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23 de dezembro de 2013

Tem cocaína na Coca-Cola?

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Não há nada que se compare com o frescor gaseificado e cheio de açúcar que acompanha um copo de Coca-Cola. Mas você sabia que o refrigerante, apropriadamente conhecido como “Coca”, dava um barato ainda maior no passado? Até 1903, a bebida mundialmente famosa continha uma quantidade significativa de cocaína.
Embora a empresa negue oficialmente a presença de cocaína em qualquer um de seus produtos – tanto no passado quanto no presente -, existem diversas evidências históricas que sugerem que a receita original da Coca-Cola realmente possuía cocaína em sua fórmula.


A Coca-Cola foi criada em 1886 pelo farmacêutico John Pemberton, que morava em Atlanta, nos Estados Unidos, berço da bebida. Pemberton criou o refrigerante baseando-se em um refresco francês muito popular na época, o vinho de coca, produzido a partir da mistura entre o extrato da folha de coca com o vinho Bordeaux.
Para evitar toda a dor de cabeça que se tem ao lidar com as regras de venda de bebidas, o farmacêutico resolveu misturar o extrato da folha de coca com uma calda de açúcar em vez do vinho. Ele também acrescentou o extrato de noz-de-cola, dando à Coca-Cola a segunda metade de seu nome, bem como uma sacudida extra de cafeína.



Enquanto a ideia de bebidas com cocaína em sua composição pode parecer absurda aos leitores de hoje em dia, estes produtos eram bastante comuns no final do século 19. De fato, a cocaína era legal nos Estados Unidos até 1914 - época em que a substância tinha uma variedade (por vezes questionáveis​​) de usos médicos. Acreditava-se que cocaína em pó, pílulas e tônicos de cocaína tinham o poder de curar uma diversidade de doenças, desde dores de cabeça e fadiga a constipação, náusea, asma e impotência.
No entanto, alguns anos mais tarde – em especial, em 1903 – a maré da opinião pública se voltou contra a droga amplamente usada e abusada, levando o então gerente da Coca-Cola, Asa Griggs Candler, a remover quase todo o percentual de cocaína utilizada nas bebidas da empresa. Porém, a Coca-Cola não se tornaria completamente livre da cocaína até 1929, quando os cientistas aperfeiçoaram o processo de remoção de todos os elementos psicoativos do extrato da folha de coca.

 

Apesar de a receita moderna da bebida ser um segredo da empresa altamente valorizado e guardado a sete chaves, há razão para se acreditar que a bebida ainda contenha o mesmo extrato de folha de coca não narcótico de 1929. Segundo o jornal estadunidense “The New York Times”, a Companhia Coca-Cola continuou importando folhas de coca do Peru e da Bolívia até pelo menos o final da década de 1980.

22 de junho de 2013

Por que as manifestações se espalharam pelo Brasil

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20 centavos, PEC 37, Saúde, Educação. Alguns ingredientes do que podemos chamar de Nova Revolução Brasileira.

Por: Antonio César


E estas manifestações pelo Brasil afora que explodiu neste mês de junho, por que estão acontecendo, hein? Será que é porque o brasileiro está cansado da corrupção, da Saúde deficitária, da Educação sem eficácia ou da Segurança insuficiente? 

Tudo isso está acontecendo, por que não dá mais para aceitar pessoas de má fé dirigindo nosso país, pois se utilizam de estradas sem sinalização, não sabemos o que tem na frente, um buraco pode atrasar a viagem e só eles ganham com isso. Quem vai tapar o buraco é a empresa deles, se alguém ficar doente e quiser um atendimento um pouco melhor é encaminhado à clínica de um amigo deles. Não. Não podemos mais deixar isso continuar.

Mas o brasileiro médio é estático, só reclama da boca para fora e não faz nada a respeito, não cobra, não escolhe com cuidado representantes na urna, não ensina seu filho o respeito com os demais (principalmente na escola), enfim, aceita o que é errado quando o que é errado está acontecendo (como vender o voto). O brasileiro médio é tão culpado, ou mais, que os próprios políticos ruins que nos representam. A resposta sem pensar não vale.

