Mostrando postagens com marcador Listas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Listas. Mostrar todas as postagens

28 de dezembro de 2015

20 tradições românticas de Natal e Ano Novo por todo o mundo

0 opiniões
Feliz Natal! Para comemorar essa data, confira abaixo 20 ilustrações de tradições natalinas incomuns ou românticas que ocorrem por todo o mundo.

Os desenhos foram feitos pelo pessoal do site Bored Panda em colaboração com a artista Marie Muravski.

Áustria

tradicoes romanticas natal 1
No dia 4 de dezembro, Dia de Santa Bárbara, um único galho de cerejeira é colocado em um copo com água. Se uma flor brotar antes da noite de Natal, significa boa sorte e um casamento próximo.

Portugal

2
Durante a refeição na manhã de Natal, lugares vazios são colocados à mesa para que os espíritos dos falecidos possam participar das comemorações.

Bielorrússia

3
Pilhas de milho são colocadas em frente a mulheres solteiras, e em seguida um galo é solto. A pilha que o galo escolher será da próxima mulher a se casar.

Reino Unido

4
Debaixo de um visco, as pessoas se beijam. Símbolo druida de fertilidade, o beijo embaixo do visco ficou popular na Inglaterra no século 18.

Ucrânia

5
Reza a lenda que, ao ouvir os lamentos de uma viúva que não tinha dinheiro para decorar sua árvore de Natal, uma aranha teceu suas teias em volta dela. Hoje em dia, as pessoas escondem uma aranha dentro da árvore para boa sorte.

Suécia

6
Quem encontrar a amêndoa em uma sobremesa típica (pudim de arroz), será o próximo a casar.

Finlândia

7
No primeiro dia do ano, latas de metal são derretidas e colocadas em baldes de água gelada. As formas resultantes são usadas para prever o futuro. Os solteiros ficam na esperança de encontrar formatos de anéis e corações.

Itália

8
Na noite de Réveillon, homens e mulheres usam roupas íntimas coloridas para trazer boa sorte. É melhor caprichar se quiser ter sorte na noite em ocasião.

Venezuela

9
As famílias passam suas manhãs na semana anterior ao Natal indo à missa de patins. As estradas são fechadas para garantir a segurança das pessoas.

República Tcheca

10
Nessa época do ano, as solteiras testam suas chances de casamento jogando um único sapato para trás, por cima do ombro. Se a ponta acabar apontando para a porta, as chances são boas.

Haiti

11
Crianças deixam sapatos cheios de palha debaixo da árvore de Natal, na esperança de que o Papai Noel leve os sapatos e deixe presentes em seu lugar.

Japão

12
Os japoneses tratam o Natal como o Dia dos Namorados. O jeito mais popular para os casais comemorarem é indo à rede de fast food KFC. Isso é tão popular que reservas são obrigatórias.

Groenlândia

13
Tradicionalmente, a noite de Natal é o único dia do ano no qual os homens Inuit servem suas mulheres, fazendo tudo o que elas pedem. Chega a manhã do dia de Natal, e a mordomia acaba. As mulheres têm que esperar mais um ano antes de receber uma xícara de chá na cama novamente.

México

14
Na cidade de Oaxaca, no dia 23 de dezembro, as famílias se reúnem para esculpir figuras de natividade a partir de rabanetes. As melhores são exibidas durante as festas na praça principal.

Filipinas

15
Depois da meia-noite, as pessoas se reúnem para banquetear. Isso é conhecido como “Noche Buena”. A comida mais visada é o “kesi de bola”, uma bola de queijo.

Polônia

16
Durante a ceia de Natal, palha é colocada debaixo da toalha da mesa, para simbolizar o nascimento de Jesus na manjedoura. Os convidados, um a um, removem as palhas para descobrir seu futuro: verde simboliza sorte ou casamento, enquanto amarelo simboliza mais um ano de solteirice.

Espanha

17
Na Catalunha, um tronco é “alimentado” com doces durante a quinzena antes do Natal. Na noite da ceia natalina, os convidados “batem” no tronco para poderem colher as delícias. A brincadeira é conhecida como “Caga Tio”.

Grécia

18
Em Thessaly, homens colocam um pedaço de cedro, e mulheres um pedaço de cerejeira branca, em uma fogueira. Os galhos que queimarem mais rápido simbolizam boa sorte e casamento próximo.

