12 de maio de 2013

Infantilização de cartazes cinematográficos

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Já percebeu que as capas dos filmes da Disney no Cinema e em DVD são diferentes?

Há certa disparidade entre a arte dos filmes, muitas vezes os cartazes de filmes infantis e seus lançamentos em DVD mostra a elegância de um, e no outro um exagero de cores brilhantes e rostos sorridentes, incluindo os personagens secundários que também aparecem.

Para exemplos do que estou dizendo, veja na galeria abaixo:

 










2 de maio de 2013

Quer melhorar a memória? Dica aqui e agora:

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Quer melhorar a memória? Esqueça as coisas

Por Natasha Romanzoti do Hypescience.com

Problemas de memória? O melhor a se fazer, para poder se lembrar, é esquecer. Sim; cientistas descobriram que, quanto melhor você é em esquecer, melhor você é em lembrar.
Como isso funciona: para se lembrar de fatos que são importantes na sua vida hoje, você tem que ser capaz de abrir mão de informações que você não precisa mais.


Por exemplo, se alguém lhe perguntar quem é o presidente atual do Brasil, você pode se lembrar de Fernando Henrique Cardoso, ou Lula. Claro, isso está incorreto. Então você tem que arrumar uma maneira de não pensar sobre FHC ou Lula, para poder se lembrar de que a presidente atual do Brasil é a Dilma Rousseff.
Claro, você não precisa se esquecer pra sempre dos outros presidentes do Brasil. Seu cérebro está cheio de informações, e para que você tenha informações importantes ao seu alcance – na ponta da língua -, tem que se esquecer de fatos que não são imediatamente necessários.
É como os seus pertences: coisas importantes que você pode armazenar em sua mesa. Coisas menos importantes, você coloca numa gaveta. Outras, você deixa ao alcance de sua mão. Se você realmente precisar do que estiver na gaveta, é só buscar o que você precisa, mas é mais difícil o acesso a ela.
Para ter uma noção de como o cérebro se esquece, a fim de se lembrar, pesquisadores realizaram algumas experiências.


Em uma delas, os voluntários receberam uma lista de seis palavras relacionadas; uma lista de seis frutas, por exemplo.
Em seguida, os voluntários tiveram que fazer um teste simples em que a categoria foi listada junto com a primeira letra de três itens, seguidos por um espaço em branco a ser preenchido. Por exemplo, categoria “frutas” seguido por um “L” de laranja, ou “M” de maçã.
Depois disso, os voluntários fizeram o mesmo teste, mas desta vez com letras iniciais para todos os seis itens. Os voluntários facilmente se lembraram dos três itens que estavam no outro teste. Os outros três foram muito mais difíceis de lembrar. Suas memórias desses itens haviam sido “perdidas”.
O experimento explica o que acontece quando trocamos de número de telefone, por exemplo. Uma vez que você aprendeu o novo número, é quase impossível recordar o antigo. E isso faz sentido, pois seria muito difícil para nós se lembrar de cada número de telefone que já tivemos.
Os pesquisadores afirmaram que algumas pessoas são melhores em “esquecer para lembrar” do que outras. Essas pessoas tendem a ser melhores em resolução de problemas, o que tem a ver com a maneira como seus cérebros organizam a informação, que as ajuda a pensar.
E você? É melhor em lembrar, ou esquecer?

Soro da Memória, Como Fazer?

Por Sergio de Souza do Hypescience.com

O soro da memória contém proteínas, peptídios e lipídios. Eles ajudam os neurônios a formar a sua rede através das sinapses.
Para fazê-lo usamos o soro do leite que é a parte líquida restante após retirarmos o material branco espesso. Essa “água” do leite é que é usado no soro. O leite usado para o soro deve ser A ou B, de saquinho.


Este suco da memória é um coadjuvante da saúde. Em três meses é possível observar diferenças no sono, na memória e no aprendizado. Você tem que tomar apenas 100 ml, meio copo, toda noite antes de dormir.
Quem o toma descansa melhor e aprende melhor o que ocorreu durante o dia.
Receita do soro da memória:
  • Misture em cada litro de leite (A ou B) o suco de um limão.
  • Ele deve ficar descansando entre quatro e doze horas, até coagular.
  • Em seguida você deve coar para separar a parte sólida da líquida, com uma peneira bem fina. O líquido resultante é é o soro da memória.
Ele deve ser conservado em geladeira por três ou cinco dias e pode até ser congelado.
O soro da memória tem um gosto leve de suco de limão e deve ser tomado diariamente para que o descanso tenha maior qualidade e você fique com o cérebro mais tranquilo. Assim você vai aprender melhor as tarefas que realiza.