Então por que tanta gente de repente saiu às ruas para protestar contra tudo o que prejudica nossa sociedade? Não é tanta gente assim, porém é uma quantia considerável de gente que pensa um pouco mais que o brasileiro médio, gente que estava cansada de coisas erradas, de impunidade, de representação medíocre à pior. Gente que viu uma oportunidade de salvar o Brasil e que quer mudar, transformar, melhorar NOSSO país.
O mundo muda, e este é um momento propício para isso acontecer, não podemos parar apenas num grito, temos de continuar, de não tirar o olho de quem está no poder e não se importa com seu povo. Temos de ficar ali, na porta da casa deles, incomodando e mostrando que sabemos que estão nos enganando. Não podemos deixar esta, que pode ser chamada de NOVA REVOLUÇÃO BRASILEIRA, morrer. É ainda apenas um bebê, mas um bebê que já nasceu com mente aberta, com entendimento das coisas, com sede de transformar o Brasil. Transformar para melhor, é claro. Chega de descaso.



Veja no blog Café Pestana alguns dos principais equívocos sobres tais manifestações:



28 de maio de 2013

10 profissionais mais felizes e infelizes com seus trabalhos em 2013

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Como você se sente em relação ao seu trabalho atual? Se você é um agente imobiliário, pode estar satisfeito com a carreira, pois o cargo coleciona profissionais felizes, segundo pesquisa do site de carreiras Careerbliss. Já os advogados associados se mostraram os mais infelizes em 2013.


O site norte-americano compilou a opinião de 65 mil profissionais em 2012 para determinar quais empregos proporcionavam as maiores satisfações profissionais. Para classificar as carreiras, os profissionais levaram em conta diversos fatores sobre seus empregos, como a cultura da empresa, remuneração e se eles eram felizes em suas posições.
Em uma escala de zero a cinco, o Agente Imobiliário liderou a lista entre os profissionais mais felizes, com uma média de 4,26. As comissões altas tem alegrado muitos agentes, responsáveis por alugar, comprar ou vender propriedades para clientes. Já o segundo mais feliz é o Engenheiro de Garantia da Qualidade Sênor, com uma nota de 4,23.
Entre os profissionais mais infelizes do mercado de trabalho, os advogados associados lideram a lista, com um nível de “felicidade” médio de 2,89 de 5. "Advogados associados estão mais descontentes com a sua cultura de empresa", disse diretor-executivo do CareerBliss, Heidi Golledge, para a Forbes. "Em muitos casos, pode levar vários anos para um advogado associado crescer na empresa”.
A lista da "infelicidade" segue com os balconistas, enfermeiros e professores, o que é uma surpresa para Golledge. “Nossa pesquisa mostra que os professores estão felizes com seus trabalhos e colegas. No entanto, os salários, a falta de investimentos na área e poucas de oportunidades para crescer deixam a desejar da profissão”, explica. “As enfermeiras, por outro lado, têm mais problemas com a cultura do seu trabalho e com as pessoas com quem trabalham”.
Se identificou com alguma dessas citadas? Veja abaixo a lista completa das 10 profissões mais felizes e infelizes:

Profissionais mais felizes (0 a 5)

Cargos Pontuação
*CareerBliss
Agente Imobiliário 4,26
Engenheiro de Qualidade Sr. 4,23
Representante de Vendas Sr. 4,19
Superintendente de Construção 4,10
Desenvolvedores de Aplicativos Sr.  4,08
Gerente de Logística 4,07
Gerente de Construção 4,06
Assistente Administrativo 4,04
Engenheiro de Redes de Comunicação 4,02
Assistente de Controladoria 4,02

Profissionais mais infelizes (0 a 5)

Cargos Pontuação
*CareerBliss
 
Advogado Associado 2,89
Atendimento ao Cliente 3,16
Balconista 3,18
Enfermeiro 3,22
Professor 3,22
Coordenador de Marketing 3,31
Assistente Jurídico 3,38
Técnico em Farmácia 3,39
Especialista em Suporte Técnico 3,41
Gerente Geral 3,44

24 de março de 2013

Como parar de adiar as coisas

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Vamos começar uma pequena série neste blog com algumas dicas – comprovadas pela ciência e recomendadas por especialistas – para ajudar você a cumprir aquelas promessas que listou no Ano-Novo. O primeiro objetivo será algo que, se não estiver na lista da maior parte das pessoas, pelo menos vai ajudá-las a cumprir outras promessas: parar de adiar as coisas – ou, para ser mais exata, acabar com a procrastinação.
Por Ana Carolina Prado (SuperInteressante)



“Tabulando inúmeras pesquisas, cerca de 95% pessoas admitem adiar as coisas, com cerca de 25% delas indicando que essa é uma característica crônica, definidora de sua personalidade”, diz o pesquisador Piers Steel, um dos mais famosos especialistas no tema, em seu livro “A equação de deixar para depois”. Para esse trabalho, ele analisou mais de 800 artigos científicos sobre a procrastinação e desenvolveu sua própria pesquisa, o que o ajudou a chegar tanto ao motivo por que adiamos as coisas quanto a métodos que podemos usar para diminuir esse hábito.