EUA

19
Em muitos estados americanos, as árvores de Natal são decoradas, estranhamente, com picles. A ideia parece vir da Guerra Civil, quando o soldado John C. Lower, com medo de morrer de fome, implorou a seu captor por um pepino em conserva. Ele se convenceu de que esse ato de misericórdia salvou sua vida, e daí nasceu a tradição.

Por todo o mundo

20
Em muitos lugares do globo, existe uma tradição de beijar à meia-noite do Ano Novo. De onde ela vem, é um mistério. Algumas fontes dizem que pode ter se originado no festival romano Saturnália, em honra ao deus Saturno, que era celebrado em dezembro, no solstício de inverno.
 
Você encontra este post em Hypescience.com e Boredpanda.com

23 de novembro de 2013

Qual são cidades mais antigas do mundo?

3 opiniões
Acredita-se que a cidade mais antiga do mundo que ainda existe seja Jericó, na Palestina (Oriente Médio), perto do Rio Jordão. Fundada há cerca de 8.000 anos, tinha entre 2.000 e 6.000 habitantes na Antiguidade. Hoje, possui mais de 20 mil. Elas resistiram ao tempo, às guerras e às invasões – e estão mais inteiras que muita capital por aí. Conheça os municípios habitados mais velhos de que se tem notícia.

Queda de Jericó

CARACTERÍSTICAS - No passado, as primeiras cidades eram cercadas por muralhas de rochas ou madeira, que protegiam a população dos invasores. Existia um líder, tipo de rei ou juiz, e uma construção principal que abrigava o governo. Em geral, contavam com um ou vários templos religiosos, praças e mercados. Ao redor dos muros, tinha área para agricultura e pecuária. Costumavam buscar água no rio mais próximo. Com o passar dos séculos, as cidades evoluíram muito. Hoje, grande parte possui tecnologia moderna, água encanada e eletricidade.

