31 de julho de 2010

Imagem do mês

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Depois de perder o jogo da estreia contra a Suíça por 1 a 0 a Espanha mostrou seu potencial chegando à final da Copa do Mundo de 2010 na África do Sul e conquistou seu merecido primeiro título.
Fonte: CHRISTOPHE SIMON/AFP/Getty Images

30 de julho de 2010

Doses Diárias

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Alberto Montt é um ótimo ilustrador Chileno, que diariamente posta em seu blog, suas charges. Dá vazão a trocadilhos e outras ideias  diariamente em suas “doses diárias”. Algumas são tão boas, que mesmo tentando se controlar para não rir no serviço, você acaba deixando escapar um sorriso no canto da boca. Isso sem comentar do seu aprimorado traço, e as cores quase sempre opacas, mas que não tiram a vida do desenho. Abaixo, algumas de suas charges mostrando um pouco do cotidiano de nossa época (até o Twitter).

(Clique nas imagens para ver melhor)


26 de julho de 2010

Ilhas misteriosas da ficção

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Ilhas apareceram em obras de ficção desde tempos imemoriais como você neste post, e muitas vezes é o local de acontecimentos misteriosos ou incomuns. Abaixo uma lista em ordem cronológica inversa destes cenários perfeitos para mistério e aventura.
Por Antonio César Gomes da Silva

"A Ilha"
Apareceu pela primeira vez: Lost (2004)
"A Ilha" é o cenário principal do seriado LOST de seis temporadas, bem como um jogo de vídeo game que mostrava viagens no tempo, navios negreiros, monstros sobrenaturais, grandes animais mortais e não-nativos da ilha, tesouros escondidos, cientistas assustadores, o potencial de se afundar no oceano, super vilões, as referências à antiguidade, etc ou seja, apenas uma combinação de vários aspectos das ilhas restantes enroladas numa só.

Ilha de Shang Tsung
Apareceu pela primeira vez: Mortal Kombat (1992)
Ilha Shang Tsung aparece como o local do torneio em uma versão do jogo de vídeo de artes marciais - uma premissa visto em filmes anteriores como Operação Dragão. Acrescenta muito mais o caminho do sobrenatural, e, em 1995, reapareceu na versão do filme lançado nos cinemas. Shang Tsung é um mago poderoso e mortal, e antagonista principal da série, e é metamorfo, que absorve as almas daqueles que mata a fim de manter sua juventude e energia.

Isla Nublar
Apareceu pela primeira vez: Parque dos Dinossauros (de 1990)
Para o filme, Spielberg usou a ilha de Kauai como um stand para a Ilha Nublar (costuma-se dizer "Cloud Island", em espanhol). Além de servir como local principal de um filme blockbuster, Isla Nublar só pode realmente ser visitada pelo povo da ilha, devido à sua replicação como uma das Islands of Adventure da Universal Orlando.

Ilha Arkham
Apareceu pela primeira vez em Batman # 258 (1974)
Ao longo dos anos, a franquia Batman acrescentou muitos batlugares especiais para a sua storyline - é o asilo Arkham que está localizado na ilha Arkham (o que, sem dúvida só acrescenta mais misterio à sua natureza). Com aparições em importantes revistas em quadrinhos, filmes e jogos de vídeo game, a ilha serve como uma prisão de vilões bizarros e assustadores e  de violência angustiante. Mais recentemente, os jogadores de videogame puderão experimentar a ilha em 3D no jogo Batman: Arkham Asylum para o PlayStation 3.

Ilha de Han
Apareceu pela primeira vez em: Operação Dragão (1973)
A ilha asiática serviu como um dos títulos alternativos para o filme (Ilha de Han), e como o palco principal para uma competição de artes marciais misteriosas, o que serviu de influência no cenário de filmes como Mortal Kombat (1995). Curiosamente, uma ilha de nome semelhante (Hans Island) é uma pequena ilha no Estreito de Nares sobre os quais o Canadá e a Dinamarca, reivindicam a posse. Esta afirmação contestada levou a uma guerra no Google onde cada nação na pesquisa do buscador em apoio à sua propriedade criou uma grande quantidade de spans.