No geral, existe um fator que ajuda a explicar por que fazemos isso. Há quem acredite que tem a ver com o perfeccionismo: a pessoa, ansiosa demais em tentar fazer um trabalho perfeito, acabaria protelando indefinidamente achando que, em outra ocasião, teria condições mais adequadas para realizá-lo. Embora possa confortar os procrastinadores (afinal, o perfeccionismo é muitas vezes uma daquelas características que as pessoas adoram usar quando perguntam qual o seu maior ‘defeito’), isso não é verdade.


Dos milhares de procrastinadores já estudados, apenas um grupo ínfimo mostrou ser perfeccionista. Na verdade, o psicólogo e terapeuta Robert Slaney, criador de uma escala para medir o perfeccionismo, descobriu que essas pessoas tinham menos probabilidade de adiar do que os não-perfeccionistas, e não mais. Por que é que eles levaram a fama, então? Segundo Steel, é simples: os perfeccionistas que adiam as coisas têm mais probabilidade de procurar a ajuda de um terapeuta (já que se tendem a se sentir pior com os efeitos dos atrasos) e, assim, acabam aparecendo mais vezes nas pesquisas clínicas sobre adiamentos. Já os proteladores não perfeccionistas são menos propensos a procurar ajuda profissional.

Ok, mas se a razão não é o perfeccionismo, qual seria, então? Piers Steel responde:
“Trinta anos de estudos e centenas de pesquisas isolaram várias características de personalidade que servem para prever protelações, mas uma delas de destaca (…): a impulsividade, isto é, viver impacientemente o momento e querer tudo de imediato. Demonstrar autocontrole ou adiar uma recompensa é difícil para as pessoas impulsivas.”
Algumas tarefas causam ansiedade em todo mundo, mas a impulsividade influencia muito a forma como cada um de nós lida com isso. Ela geralmente faz os menos impulsivos quererem começar logo o projeto em questão. Já para os mais impulsivos pode ocorrer o oposto e eles acabam caindo na procrastinação.
“Os impulsivos tentam evitar temporariamente uma tarefa que gera ansiedade ou tirá-la da consciência, uma tática que é absolutamente perfeita, se você pensar no curto prazo. Além disso, a impulsividade faz com que os proteladores sejam desorganizados e distraídos ou (…) os faz sofrer de pouco controle sobre os impulsos, falta de persistência, falta de disciplina no trabalho, incapacidade de gerenciar bem o tempo e incapacidade de trabalhar metodicamente. Em outras palavras, acham difícil planejar seu trabalho antes da hora, e mesmo depois que começam, se distraem facilmente.”
O otimismo excessivo é outro fator que ajuda a atrapalhar sua vida. Ele pode levar à “falácia do planejamento”, que é quando as pessoas calculam mal o tempo que levarão para executar uma tarefa – e, assim, atrasam o seu início. É como quando você diz “posso escrever meu relatório em meia hora, então não preciso começar tão cedo” e acaba descobrindo, dez minutos antes do prazo acabar, que a coisa é bem mais demorada do que você imaginou.
E aí, se identificou? Então, agora que você entendeu um pouco melhor as causas do problema,  vamos às dicas para que consiga vencê-lo. Papel e caneta na mão:
    • Determine o que pode dar errado e distraí-lo no caminho para o seu objetivo e tome medidas para evitar essas coisas. Por exemplo, se seu problema for ficar no Facebook, desligue seu smartphone para não receber notificações e nem abra o site até terminar seu trabalho. Ou, se puder, desligue a sua conexão com a internet.
    • Faça uma lista das maneiras como você normalmente adia as coisas e pregue-a em seu local de trabalho.
    • Admita que você é viciado em atrasos. Faça uma pausa para refletir sobre quantas vezes já adiou os seus planos e entrou numa enrascada por causa disso. Comece a fazer um registro diário para monitorar esse hábito.
    • Admita que você vai tentar se enganar de novo, pensando coisas como “vou checar o Facebook antes de terminar meu trabalho, mas vai ser só mais desta vez”. Isso vai acontecer muuuitas vezes, ainda. Tente não se deixar enganar.
    • Aceite o fato de que o primeiro atraso permite que você justifique todos os seguintes. Fazendo isso, você vai ter muito menos chance de dar o primeiro passo.
    • Tire tempo para reconhecer e recompensar seu progresso. Faça uma lista das recompensas que pode se dar, como comprar aquele game que tanto queria, uma roupa nova ou uma cerveja com os amigos.
    • Reserve um tempo para o lazer. Ninguém consegue passar 100% do tempo trabalhando – ter um tempo para fazer as coisas de que se gosta é essencial. Assim, satisfaça suas necessidades antes que elas se tornem intensas demais e o distraiam de seu trabalho. Só saiba equilibrar bem o tempo.
    • Ao se confrontar com tentações que o distraiam, concentre-se em aspectos que as façam menos atraentes. Por exemplo, se bateu aquela vontade de comer aquela torta de chocolate, pense nela como uma simples mistura de gordura e açúcar.
    • Quando possível, separe bem seu lugar de trabalho e o de lazer – e deixe o espaço de trabalho o mais organizado possível para evitar distrações. Se quiser, decore-o com mensagens ou imagens que façam você se lembrar de seus objetivos e de por que está trabalhando.
    • E, o mais importante (é, deixamos o melhor para o final): estabeleça metas precisas, de modo que você saiba exatamente quando terá de atingi-las e o que terá de fazer para isso. Por exemplo, em vez de dizer “Vou fazer meu relatório de despesas”, sua meta precisa ser “Juntar todos os meus recibos, agrupá-los e registrá-los até amanhã, na hora do almoço”. Viu a diferença? Quando o objetivo for complexo, divida-o em pequenas metas de curto prazo que o ajude a chegar lá.
    • Estabeleça rotinas e inclua suas metas aí.A rotina é sua amiga e o ajudará a criar bons hábitos, se você se permitir. Assim, abra a sua agenda e marque as tarefas que terá sempre de realizar.