10. BEIRUTE (Líbano) - A terra tremeu
Primeiras ocupações: 3000 a.C.
Sofreu terremotos no século 6 e caiu no poder dos árabes no século seguinte. Durante as Cruzadas, foi disputada por cristãos e muçulmanos e, depois de um período de domínio turco e egípcio, absorvida pelo Império Otomano. Tornou-se capital do Líbano em 1946 e foi considerada, por algumas décadas, a “Paris do Oriente” pelo seu desenvolvimento urbano e cultural. Mas isso só até a Guerra Civil do país, em 1975.
9. ARGOS (Grécia) - Isto (não) é Esparta
Primeiras ocupações: Entre 3200 e 3000 a.C.
É o município mais antigo ainda habitado da Grécia e, entre 1600 e 1050 a.C., bombou como um dos maiores centros comerciais. Depois do século 6 a.C., viu seu prestígio diminuir, ofuscada por Esparta. Na época medieval, a cidade foi conquistada pelos cruzados, venezianos e otomanos. Com a Guerra da Independência Grega (1821-1829), retomou seu território.
8. SÍDON (Líbano) -  Vizinha do Exorcismo
Primeiras ocupações: Entre 4000 e 3000 a.C.
É diversas vezes citada no Novo e no Velho Testamento. Segundo o Evangelho de Marcos, Jesus teria expulsado o demônio do corpo de uma mulher perto de Sídon. A cidade também sofreu saques durante as Cruzadas, até que foi destruída pelos sarracenos, em 1249. Pouco tempo depois, em 1260, foi atacada pelos mongóis. As muralhas danificadas ainda podem ser vistas por quem vai até a cidade.
7. PLOVDIV (Bulgária) - Vovó da Europa
Primeiras ocupações: Entre 4000 e 3000 a.C.
Considerada a cidade europeia mais antiga a ser habitada, ela era chamada de Philippopolis, batismo que veio ao ser conquistada por Filipe II da Macedônia, por volta de 341 a.C. Durante a Idade Média, mudou de “dono” diversas vezes. Depois da Segunda Guerra, o comunismo foi instituído no país e a cidade virou foco de grupos democráticos, que derrubaram o regime em 1989.
6. GAZIANTEP (Turquia) - Fortaleza Vencida
Primeiras ocupações: Cerca de 3500 a.C.
Pode ter tido assentamentos ainda em 4000 a.C., segundo escavações recentes. Foi uma importante fortaleza durante a Idade Média, mas sofreu várias invasões. Em 1183, foi dominada pelos turcos e por outros povos, até virar parte do Império Otomano. Depois da Primeira Guerra, os britânicos ficaram por lá até 1919 e os franceses até 1921. Também conhecida como Antep, a região tem uma forte produção de vinho.
5. XIAN (China) - Terra dos guerreiros
Primeiras ocupações: 4000 a.C.
Foi a capital da dinastia Qin (221-206 a.C.), que reunificou o país e lançou as bases do império chinês. Durante essa época, foi construído o famoso Mausoléu do imperador Qinshi Huangdi, que abriga os mundialmente conhecidos guerreiros de terracota. Depois do século 3, a cidade passou por bons momentos econômicos, mas sofreu devastações causadas por guerras e invasões.
4. ALEPPO (Síria) - De mão em mão
Primeiras ocupações: Entre 5000 e 4300 a.C.
Durante sua história, Aleppo sofreu ocupações de diferentes povos: assírios, gregos, persas, hititas, bizantinos, árabes, mongóis e otomanos. Saladino, então sultão do Egito, também conquistou o território, em 1183. Hoje, com a guerra civil na Síria, a cidade tem sido alvo de constantes ataques. A crise se instalou no país em 2011, quando começaram protestos contra o governo do ditador Bashar al-Assad.
3. BIBLOS (Líbano) - Point do papiro
Primeiras ocupações: 5000 a.C.
Ganhou esse nome por causa dos gregos, que compravam ali o papiro egípcio. Aos poucos, o termo “byblos” passou a significar “papiro” e deu origem a palavras como “biblioteca”. Pertenceu primeiro aos fenícios e depois foi conquistada pelos Povos do Mar, dominada pelos árabes e empossada por potências europeias na época das Cruzadas até passar ao Império Turco-Otomano, em 1516.
2. DAMASCO (Síria) - Na rabeira do Eufrates
Primeiras ocupações: Entre 9000 e 6300 a.C.
A segunda cidade mais populosa da Síria tem cerca de 1,4 milhão de habitantes e é a capital do país. Foi a partir de 1900 a.C. que a região começou a ter mais pompa de cidade. A 80 km do mar Mediterrâneo, está próxima do rio Eufrates, o que ajudou a estabelecê-la como uma das principais rotas comerciais entre Oriente e Ocidente. Atualmente, a cidade antiga possui um grande mercado, um bairro muçulmano e outro cristão, além de uma zona judaica.
1. JERICÓ (Palestina) - Museu a céu aberto
Primeiras ocupações: Entre 9600 e 9000 a.C.
É citada dezenas de vezes na Bíblia e descrita como “cidade das palmeiras”. Ao longo de sua história, Jericó foi destruída e abandonada várias vezes, mas acredita-se que seja ocupada continuamente há, pelo menos, 5 mil anos. A datação das primeiras ocupações do território foi feita a partir de descobertas arqueológicas que incluíram uma muralha de 8 m. Hoje com 20 mil habitantes e cara de vilarejo, a cidade tem ruínas espalhadas que contam histórias de vários tempos passados: dá para ver onde esteve uma igreja bizantina do século 4 e até um palácio de um sultão do século 8.

3 de junho de 2013

Extinção em massa de Seres Vivos no planeta Terra

0 opiniões

De tempos em tempos, a Terra passa por grandes tragédias. Algumas, como a que se abateu sobre o Permiano, 145 milhões de anos atrás, destruíram 90% das espécies.

Mesmo tão marcantes, esses eventos nem sempre são fáceis de estudar e nenhum deles tem uma explicação definitiva. Apesar de ser um fenômeno usual (considerando o tempo geológico), houve diversos eventos de extinção massiva particularmente violentos (ver lista em baixo), que vitimaram mais de metade das formas de vida. Estes episódios estão normalmente associados à formação ou divisão de supercontinentes, isto é, quando no decurso da deriva continental várias massas de terra se juntam para formar um único continente, ou quando este se separa noutros.


A extinção permotriássica, por exemplo, ocorreu durante a formação da Pangea e a extinção K-T está associada à abertura do Oceano Atlântico. E Três extinções, inclusive as duas maiores, estão associadas a grandes áreas de rochas depositadas após erupção vulcânicas. As explicações para estas extinções em massa são quase tão numerosas (e opostas) quanto os cientistas que especulam sobre elas.