Ilha da Caveira
Apareceu pela primeira vez: King Kong (1933)
A Ilha da Caveira é a casa do King Kong e diversas outras espécies de criaturas, principalmente pré-históricas, e em alguns casos, espécies que deveriam ter sido extintas muito antes do surgimento de criaturas mamíferas como os gorilas, juntamente com uma sociedade primitiva dos seres humanos. É o cenário principal dos três grandes filmes e no mais recente jogo de vídeogame do filme, bem como um pseudo-documentário e livro sobre expedições e da vida animal na ilha.

A Ilha do Doutor Moreau
Apareceu pela primeira vez: A Ilha do Dr. Moreau (1896)
Várias adaptações para o cinema, e toda a noção de experimentação animal por um cientista louco, serve como um precursor definitivo de Parque dos Dinossauros, assim como as investigações feitas pela Iniciativa Dharma e até mesmo os Outros, em Lost. A ilha é o lar do Dr. Moreau, que gasta seu tempo criando híbridos humano-animal, que aterrorizam o protagonista do livro. A União Britânica para a Abolição da Vivissecção foi formada dois anos após a publicação do romance.

A Ilha do Tesouro
Apareceu pela primeira vez: A Ilha do Tesouro (1883) 
A Ilha do Tesouro é um conto sobre "piratas e ouro enterrado", de Robert Louis Stephenson. Além dos numerosos filmes e adaptações para a televisão do romance, os personagens, cenário e eventos desta novela tem influenciado grandemente o imaginário moderno sobre piratas, incluindo mapas de tesouro com um "X", escunas, a Mancha Negra, ilhas tropicais e uma marinheiros de pernas de pau com papagaios em seus ombros.

Ilha Lincoln
Apareceu pela primeira vez: A Ilha Misteriosa (1874)
A ilha "misteriosa"original apareceu pela primeira vez em uma novela, desde então servindo como local de aventuras  em pelo menos uma meia dúzia de filmes. A Ilha Misteriosa (o livro) foi uma sequência do famoso Vinte Mil Léguas Submarinas de Julio Verne. Em uma busca de fugitivos, é, tematicamente, muito diferente do outro livro. Na ilha, os personagens principais encontram uma mensagem numa garrafa, que serve como parte do tema do mistério.

Atlantis
Apareceu pela primeira vez: "Timeu ou A Natureza" (360 a.C.) por Platão
Provavelmente a inspiração para muitas das outras ilhas, listadas acima, a aparência de Atlantis na televisão e em jogos de vídeogame é extremamente diversificada. É claro que, enquanto estamos razoavelmente confiantes de que nenhuma ilha tem abrigado experiências reais como as do Dr. Moreau, o monstro de fumaça ou inimigos do Batman, Atlântida pode ter realmente existido. Claro, a busca tem atraído a atenção de inúmeros heróis da ficção, tais como Indiana Jones, mas muitos arqueólogos e exploradores da vida real, têm igualmente dedicado muito tempo e esforço na busca também.

Fonte: Listverse

22 de julho de 2010

Desculpe

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Isto te lembra a Revolução Francesa? E o que veio depois? E o que mais? Veja as imagens de Salles, ilustrador e caricaturista mexicano e pense a respeito.
O primeiro é o despojamento do Barrete da Liberdade, símbolo da democracia herdada do francês.
Na segunda, estão aproveitando o "chifre da abundância", um símbolo da riqueza nacional.
Na terceira ... eles estão desnudando a pobrezinha da mãe pátria.
E no último estão entregando-a a quem... quer comprá-la (ou pelo menos barganhá-la).

20 de julho de 2010

A Evolução do Microsoft Windows

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Lembra-se quando você usou o Microsoft Windows pela primeira vez? Lembra qual era a versão? A minha foi o Windows 98, mas ainda com o 95 sendo muito usado, o 98 era para poucos. Agora pense em quanto que o sistema evoluiu ao longo dos anos.

Em 2011 o sistema operacioal Microsoft Windows, que fez de tio Bill Gates juntar uma das maiores fortunas da história irá fazer 30 anos. Muita coisa mudou nesse tempo, de versão para versão às vezes um salto, outras não um retrocesso, mas um equívoco.