2 de abril de 2012

10 Razões, entre tantas, para ler livros

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1 – Conhecimento: Os livros refletem desde os primórdios o conhecimento adquirido pelas comunidades. Sejam de ficção, ou não, os livros são fontes inesgotáveis de conhecimento;

2 – Cultura: Ler um livro lhe permite conhecer e assimilar as mais diversas expressões culturais. Lendas e mitos não tem fronteira nas páginas dos livros;

3 – Viajar: Não, livros não são automóveis, aviões, ou mesmo a internet com suas câmeras que não deixam passar nada. Mesmo assim uma boa leitura lhe permite viajar por cenários desconhecidos, permitindo-lhe conhecer os variados países ou mundos, pois apenas nos livros, você tanto pode viajar pela Europa, ou então incursionar, por Nárnia, ou na Terra Média;

4 – Interaja: A leitura de um livro permite ao seu leitor interagir com a obra, afinal, por mais descritiva que seja uma cena, caberá a cada leitor formar a visão de seu personagem, da paisagem... Enfim, a uma boa dose de exclusividade em cada leitor, pois cabe a você imaginar como é o mundo que está lendo;

5 – Um mundo de aventuras: Se temos interação, chegamos a este ponto, os livros nos permitem viver aventuras as quais o mundo real nem sempre permite. Portanto para quem gosta de aventuras, a escolha de um bom livro é fundamental para viajar por lugares perigosos e fantásticos;

6 – Atividade cerebral: O hábito da leitura estimula várias áreas do corpo entre elas o cérebro, fator que acaba auxiliando inclusive no desenvolvimento da inteligência, e na formação de jovens;

7 – Emancipação: Ensinar o hábito da leitura para as crianças é uma das melhores formas de estimular a emancipação através da função liberatória da palavra;

8 – Amigo do Português: Não estou falando do dono da padaria ali da esquina, mas sim da nossa língua portuguesa – Cá entre nós um terror na sala de aula –. A leitura habitual de livros leva de certa forma a uma familiarização com a língua portuguesa, permitindo aos poucos que tenhamos mais noções práticas de seu uso;

9 – Seja um personagem: Ler um livro permite-lhe assumir a forma de seu personagem predileto. Pode tornar-se um mago, que sabe tudo sobre encantamentos, ou um guerreiro valente fadado a salvar o mundo. Nas páginas dos livros você também se torna herói;

10 – Impressione: Não que seja a mais indicada, mas esta é uma das razões que também podem levar ao hábito da leitura. Aquele que lê no metrô, na praça, no ônibus, na escola, jamais passara despercebido, e pode lhe dar uma boa vantagem, seja para aquela paquera, seja para sua mãe, que ficará muito orgulhosa ao ver quanto o “filhinho” é inteligente! Aliás, esta é uma palavra que geralmente está associada aos leitores assíduos.