Extinção é um processo constante, exigindo uma adaptação contínua das espécies mesmo na melhor das épocas. Os biólogos acreditam que este é um dispositivo que abre continuamente os nichos para espécies novas, abastecendo desse modo o motor da seleção natural e do crescimento da diversidade biológica, que sempre cresceu, mesmo que não continuamente,  desde a primeira explosão de vida animal no Cambriano, há 540 milhões de anos.

Caso as extinções não tivessem ocorrido, a vida na Terra tomaria um rumo completamente diferente – e é provável que a espécie humana nem surgisse. Além disso, é bem provável que neste exato momento estejamos próximos de uma dessas grandes extinções. 



Após as Algas
600 milhões de anos atrás
A explosão do Cambriano foi "a grande explosão" da vida animal. Foi quando o oxigênio atmosférico aproximou-se aos níveis atuais e surge uma enorme diversidade dentro de alguns poucos milhões de anos.

Principais afetados - Trilobitas – ancestrais de insetos e aracnídeos.
1ª explicação - Uma forte redução no nível do mar eliminou o habitat das espécies de águas rasas.
2ª explicação - Mudanças nas correntes marítimas jogaram muitas das espécies em águas frias e sem oxigênio.

++++++++++++++++++++++++++++++++++++

ORDOVICIANO
(entre 440 e 450 milhões de anos atrás)
Logo depois que as primeiras plantas terrestres apareceram, o primeiro evento principal de extinção eliminou muitos tipos de trilobitas e outras formas de vida invertebrada marinha.
A extinção ocorreu no final do período e é considerada a segunda mais devastadora a afetar comunidades marinhas na história da Terra. Estima-se que 85% das espécies - mais de 100 famílias de invertebrados - teriam desaparecido.

Principais afetados - Invertebrados marinhos
1ª explicação - Glaciação acabou com espécies por conta do frio.
2ª explicação - O gelo acumulado nos continentes reduziu o nível do mar e eliminou habitats.

++++++++++++++++++++++++++++++++++++

 DEVONIANO
(há cerca de 350 milhões de anos, no final do período Devoniano)
Após o aparecimento dos primeiros insetos sem asa, dos peixes com armadura (Pteraspideos) e dos anfíbios (Icthyostega), uma onda de extinção eliminou muitos invertebrados, corais e placodermos marinhos (peixes primitivos).
Foram identificados, pelo menos, dois eventos de quase-extinção em um intervalo de aproximadamente 10 milhões de anos. Estima-se uma perda de 27% das famílias - de 70 a 80% formada por espécies de organismos marinhos.

Principais afetados - Peixes
1ª explicação - Aquecimento, seguido de rápida glaciação, associado a uma diminuição do oxigênio nos oceanos.
2ª explicação - Há evidências de um grande impacto de asteroide no período.

++++++++++++++++++++++++++++++++++++

 PERMIANO
250 milhões de anos atrás
Répteis, como o Dimetrodon (que não é um dinossauro), transformaram-se nos animais terrestres dominantes, mas antes, a extinção mais severa causou o desaparecimento de grupos inteiros de animais, incluindo trilobitas e alguns répteis semelhantes a mamíferos.
Acredita-se que até 96% das espécies que viviam nos oceanos desapareceram. As terrestres teriam sofrido um pouco menos, mas estima-se que em torno de 70% desses seres tenham desaparecido (número não consensual entre cientistas).

Principais afetados - Répteis anteriores aos dinossauros
1ª explicação - Um derramamento de lava onde hoje é a Sibéria causou a maior de todas as extinções.
2ª explicação - Um asteroide com mais de 6 quilômetros de diâmetro se chocou com a Terra.

++++++++++++++++++++++++++++++++++++

 CRETÁCEO
65 milhões de anos atrás
Tubarões, tais como aqueles que vivem até hoje, sobreviveram à extinção muitas vezes atribuída a um impacto de asteroide, mas dinossauros (à exceção dos possíveis ancestrais das Aves), répteis marinhos e voadores, não.