1 de maio de 2013

10 Incríveis animais extintos

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Você sabia que 99,9% de todas as espécies que já existiram na Terra estão extintas?
É uma pena que as coisas aconteçam desse jeito; seja evolução, destino, ou culpa do homem, nem todos os animais que já passaram por aqui continuam circulando.
Confira 10 deles, incríveis, que você nunca terá a chance de conhecer:
Por Natasha Romanzoti do site Hipescience.com


1 – Tiranossauro rex (extinto 65 milhões de anos atrás)


O tiranossauro foi um dos maiores animais terrestres de todos os tempos, medindo 13,2 metros de comprimento e 5,06 metros de altura, com uma massa estimada de até 7 toneladas. Como outros Tyrannosauridae, o tiranossauro era um carnívoro bípede, com um crânio maciço, equilibrado por uma cauda longa e pesada. Em comparação aos membros posteriores poderosos, os dianteiros eram pequenos e ele tinha somente dois dedos. Fósseis de T. rex foram encontrados em formações rochosas norte-americanas que datam dos últimos três milhões de anos do período Cretáceo, aproximadamente 68,5 a 65,5 milhões de anos atrás (um dos últimos dinossauros a existir). Mais de 30 espécimes de T. rex foram identificadas, algumas com esqueletos quase completos. A abundância de material fóssil permitiu pesquisas significativas em muitos aspectos de sua biologia, incluindo história de vida e biomecânica.

2 – Quagga: metade zebra, metade cavalo (extinto desde 1883)


Uma das mais famosas espécies extintas da África, o quagga era uma subespécie de zebra das planícies. Distinguia-se de outras zebras por ter as marcas habituais apenas na parte frontal do corpo. No meio do corpo, as listras desbotavam e escureciam, até chegar a um marrom. O nome vem de uma palavra do dialeto Khoikhoi para zebra e é onomatopeica, sendo dita para assemelhar-se ao som que o quagga faz. O quagga foi classificado originalmente como uma espécie individual, Equus quagga, em 1788. Ao longo dos próximos cinquenta anos ou mais, muitas outras zebras foram descritas pelos naturalistas e exploradores.
Por causa da grande variação nos padrões de pelagem (não há duas zebras iguais), os taxonomistas ficaram com um grande número de “espécies”, sem maneira fácil de saber qual delas eram espécies verdadeiras, quais eram subespécies, e quais eram simplesmente variantes naturais. Muito antes dessa confusão ser resolvida, o quagga havia sido caçado até a extinção por sua carne e pele. O último quagga selvagem foi provavelmente registrado no final de 1870, e o último exemplar em cativeiro morreu em 12 de agosto de 1883 em Amsterdam. O quagga foi a primeira criatura extinta a ter seu DNA estudado. Recentes pesquisas genéticas demonstraram que ele não era de fato uma espécie separada, mas uma variável da zebra das planícies.

3 – Tilacino: tigre da Tasmânia (extinto desde 1936)


O tilacino foi o maior marsupial carnívoro conhecido dos tempos modernos. Nativo da Austrália e Nova Guiné, acredita-se que foi extinto no século 20. É comumente conhecido como tigre da Tasmânia (devido a suas costas listradas) ou lobo da Tasmânia.
Foi o último membro sobrevivente de seu gênero, Thylacinus, embora um número de espécies aparentadas tenha sido encontrado nos registros fósseis que datam do início do Mioceno.
O tilacino foi extinto no continente australiano milhares de anos antes da colonização europeia, mas sobreviveu na ilha da Tasmânia junto com um número de espécies endêmicas, como o diabo da Tasmânia. A caça intensiva encorajada por recompensas é geralmente a culpada por sua extinção, mas outros fatores podem ter contribuído, como doenças, a introdução de cães e a invasão humana de seu habitat. Apesar de ser oficialmente classificado como extinto, de vez em quando há relatos de que ele foi avistado.

4 – Dugongo-de-steller (extinto desde 1768)


Encontrado perto da costa asiática do Mar de Bering, o animal foi descoberto em 1741 pelo naturalista Georg Steller. O dugongo-de-steller tinha até 7,9 metros de comprimento e pesava até 3 toneladas, muito maior do que peixes-boi e dugongos (outros mamíferos marinhos). Tinha duas patas dianteiras e uma cauda parecida com a de uma baleia. De acordo com Steller, ele nunca ia para a costa, vivia sempre na água. Sua pele era negra e grossa, como a casca de um carvalho, sua cabeça era pequena em relação ao corpo, e ele não tinha dentes. Era completamente inofensivo. Fósseis indicam que o animal era anteriormente difundido ao longo da costa do Pacífico Norte, alcançando o sul do Japão e da Califórnia. Dada a rapidez com que sua população foi eliminada, é provável que a chegada dos seres humanos na área foi a causa de sua extinção. Há ainda relatos esporádicos de animais parecidos com o dugongo-de-steller na área de Bering e Groenlândia, por isso tem sido sugerido que pequenas populações do animal podem ter sobrevivido até os dias atuais (o que não foi provado).