31 de outubro de 2011

Países ao redor do mundo "disputam" título de bebê 7 bilhões

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Bebê que nasceu em Kaliningrado está entre os que "disputam" o título
Foto: Reuters
Diversos países ao redor do mundo decidiram escolher recém-nascidos para representar o bebê número 7 bilhões nesta segunda-feira.
A ONU definiu o dia 31 de outubro como a data simbólica do marco populacional. As Filipinas foram o primeiro país a celebrar, com o nascimento de Danica May Camacho, no hospital Jose Fabella, na capital Manila.
A menina acabou vindo ao mundo pouco antes do previsto - às 23h58 de domingo - mas os médicos disseram que era perto o suficiente da data para que ela fosse considerada a bebê sete bilhões.
Além de presentes e um bolo comemorativo, a bebê teria recebido uma bolsa de estudos e a família, ajuda financeira.
Índia
Na Índia, a ONG de defesa dos direitos das crianças Plan International escolheu a bebê Nargis, que nasceu às 7h25 no horário local no Estado de Uttar Pradesh, como a representante do número sete bilhões.
Filha de um fazendeiro pobre, Nargis foi escolhida com o objetivo de chamar atenção para o problema do aborto de meninas e da assimetria da proporção entre homens e mulheres no país.
Segundo a ONG, centenas de milhares de fetos de meninas são abortados na Índia a cada ano, apesar de o procedimento ser proibido e do uso de ultrassom para descobrir o sexo do bebê ser ilegal.
Rússia
Na Rússia, dois bebês nascidos em áreas remotas do país foram escolhidos como símbolos dos sete bilhões.
A televisão estatal russa mostrou imagens de comemoração após o nascimento do menino Pyotr Nikolayev, na província de Kaliningrado, que faz fronteira com a Polônia e a Lituânia.
Mas as autoridades de Kamchatka, do outro lado do país, no Oceano Pacífico, emitiram uma declaração orgulhosa dizendo que o bebê sete bilhões havia nascido na cidade de Petropavlovsk-Kamchatsky.
Bebê 6 bilhões
No dia 12 de outubro de 1999, a ONU escolheu um bebê bósnio, Adnan Mevic, como o habitante da Terra de número seis bilhões.
O secretário-geral da época, Kofi Annan, foi até o hospital de Sarajevo e tirou fotos com o menino no colo.
A família Mevic luta contra a pobreza no momento, o que teria levado a ONU a não escolher nenhum bebê como símbolo oficial dos sete bilhões.
Segundo projeções das Nações Unidas, a população mundial deve chegar a oito bilhões em 2025 e a dez bilhões em 2083, mas esses números ainda podem variar dependendo de diversos fatores, como expectativa de vida, acesso a controle de natalidade e taxas de mortalidade infantil.


A ONU também usou o marco dos 7 bilhões para pedir que as pessoas reflitam sobre os diversos problemas que poderiam ser causados por um planeta superpopulado, como a falta de água, alimentos ou condições de vida decentes.

[Fonte: Terra/Mundo]

20 de abril de 2011

16 verdades duras que nos fazem mais fortes na vida

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A vida realmente não é nada fácil, no entanto isso não significa que ela é ruim, muito pelo contrário; a vida é um dom que deve ser aproveitado ao máximo, devemos desfrutar de toda a alegria que somente ela pode trazer, entretanto são somente as pessoas fortes que estão aptas a terem uma vida feliz e equilibrada neste sopro passageiro que é a vida. Confira algumas verdades que nos fazem mais fortes apesar de serem duras.

A vida não é fácil. - O trabalho duro faz pessoas de sorte - é o material que traz os sonhos à realidade. Então comece a cada manhã pronto para correr mais do que você correu ontem e lutar mais do que você jamais lutou. (Leia O Caminho Menos Percorrido .)

Você vai falhar algumas vezes. - Quanto mais rápido você aceita isso, mais rápido você pode usar isso a seu favor. Você nunca vai ter 100% de certeza que irá funcionar, mas você pode não fazer nada e com certeza não vai funcionar. Até chegar lá e fazer alguma coisa! Ou você tem sucesso ou você aprende uma lição vital.