Principais afetados - Dinossauros
1ª explicação - Um asteroide de mais de 10 quilômetros de diâmetro próximo a onde hoje é o Golfo do México.
2ª explicação - Há indícios de fortíssima atividade vulcânica no período, com consequências semelhantes ao impacto do asteroide.

++++++++++++++++++++++++++++++++++++

 HOLOCENO
Hoje
No último milésimo de segundo do tempo geológico em que a humanidade andou pela terra, as taxas da extinção começaram a elevar-se em torno de 100 vezes ou mais do que era antes de 10 mil anos, quando o homem se organizou em cidades e aumentou sua população.
Para muitos cientistas, a questão é a seguinte: se a população de seres humanos duplicar neste século (uma estimativa subestimada), haverá lugar para mais quantas outras espécies?

Principais afetados - Plantas e animais
1ª explicação - Ação do homem, principalmente na destruição de habitat, migração de espécies e mudanças climáticas.
2ª explicação - Maior atividade solar pode explicar parte das mudanças climáticas.

 Fontes:


28 de maio de 2013

10 profissionais mais felizes e infelizes com seus trabalhos em 2013

4 opiniões
Como você se sente em relação ao seu trabalho atual? Se você é um agente imobiliário, pode estar satisfeito com a carreira, pois o cargo coleciona profissionais felizes, segundo pesquisa do site de carreiras Careerbliss. Já os advogados associados se mostraram os mais infelizes em 2013.


O site norte-americano compilou a opinião de 65 mil profissionais em 2012 para determinar quais empregos proporcionavam as maiores satisfações profissionais. Para classificar as carreiras, os profissionais levaram em conta diversos fatores sobre seus empregos, como a cultura da empresa, remuneração e se eles eram felizes em suas posições.
Em uma escala de zero a cinco, o Agente Imobiliário liderou a lista entre os profissionais mais felizes, com uma média de 4,26. As comissões altas tem alegrado muitos agentes, responsáveis por alugar, comprar ou vender propriedades para clientes. Já o segundo mais feliz é o Engenheiro de Garantia da Qualidade Sênor, com uma nota de 4,23.
Entre os profissionais mais infelizes do mercado de trabalho, os advogados associados lideram a lista, com um nível de “felicidade” médio de 2,89 de 5. "Advogados associados estão mais descontentes com a sua cultura de empresa", disse diretor-executivo do CareerBliss, Heidi Golledge, para a Forbes. "Em muitos casos, pode levar vários anos para um advogado associado crescer na empresa”.
A lista da "infelicidade" segue com os balconistas, enfermeiros e professores, o que é uma surpresa para Golledge. “Nossa pesquisa mostra que os professores estão felizes com seus trabalhos e colegas. No entanto, os salários, a falta de investimentos na área e poucas de oportunidades para crescer deixam a desejar da profissão”, explica. “As enfermeiras, por outro lado, têm mais problemas com a cultura do seu trabalho e com as pessoas com quem trabalham”.
Se identificou com alguma dessas citadas? Veja abaixo a lista completa das 10 profissões mais felizes e infelizes:

Profissionais mais felizes (0 a 5)

Cargos Pontuação
*CareerBliss
Agente Imobiliário 4,26
Engenheiro de Qualidade Sr. 4,23
Representante de Vendas Sr. 4,19
Superintendente de Construção 4,10
Desenvolvedores de Aplicativos Sr.  4,08
Gerente de Logística 4,07
Gerente de Construção 4,06
Assistente Administrativo 4,04
Engenheiro de Redes de Comunicação 4,02
Assistente de Controladoria 4,02

Profissionais mais infelizes (0 a 5)

Cargos Pontuação
*CareerBliss
 
Advogado Associado 2,89
Atendimento ao Cliente 3,16
Balconista 3,18
Enfermeiro 3,22
Professor 3,22
Coordenador de Marketing 3,31
Assistente Jurídico 3,38
Técnico em Farmácia 3,39
Especialista em Suporte Técnico 3,41
Gerente Geral 3,44

18 de maio de 2013

Personagens sem nome

6 opiniões
Indiana Jones, Darth Vader, James Bond, Travis Bickle, Vito Corleone certamente são nomes de personagens inesquecíveis, mas o cinema também tem sua parcela de grandes personagens sem nome, geralmente personagens solitários e de passado misterioso, cujas motivações permanecem incógnitas para o espectador, ou simplesmente representam pessoas comuns, “recipientes” onde o público possa se projetar garantindo uma identificação maior.