Desde os tempos do MS-DOS todo o caminho até a frustração do Windows Vista, todos nós, "usuários" tivemos nossos altos e baixos com a gigante do software. Nós rimos, choramos, e alguns até quebraram suas telas, principalmente quando travava. Mas o Windows sempre esteva lá para a maioria de nós, mesmo depois com o surgimento do ótimo sistema livre Linux ou o Macintosh que está além do nosso mundo.

Abaixo, confira algumas imagens que mostram a evolução do Microsoft Windows.


18 de julho de 2010

Por que beijamos?

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Beijo francês (aquele em que as línguas se entrelaçam), beijo esquimó, beijo doce, beijo de língua, apaixonado e derretedor, há tantos nomes para beijar uma vez que existem também muitas maneiras de fazê-lo. Quer usá-lo como uma saudação informal ou um gesto intensamente romântico, o beijo é um desses comportamentos arraigados de nós humanos, parece desafiar a explicação. Seus fins, independentemente do motivo têm muitos significados diferentes, mas são todos da mesma natureza. Então porque é que nós adoramos uns amassos?

veja mais aqui.

10 de julho de 2010

Texto de voltas às aulas ou 5 dias na Bolívia

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Um colega meu me disse que eu jamais pisei na Bolívia, ele deve ter razão apesar de acreditar em mim.
Não que eu me vanglorie em ter andado por cinco dias na terra de Simon Bolivar, mas ele, o meu colega, tem razão.
Eu nunca paguei R$ 4,00 por um bilhete para atravessar o Rio Guaporé em Guajará-Mirim, Rondônia, Brasil até Guayaramerín, Beni, Bolívia.
Eu nunca andei numa moto um triciclo com estofado de corações táxi para três pessoas do porto até o Terminal de Buses em Guayaramerín.
Eu nunca bebi Triny de naranja, o refrigerante mais popular da Bolívia depois da Coca-Cola, gostoso, mas acho que me deu diarreia.
Eu nunca comi vários tipos de pão em Riberalta, por não ter achado comida "aceitável" ao meu paladar educado a arroz com feijão.
Eu nunca beijei Silbana Carola na última poltrona às 2 da madrugada num ônibus em meio à Selva Amazônica da Bolívia Ocidental.
Eu nunca conversei com um funcionário da estatal Entel S.A. (Empresa Nacional de Telecomunicações Bolívia), sobre como é fácil comprar entorpecentes (de todos os tipos) em Cochabamba.
Eu nunca troquei palavras em inglês, português e espanhol com Liz Andrea Vaca Saavedra, uma menina do 6º Ano e 10 anos de idade, inteligentíssima que me impressionou ao mostrar que sabe mais da língua inglesa que muitos alunos do 3º Ano do ensino médio no Brasil.
Eu nunca fui barrado pela Interpol (Polícia Internacional) no Terminal Bimodal (estação de Trem e Rodoviária) em Santa Cruz de la Sierra num frio de 12º C.
Eu nunca fiz câmbio de Real (R$) por Boliviano (Bs): R$ 1,00 por Bs 3,50.
Eu nunca paguei Bs 400,00 no Escritório de Imigração de Riberalta por ter "invadido a fronteira" com possibilidade de ser deportado, e depois o agente do escritório de deu uma Permiso para 30 dias.
Eu nunca tirei foto em duas praças de Trinidad com duas bolivianas loucas por tirar "foto", "foto", "foto", "foto", "foto"...
Eu nunca atravessei o Rio Mamoré de balsa todo empueirado depois de passar uma noite inteira dentro de um ônibus desconfortável.
Eu nunca assisti o jogo das oitavas de final da Copa 2010 do Brasil contra o Chile na Praça 24 de Septiembre no centro de Santa Cruz de la Sierra lotado de gente do mundo inteiro.
Eu nunca tomei café (o da Bolívia é um dos melhores das Américas) sentado à beira da estrada em San Vicente bem cedinho e com cara de sono.
Nunca fiz nada disso, aliás, passei minhas férias de junho dormindo, em casa. Nem mesmo quando voltava para o Brasil, eu jamais tive de mostrar todo o conteúdo de minha bagagem à polícia na fronteira, duas vezes por sinal.
É, meu colega tem razão, eu deveria ter continuado no trabalho, assim eu jamais teria passado por experiências tão boas e aproveitáveis, eu jamais teria saído do Brasil, jamais teria conhecido outra cultura tão diferente da minha, ou seja, jamais teria vivido.
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