Agora, há muita coisa que você não conhece. - O dia que você parar de aprender é o dia que você irá parar de viver. Abrace novas informações, pense nisso e use para avançar sozinho.
Pode não haver um amanhã. - Não é para todos. Neste momento, alguém na Terra está planejando algo para o amanhã sem perceber que vai morrer hoje. Isto é triste mas é a realidade. Então, gaste seu tempo com sabedoria hoje e dê uma pausa suficiente para apreciá-la.

Há muita coisa que você não pode controlar. - Desperdiçando seu tempo, talento e energia emocional sobre as coisas que estão além de seu controle é uma receita para a miséria, frustração e estagnação. Invista sua energia em coisas que você pode controlar.

A informação não é conhecimento verdadeiro. - O conhecimento vem da experiência. Você pode discutir uma tarefa de uma centena de vezes, mas estas discussões só vai lhe dar uma compreensão filosófica. Você deve experimentar em primeira mão, uma tarefa que realmente sabe.

Você não pode ter êxito sem fornecer o valor. - Não perca seu tempo tentando ser bem-sucedido, gaste seu tempo criando valores para si e para o mundo. Quando você é valioso para o mundo ao seu redor, você será bem sucedido leitura. (Linchpin: Você é indispensável?)

Alguém vai ter sempre mais do que você. - Quer se trate de dinheiro, amigos ou feijões mágicos que você está coletando, sempre haverá alguém que tenha mais do que você. Mas lembre-se, não é quanto você tem, é como você está apaixonado sobre a colecioná-los. É tudo sobre a viagem.

Você não pode mudar o passado. - Como Chico Chavier disse certa vez: "Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas qualquer um pode começar hoje e fazer um novo final." Você não pode mudar o que aconteceu, mas você pode mudar como você reage a isso.

A única pessoa que pode te fazer feliz é você. - A raiz de sua felicidade vem de seu relacionamento com você mesmo. Claro que entidades externas podem ter efeitos fugazes de seu humor, mas no longo prazo, nada importa mais do que como você se sente sobre quem você é por dentro.

Haverá sempre pessoas que não gostam de você. - Você não pode ser tudo para todos. Não importa o que você faça, sempre haverá alguém que pensa diferente. Então, concentre-se naquilo que fará seu coração ficar bem. O que os outros pensam e dizem sobre você não é tão importante assim. O importante é como você se sente sobre si mesmo.

Você nem sempre consegue o que quer. - Como Mick Jagger disse uma vez: "Você nem sempre consegue o que quer, mas se você tentar algumas vezes você pode encontrar você encontra o que você precisa." Olhe ao seu redor. Aprecie as coisas que você tem agora. Muitas pessoas não têm tanta sorte não seja egoísta.
Na vida, você recebe o que você dar - Se você quer amor, dê amor. Se você quer ter amigos, seja amigável. Se você quiser dinheiro, um valor. É realmente simples assim.

Bons amigos vêm e vão. - A maioria de seus colegas de escola não será uma parte de sua vida universitária. A maioria dos amigos de seu colégio não será uma parte de sua vida de 20 e poucos profissionais. A maioria de seus 20 e poucos amigos, não estarão lá quando sua esposa e você trazer o seu segundo filho para o mundo. Porém, alguns amigos vão ficar. E é desses amigos - aqueles que transcendem o tempo com você - que importa.

Fazendo exatamente a mesma coisa todos os dias dificulta seu auto crescimento. - Se você continuar fazendo o que você está fazendo, você vai continuar recebendo o que você está recebendo. O crescimento acontece quando você mudar as coisas - quando você tentar coisas novas - quando você estica além de sua zona de conforto.

Você nunca vai se sentir 100% pronto para algo novo. - Ninguém se sente 100% pronto quando surgir uma oportunidade. Como a maioria das grandes oportunidades na vida nos força a crescer além de nossas zonas de conforto, o que significa que você não vai se sentir totalmente confortável e pronto para tudo.

E lembre-se, tentar ser outra pessoa é um desperdício seja a pessoa que você é, seja aquele que vai fazer a diferença e entender que algumas coisas ruins que acontecem só nos fortalecem e que talvez sem elas a vida não fosse tão boa, afinal como você saberia que estaria feliz se você nunca tivesse provado a tristeza?

[Vi no Ironico Social  que tirou de Marc e Angel life Hack]

19 de abril de 2011

10 mentiras e 10 verdades sobre o ateísmo

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1) Ateus acreditam que a vida não tem sentido.
Pelo contrário: são os religiosos que se preocupam frequentemente com a falta de sentido na vida e imaginam que ela só pode ser redimida pela promessa da felicidade eterna além da vida. Ateus tendem a ser bastante seguros quanto ao valor da vida.