Em fim, acabo de assistir ao fascinante “Drive” que conta com um desses maravilhosos personagens “sem nome” que certamente já nasceu cult, o “motorista” do título, vivido por Ryan Gosling, segue a linha misteriosa e como acabou de sair do forno, fica como menção honrosa para que outros possam ser lembrados na lista principal, outra menção fica para o Homem e a Esposa do maravilhoso Aurora de F.W. Murnau, que como o próprio subtítulo sugere, é sobre dois humanos, podendo ser qualquer casal do planeta..

TOP 5 – Personagens sem nome


5° Lugar – O Guerreiro – Herói.

Jet Li no melhor papel de sua carreira encarando um homem tentando se vingar do Imperador, com uma estrutura estilo “Rashomon”, aos poucos vamos descobrindo mais sobre as motivações dos personagens e ao mesmo tempo somos brindados com imagens maravilhosas concebidas por Zhang Yimou.
 

4° Lugar – Ele e Ela – O Anticristo.

Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg vivem um casal tentando superar a culpa pela morte do filho numa trama aparentemente simples, mas recheada de simbolismos propostos pelo diretor Lars Von Trier, assim como em Aurora, podemos compartilhar de maneira intensa os dilemas do casal.

3° Lugar – O Narrador – Clube da Luta

O personagem de Edward Norton abre o filme dizendo: “- As pessoas sempre me perguntam se eu conheço Tyler Durden“, isso é suficiente a ser dito sobre ele e sobre este filme que sem dúvida, tem uma das melhores narrações em off do cinema.

2° Lugar – O Pistoleiro – Trilogia dos Dólares.

O Personagem de Clint Eastwood da obra de Leone é o arquétipo que inspirou os anti-heróis do cinema nas últimas décadas.


1° Lugar – O Vagabundo – O Garoto, Em Busca do Ouro, Luzes da Cidade, Tempos Modernos etc.

Monsieur Verdoux, Adenoid Hinkel são belos personagens criados por Charles Chaplin, mas é inquestionável que o “Vagabundo”, é não só o seu maior personagem, como também o mais famoso sem nome, como também um dos maiores ícones da história da cinema.

 [Vi no Doutor Caligari]

1 de maio de 2013

10 Incríveis animais extintos

5 opiniões
Você sabia que 99,9% de todas as espécies que já existiram na Terra estão extintas?
É uma pena que as coisas aconteçam desse jeito; seja evolução, destino, ou culpa do homem, nem todos os animais que já passaram por aqui continuam circulando.
Confira 10 deles, incríveis, que você nunca terá a chance de conhecer:
Por Natasha Romanzoti do site Hipescience.com


1 – Tiranossauro rex (extinto 65 milhões de anos atrás)


O tiranossauro foi um dos maiores animais terrestres de todos os tempos, medindo 13,2 metros de comprimento e 5,06 metros de altura, com uma massa estimada de até 7 toneladas. Como outros Tyrannosauridae, o tiranossauro era um carnívoro bípede, com um crânio maciço, equilibrado por uma cauda longa e pesada. Em comparação aos membros posteriores poderosos, os dianteiros eram pequenos e ele tinha somente dois dedos. Fósseis de T. rex foram encontrados em formações rochosas norte-americanas que datam dos últimos três milhões de anos do período Cretáceo, aproximadamente 68,5 a 65,5 milhões de anos atrás (um dos últimos dinossauros a existir). Mais de 30 espécimes de T. rex foram identificadas, algumas com esqueletos quase completos. A abundância de material fóssil permitiu pesquisas significativas em muitos aspectos de sua biologia, incluindo história de vida e biomecânica.