5 – Alce irlandês: o maior cervo (extinto cerca de 7.700 anos atrás)


O alce irlandês foi o maior veado que já existiu. Ele viveu na Eurásia, da Irlanda a leste do lago Baikal, durante o Pleistoceno. Os últimos restos conhecidos da espécie datam de cerca de 5.700 a.C., ou cerca de 7.700 anos atrás. O cervo gigante é famoso por seu tamanho, cerca de 2,1 metros de altura até os ombros, e em especial por ter a maior galhada de qualquer cervídeo conhecido (máximo de 3,65 metros, ponta a ponta, pesando até 40 quilos).
Há uma certa discussão da causa de sua extinção; alguns têm sugerido que a caça foi um fator que contribuiu para seu desaparecimento, como muito da megafauna pré-histórica. Já outros consideram o tamanho do seu chifre, que certamente restringia a circulação dos machos em regiões da floresta. Mas a evidência para a caça excessiva não é confiável, e sendo uma espécie continental, ele teria coevoluído com os seres humanos ao longo da sua existência e, presumivelmente, se adaptado à sua presença.

6 – Tigre do cáspio: o terceiro maior tigre (extinto desde 1970)


O tigre do Cáspio ou tigre persa era uma subespécie de tigre encontrada no Irã, Iraque, Afeganistão, Turquia, Mongólia, Cazaquistão, no Cáucaso, Tajiquistão, Turquemenistão e Uzbequistão até que, aparentemente, desapareceu na década de 1970. De todos os tigres do mundo, era o terceiro maior. Seu corpo era forte com pernas longas, patas graúdas e garras excepcionalmente grandes. As orelhas eram curtas e pequenas. O tigre do Cáspio tinha bastante pelo no rosto; no resto do corpo, era longo e grosso. A coloração era semelhante à do tigre de Bengala. Os machos eram muito grandes e pesavam 169 a 240 quilos. As fêmeas não eram tão grandes, pesando 85 a 135 quilos. Ele também é um dos animais extintos ocasionalmente “avistados”.

7 – Auroque: tipo grande de gado (extinto desde 1627)


Um dos mais famosos animais europeus extintos, o auroque ou urus (Bos primigenius) era um tipo muito grande de gado. Eles evoluíram na Índia há cerca de dois milhões de anos, migraram para o Oriente Médio e Ásia, e chegaram à Europa cerca de 250.000 anos atrás. Até o século 13, os auroques eram limitados à Polônia, Lituânia, Moldávia, Transilvânia e Prússia Oriental. O direito de caçar animais grandes em qualquer terreno era restrito aos nobres e, gradualmente, à realeza. Como sua população diminuiu, a caça terminou, e a corte forneceu campos abertos para o auroque pastar. Sua caça era punível com morte. Em 1564, apenas 38 animais existiam, de acordo com o levantamento real. O último, uma fêmea, morreu em 1627 na Floresta Jaktorów, na Polônia. Seu crânio foi posteriormente tomado pelo exército sueco.
Na década de 1920, dois funcionários de um zoológico alemão, os irmãos Heinz e Lutz Heck, tentaram “recriar” o auroque a partir de gado doméstico, que eram seus descendentes. O apelo era baseado na concepção de que a espécie não está extinta, desde que todos os seus genes ainda estejam presentes em uma população. O resultado é o chamado gado da raça Heck, ou “auroques Heck”, que tem uma semelhança incompleta com a fisiologia dos auroques selvagens.

8 – Arau-gigante (extinto desde 1844)


O arau-gigante foi a única espécie do gênero Pinguinus a sobreviver até tempos recentes. Com cerca de 75 centímetros de altura e pesando 5 quilos, o animal, que não podia voar, foi o maior do grupo dos alcídeos. Tinha penas brancas e pretas brilhantes. No passado, foi encontrado em um grande número em ilhas do leste do Canadá, Groenlândia, Islândia, Noruega, Irlanda e Grã-Bretanha, mas acabou sendo caçado até a extinção. Restos encontrados na Flórida, EUA, sugerem que pelo menos ocasionalmente as aves se aventuraram até o sul no inverno (o que ocorreu até o século 14, mais ou menos).