A vida é imbuída de sentido ao ser vivida de modo real e completo. Nossas relações com aqueles que amamos têm sentido agora; não precisam durar para sempre para tê-lo. Ateus tendem a achar que este medo da insignificância é... bem... insignificante.

2) Ateus são responsáveis pelos maiores crimes da história da humanidade.
Pessoas de fé geralmente alegam que os crimes de Hitler, Stalin, Mao e Pol Pot foram produtos inevitáveis da descrença. O problema com o fascismo e o comunismo, entretanto, não é que eles eram críticos demais da religião; o problema é que eles eram muito parecidos com religiões. Tais regimes eram dogmáticos ao extremo e geralmente originaram cultos a personalidades que são indistinguíveis da adoração religiosa. Auschwitz, o gulag e os campos de extermínio não são exemplos do que acontece quando humanos rejeitam os dogmas religiosos; são exemplos de dogmas políticos, raciais e nacionalistas andando à solta. Não houve nenhuma sociedade na história humana que tenha sofrido porque seu povo ficou racional demais.

3) Ateus são dogmáticos.
Judeus, cristãos e muçulmanos afirmam que suas escrituras eram tão prescientes das necessidades humanas que só poderiam ter sido registradas sob orientação de uma divindade onisciente. Um ateu é simplesmente uma pessoa que considerou esta afirmação, leu os livros e descobriu que ela é ridícula. Não é preciso ter fé ou ser dogmático para rejeitar crenças religiosas infundadas. Como disse o historiador Stephen Henry Roberts (1901-71): “Afirmo que ambos somos ateus. Apenas acredito num deus a menos que você. Quando você entender por que rejeita todos os outros deuses possíveis, entenderá por que rejeito o seu”.

4) Ateus acham que tudo no universo surgiu por acaso.
Ninguém sabe como ou por que o universo surgiu. Aliás, não está inteiramente claro se nós podemos falar coerentemente sobre o “começo” ou “criação” do universo, pois essas idéias invocam o conceito de tempo, e estamos falando sobre o surgimento do próprio espaço-tempo.

A noção de que os ateus acreditam que tudo tenha surgido por acaso é também usada como crítica à teoria da evolução darwiniana. Como Richard Dawkins explica em seu maravilhoso livro, “Deus, um delírio”, isto representa uma grande falta de entendimento da teoria evolutiva. Apesar de não sabermos precisamente como os processos químicos da Terra jovem originaram a biologia, sabemos que a diversidade e a complexidade que vemos no mundo vivo não é um produto do mero acaso. Evolução é a combinação de mutações aleatórias e da seleção natural. Darwin chegou ao termo “seleção natural” em analogia ao termo “seleção artificial” usadas por criadores de gado. Em ambos os casos, seleção demonstra um efeito altamente não-aleatório no desenvolvimento de quaisquer espécies.

5) Ateísmo não tem conexão com a ciência.
Apesar de ser possível ser um cientista e ainda acreditar em Deus – alguns cientistas parecem conseguir isto –, não há dúvida alguma de que um envolvimento com o pensamento científico tende a corroer, e não a sustentar, a fé. Tomando a população americana como exemplo: A maioria das pesquisas mostra que cerca de 90% do público geral acreditam em um Deus pessoal; entretanto, 93% dos membros da Academia Nacional de Ciências não acreditam. Isto sugere que há poucos modos de pensamento menos apropriados para a fé religiosa do que a ciência.

6) Ateus são arrogantes.
Quando os cientistas não sabem alguma coisa – como por que o universo veio a existir ou como a primeira molécula auto-replicante se formou –, eles admitem. Na ciência, fingir saber coisas que não se sabe é uma falha muito grave. Mas isso é o sangue vital da religião. Uma das ironias monumentais do discurso religioso pode ser encontrado com freqüência em como as pessoas de fé se vangloriam sobre sua humildade, enquanto alegam saber de fatos sobre cosmologia, química e biologia que nenhum cientista conhece. Quando consideram questões sobre a natureza do cosmos, ateus tendem a buscar suas opiniões na ciência. Isso não é arrogância. É honestidade intelectual.