2 – Quagga: metade zebra, metade cavalo (extinto desde 1883)


Uma das mais famosas espécies extintas da África, o quagga era uma subespécie de zebra das planícies. Distinguia-se de outras zebras por ter as marcas habituais apenas na parte frontal do corpo. No meio do corpo, as listras desbotavam e escureciam, até chegar a um marrom. O nome vem de uma palavra do dialeto Khoikhoi para zebra e é onomatopeica, sendo dita para assemelhar-se ao som que o quagga faz. O quagga foi classificado originalmente como uma espécie individual, Equus quagga, em 1788. Ao longo dos próximos cinquenta anos ou mais, muitas outras zebras foram descritas pelos naturalistas e exploradores.
Por causa da grande variação nos padrões de pelagem (não há duas zebras iguais), os taxonomistas ficaram com um grande número de “espécies”, sem maneira fácil de saber qual delas eram espécies verdadeiras, quais eram subespécies, e quais eram simplesmente variantes naturais. Muito antes dessa confusão ser resolvida, o quagga havia sido caçado até a extinção por sua carne e pele. O último quagga selvagem foi provavelmente registrado no final de 1870, e o último exemplar em cativeiro morreu em 12 de agosto de 1883 em Amsterdam. O quagga foi a primeira criatura extinta a ter seu DNA estudado. Recentes pesquisas genéticas demonstraram que ele não era de fato uma espécie separada, mas uma variável da zebra das planícies.

3 – Tilacino: tigre da Tasmânia (extinto desde 1936)


O tilacino foi o maior marsupial carnívoro conhecido dos tempos modernos. Nativo da Austrália e Nova Guiné, acredita-se que foi extinto no século 20. É comumente conhecido como tigre da Tasmânia (devido a suas costas listradas) ou lobo da Tasmânia.
Foi o último membro sobrevivente de seu gênero, Thylacinus, embora um número de espécies aparentadas tenha sido encontrado nos registros fósseis que datam do início do Mioceno.
O tilacino foi extinto no continente australiano milhares de anos antes da colonização europeia, mas sobreviveu na ilha da Tasmânia junto com um número de espécies endêmicas, como o diabo da Tasmânia. A caça intensiva encorajada por recompensas é geralmente a culpada por sua extinção, mas outros fatores podem ter contribuído, como doenças, a introdução de cães e a invasão humana de seu habitat. Apesar de ser oficialmente classificado como extinto, de vez em quando há relatos de que ele foi avistado.

4 – Dugongo-de-steller (extinto desde 1768)


Encontrado perto da costa asiática do Mar de Bering, o animal foi descoberto em 1741 pelo naturalista Georg Steller. O dugongo-de-steller tinha até 7,9 metros de comprimento e pesava até 3 toneladas, muito maior do que peixes-boi e dugongos (outros mamíferos marinhos). Tinha duas patas dianteiras e uma cauda parecida com a de uma baleia. De acordo com Steller, ele nunca ia para a costa, vivia sempre na água. Sua pele era negra e grossa, como a casca de um carvalho, sua cabeça era pequena em relação ao corpo, e ele não tinha dentes. Era completamente inofensivo. Fósseis indicam que o animal era anteriormente difundido ao longo da costa do Pacífico Norte, alcançando o sul do Japão e da Califórnia. Dada a rapidez com que sua população foi eliminada, é provável que a chegada dos seres humanos na área foi a causa de sua extinção. Há ainda relatos esporádicos de animais parecidos com o dugongo-de-steller na área de Bering e Groenlândia, por isso tem sido sugerido que pequenas populações do animal podem ter sobrevivido até os dias atuais (o que não foi provado).

5 – Alce irlandês: o maior cervo (extinto cerca de 7.700 anos atrás)


O alce irlandês foi o maior veado que já existiu. Ele viveu na Eurásia, da Irlanda a leste do lago Baikal, durante o Pleistoceno. Os últimos restos conhecidos da espécie datam de cerca de 5.700 a.C., ou cerca de 7.700 anos atrás. O cervo gigante é famoso por seu tamanho, cerca de 2,1 metros de altura até os ombros, e em especial por ter a maior galhada de qualquer cervídeo conhecido (máximo de 3,65 metros, ponta a ponta, pesando até 40 quilos).
Há uma certa discussão da causa de sua extinção; alguns têm sugerido que a caça foi um fator que contribuiu para seu desaparecimento, como muito da megafauna pré-histórica. Já outros consideram o tamanho do seu chifre, que certamente restringia a circulação dos machos em regiões da floresta. Mas a evidência para a caça excessiva não é confiável, e sendo uma espécie continental, ele teria coevoluído com os seres humanos ao longo da sua existência e, presumivelmente, se adaptado à sua presença.