9 – Leão das cavernas: um dos maiores (extinto há 2.000 anos)


O leão das cavernas é uma subespécie extinta de leão conhecida a partir de fósseis e uma grande variedade de arte pré-histórica. Esta subespécie foi um dos maiores leões; um macho adulto, encontrado em 1985 perto de Siegsdorf (Alemanha), tinha uma altura de cerca de 1,2 metros e um comprimento de 2,1 metros sem a cauda, que é aproximadamente o mesmo tamanho de um leão moderno muito grande. Ele pode ter sido em torno de 5 a 10% maior do que os leões modernos. Aparentemente, foi extinto cerca de 10.000 anos atrás, durante a glaciação de Würm, embora haja alguns indícios de que pode ter existido até 2.000 anos atrás, nos Balcãs.

10 – Dodô: ave extinta por causa do homem (extinto desde finais do século 17)


O dodô (Raphus cucullatus) era uma ave não voadora que habitava a ilha de Maurício. Parente dos pombos, tinha cerca de um metro de altura, comia frutas e fazia ninho no chão. O dodô foi extinto desde meados até o final do século 17. É comumente utilizado como o arquétipo de uma espécie extinta, pois a sua extinção ocorreu durante a história humana, e foi diretamente atribuída à atividade humana. Existem até expressões como “morto como um dodô”, que significa morto sem dúvida alguma, dentre outras.

24 de abril de 2013

Sr. Ailuro

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"Gatos pretos não cruzam meu caminho, eu cruzo caminho de gatos pretos". Nenhum gato da vizinhança saia às ruas quando ele estava por perto.

15 de abril de 2013

10 Coisas que você deve saber sobre o café

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O café é a bebida mais famosa do mundo e é ingerida em todos os cantos, pela maioria das pessoas.

 Por Alessandra Nogueira



10. A cafeína pode te matar

Mas você teria que tomar entre 80 a 100 xícaras rapidamente, dizem os especialistas. Nós aconselhamos que você não tentasse.

9. Café pode ser bom para você

Um estudo mostrou que a maioria dos antioxidantes ingeridos nos EUA vem da sua dose diária de café. Uma a duas xícaras por dia parece ser benéfico. Ou, se você não gosta de café, pode tentar chá preto, a segunda fonte de antioxidantes mais consumida. Bananas, grãos desidratados e milho também entram nas cinco mais consumidas.

8. A cafeína pode aumentar a libido da mulher

Ao menos funcionou em ratos. Mas os pesquisadores afirmaram que em humanos o café pode melhorar a experiência sexual apenas em pessoas que não são usuários habituais da bebida.

7. A cafeína pode diminuir a dor

Doses moderadas de cafeína — o equivalente a duas xícaras de café — podem reduzir significativamente a dor muscular pós-academia. Mas a pesquisa foi realizada em pessoas que não são usuários regulares.

6. A cafeína pode sim mantê-lo acordado durante a noite

Especialistas de saúde aconselham evitá-lo seis horas antes de ir para a cama. (A não ser que você esteja querendo o efeito do item no 8).

5. Café descafeinado tem cafeína!

Se você beber entre 5 e 10 xícaras de café sem cafeína, você pode ingerir a mesma cafeína de um ou dois copos de café comum, um estudo descobriu.

4. O processo de descafeinação utiliza produtos químicos

Os grãos são colocados sob vapor, portanto a cafeína vem à superfície e o grão é lavado utilizando um solvente orgânico chamado cloreto de metileno.

3. A cafeína não é a culpada pelo sabor amargo

A cafeína não é o principal composto amargo no café. Neste caso os culpados são os antioxidantes.

2. Os melhores cafés dependem de torragem

Quando se fala de sabor na química do café, o que importa é a torragem e mistura. Durante a torragem, o óleo armazenado no interior dos grãos começam a emergir em torno de 200o C. Quanto mais óleo, mais forte o sabor. A quantidade de cafeína é maior quanto maior for o tempo do contato do pó com a água, portanto café comum tem maior teor de cafeína do que um expresso, por exemplo. Grãos mais escuros também contém mais cafeína.

1. O café foi descoberto por bodes

Um milênio atrás no sopé de uma montanha na África, um rebanho de cabras manteve um pastor acordado durante a noite toda depois de se banquetearem com grãos de café vermelhos. O pastor levou a descoberta dos animais para alguns monges e longas sessões de orações se sucederam. É uma boa história, de qualquer maneira.


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