um Barão da droga. Ele tenta matar Bond com tubarões.

Outros:
Dentes de Aço

Rosa Klebb de Moscou contra 007;
Emilio Largo de 007 contra a chantagem atômica;
Ernst Stavro Blofeld # 1 de Com 007 só se vive duas vezes;
Ernst Stavro Blofeld # 3 de Os diamantes são eternos;
Francisco Scaramanga de 007 contra o homem com a pistola de ouro;
Karl Stromberg de O espião que me amava;
Hugo Drax de 007 contra o foguete da morte;
Aristóteles Kristatos de Somente para seus olhos;
Kamal Khan de 007 contra Octopussy;
Max Zorin de 007 na mira dos assassinos;
General Georgi Koskov de Marcado para a morte;
Franz Sanchez de Permissão para matar;
Alec Trevelyan (também conhecido como Janus) de GoldenEye;
Elliot Carver de O amanhã nunca morre;
Renard de O mundo não é o bastante;
Le Chiffre de Cassino Royale;
Entre outros. 


Os gadgets mortais e de alta tecnologia

Por trás das gadgets está Q
 A vida de James Bond foi salva muitas vezes ao longo da série por dispositivos fornecidos por Q que tem atribuição de produzir engenhocas para ajudar os agentes 00 em campo. Q produziu certamente uma grande variedade de gadgets e carros para auxilaiar qualquer agente 00. Muitas eram de certa forma selvagens ou malucas, bizarras ou extravagantes, o que foi sempre intenção Q. James Bond foi agraciado com vários carros e veículos com "opcionais" instalado. "Assento ejetor? Você está brincando!" Com o tempo os gadgets evoluíram, assim como a tecnologia empregada. Em Moscou contra 007, James Bond usa um pager e um telefone dentro de seu carro, na época só em filme. Teve o primeiro relógio digital jamais visto antes, controle remoto para o BMW 750i, e muitas outras. 

As suas canções-tema
Sem a trilha sonora, os filmes de Bond ficaria desprovido daquele clima de espionagem imitado e copiado depois de 007, principalmente a música tema, reconhecida e imitada. As músicas dos créditos de abertutura são sempre esperadas por quem vê os filme, um espetáculo a parte. Algumas se tornam inesquecíveis. As músicas além de fazer mais que simplesmente oferecer som de fundo, é capaz de ficar na memória e revogar em na mente aquelas cenas no filme. Ela fornece a atmosfera das cenas a ser mostradas (mas, nem todos foram bem sucedidas). 

As maravilhosas bond-girls
Evoca, a expressão bond-girl muitas imagens como a de Ursula Andress emergindo do mar de biquíni, Shirley Eaton nua cobertas com tinta de ouro. Estas são apenas algumas dos rostos femininos dados a série ao longo dos anos.
Embora seja um pré-requisito que para ser uma bond-girl tem de ser linda e deslumbrante, às vezes em vários filmes a personagem é limitada em profundidade e extensão, dando a impressão que a atriz é como uma personagem jogada. Mas elas, muitas vezes, desempenham um papel altamente inteligente como vilãs, agentes e outros profissionais muitas vezes desempenhando um papel melhor que o próprio Bond.
As bond-girls têm se tornando nitidamente mais complexa e desfrutando de uma maior liberdade e possibilidades com papéis nos filmes. Bom, enquanto há James Bond 007, sempre haverá bond girls.
Na Literatura
Casino Royale foi o primeiro livro onde James Bond apareceu, lançado em 1953 por Ian Fleming que escrevia um livro a cada ano em casa na Jamaica chamada de GoldenEye. Sua morte foi em 1964. Seus herdeiros publicaram duas obras após sua de morte: The Man with the Golden Gun e Octopussy and The Living Daylights. James Bond estrelou ao total 38 livros, o Cinema adaptou alguns.

Vida longa a James Bond, o espião mais conhecido do mundo.
 
Sean Connery, George Lazenby, Roger Moore, Timothy Dalton, Pierce Brosnan, Daniel Craig como James Bond, nesta ordem

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