6 – Tigre do cáspio: o terceiro maior tigre (extinto desde 1970)


O tigre do Cáspio ou tigre persa era uma subespécie de tigre encontrada no Irã, Iraque, Afeganistão, Turquia, Mongólia, Cazaquistão, no Cáucaso, Tajiquistão, Turquemenistão e Uzbequistão até que, aparentemente, desapareceu na década de 1970. De todos os tigres do mundo, era o terceiro maior. Seu corpo era forte com pernas longas, patas graúdas e garras excepcionalmente grandes. As orelhas eram curtas e pequenas. O tigre do Cáspio tinha bastante pelo no rosto; no resto do corpo, era longo e grosso. A coloração era semelhante à do tigre de Bengala. Os machos eram muito grandes e pesavam 169 a 240 quilos. As fêmeas não eram tão grandes, pesando 85 a 135 quilos. Ele também é um dos animais extintos ocasionalmente “avistados”.

7 – Auroque: tipo grande de gado (extinto desde 1627)


Um dos mais famosos animais europeus extintos, o auroque ou urus (Bos primigenius) era um tipo muito grande de gado. Eles evoluíram na Índia há cerca de dois milhões de anos, migraram para o Oriente Médio e Ásia, e chegaram à Europa cerca de 250.000 anos atrás. Até o século 13, os auroques eram limitados à Polônia, Lituânia, Moldávia, Transilvânia e Prússia Oriental. O direito de caçar animais grandes em qualquer terreno era restrito aos nobres e, gradualmente, à realeza. Como sua população diminuiu, a caça terminou, e a corte forneceu campos abertos para o auroque pastar. Sua caça era punível com morte. Em 1564, apenas 38 animais existiam, de acordo com o levantamento real. O último, uma fêmea, morreu em 1627 na Floresta Jaktorów, na Polônia. Seu crânio foi posteriormente tomado pelo exército sueco.
Na década de 1920, dois funcionários de um zoológico alemão, os irmãos Heinz e Lutz Heck, tentaram “recriar” o auroque a partir de gado doméstico, que eram seus descendentes. O apelo era baseado na concepção de que a espécie não está extinta, desde que todos os seus genes ainda estejam presentes em uma população. O resultado é o chamado gado da raça Heck, ou “auroques Heck”, que tem uma semelhança incompleta com a fisiologia dos auroques selvagens.

8 – Arau-gigante (extinto desde 1844)


O arau-gigante foi a única espécie do gênero Pinguinus a sobreviver até tempos recentes. Com cerca de 75 centímetros de altura e pesando 5 quilos, o animal, que não podia voar, foi o maior do grupo dos alcídeos. Tinha penas brancas e pretas brilhantes. No passado, foi encontrado em um grande número em ilhas do leste do Canadá, Groenlândia, Islândia, Noruega, Irlanda e Grã-Bretanha, mas acabou sendo caçado até a extinção. Restos encontrados na Flórida, EUA, sugerem que pelo menos ocasionalmente as aves se aventuraram até o sul no inverno (o que ocorreu até o século 14, mais ou menos).

9 – Leão das cavernas: um dos maiores (extinto há 2.000 anos)


O leão das cavernas é uma subespécie extinta de leão conhecida a partir de fósseis e uma grande variedade de arte pré-histórica. Esta subespécie foi um dos maiores leões; um macho adulto, encontrado em 1985 perto de Siegsdorf (Alemanha), tinha uma altura de cerca de 1,2 metros e um comprimento de 2,1 metros sem a cauda, que é aproximadamente o mesmo tamanho de um leão moderno muito grande. Ele pode ter sido em torno de 5 a 10% maior do que os leões modernos. Aparentemente, foi extinto cerca de 10.000 anos atrás, durante a glaciação de Würm, embora haja alguns indícios de que pode ter existido até 2.000 anos atrás, nos Balcãs.

10 – Dodô: ave extinta por causa do homem (extinto desde finais do século 17)


O dodô (Raphus cucullatus) era uma ave não voadora que habitava a ilha de Maurício. Parente dos pombos, tinha cerca de um metro de altura, comia frutas e fazia ninho no chão. O dodô foi extinto desde meados até o final do século 17. É comumente utilizado como o arquétipo de uma espécie extinta, pois a sua extinção ocorreu durante a história humana, e foi diretamente atribuída à atividade humana. Existem até expressões como “morto como um dodô”, que significa morto sem dúvida alguma, dentre outras.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Ocioso