7) Ateus são fechados para a experiência espiritual.
Nada impede um ateu de experimentar o amor, o êxtase, o arrebatamento e o temor; ateus podem valorizar estas experiências e buscá-las regularmente. O que os ateus não tendem a fazer são afirmações injustificadas (e injustificáveis) sobre a natureza da realidade com base em tais experiências. Não há dúvida de que alguns cristãos mudaram suas vidas para melhor ao ler a Bíblia e rezar para Jesus. O que isso prova? Que certas disciplinas de atenção e códigos de conduta podem ter um efeito profundo na mente humana. Tais experiências provam que Jesus é o único salvador da humanidade? Nem mesmo remotamente – porque hindus, budistas, muçulmanos e até mesmo ateus vivenciam experiências similares regularmente.

Não há, na verdade, um único cristão na Terra que possa estar certo de que Jesus sequer usava uma barba, muito menos de que ele nasceu de uma virgem ou ressuscitou dos mortos. Este não é o tipo de alegação que experiências espirituais possam provar.

8) Ateus acreditam que não há nada além da vida e do conhecimento humano.
Ateus são livres para admitir os limites do conhecimento humano de uma maneira que nem os religiosos podem. É óbvio que nós não entendemos completamente o universo; mas é ainda mais óbvio que nem a Bíblia e nem o Corão demonstram o melhor conhecimento dele. Nós não sabemos se há vida complexa em algum outro lugar do cosmos, mas pode haver. E, se há, tais seres podem ter desenvolvido um conhecimento das leis naturais que vastamente excede o nosso. Ateus podem livremente imaginar tais possibilidades. Eles também podem admitir que se extraterrestres brilhantes existirem, o conteúdo da Bíblia e do Corão lhes será menos impressionante do que são para os humanos ateus.

Do ponto de vista ateu, as religiões do mundo banalizam completamente a real beleza e imensidão do universo. Não é preciso aceitar nada com base em provas insuficientes para fazer tal observação.

9) Ateus ignoram o fato de que as religiões são extremamente benéficas para a sociedade.
Aqueles que enfatizam os bons efeitos da religião nunca parecem perceber que tais efeitos falham em demonstrar a verdade de qualquer doutrina religiosa. É por isso que temos termos como “wishful thinking” e “auto-enganação”. Há uma profunda diferença entre uma ilusão consoladora e a verdade.

De qualquer maneira, os bons efeitos da religião podem ser certamente questionados. Na maioria das vezes, parece que as religiões dão péssimos motivos para se agir bem, quando temos bons motivos atualmente disponíveis. Pergunte a si mesmo: o que é mais moral? Ajudar os pobres por se preocupar com seus sofrimentos, ou ajudá-los porque acha que o criador do universo quer que você o faça e o recompensará por fazê-lo ou o punirá por não fazê-lo?

10) Ateísmo não fornece nenhuma base para a moralidade.
Se uma pessoa ainda não entendeu que a crueldade é errada, não descobrirá isso lendo a Bíblia ou o Corão – já que esses livros transbordam de celebrações da crueldade, tanto humana quanto divina. Não tiramos nossa moralidade da religião. Decidimos o que é bom recorrendo a intuições morais que são (até certo ponto) embutidas em nós e refinadas por milhares de anos de reflexão sobre as causas e possibilidades da felicidade humana.

Nós fizemos um progresso moral considerável ao longo dos anos, e não fizemos esse progresso lendo a Bíblia ou o Corão mais atentamente. Ambos os livros aceitam a prática de escravidão – e ainda assim seres humanos civilizados agora reconhecem que escravidão é uma abominação. Tudo que há de bom nas escrituras – como a regra de ouro, por exemplo – pode ser apreciado por seu valor ético, sem a crença de que isso nos tenha sido transmitido pelo criador do universo.

Vi no Vida em Órbita que tirou do Samharris.org com Tradução: de Alenonimo

15 de abril de 2011

Decisões, decisões

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De um artista cujo nome suponho a partir dos rabisco ser talvez "Michael May" trazemos esta ilustração de uma das escolhas mais profundas da vida de Mário. Lutar contra Bowser ou Donkey Kong para hãm, na verdade eu não sei, talvez pela princesa Peach.

Qual você escolhe? Barris e bolas de fogo ocasionais parecem muito menos assustador do que as balas, as tartarugas, cogumelos, esqueletos, fantasmas, poços sem fundo e arremesso de sacos de água. Além disso, penso que é preferível o Godzilla que o King Kong, já que é mais ou menos a luta final mais coerente.

Mas, e o problema? A busca em Donkey Kong nunca termina. Apenas se continua indo e indo até as falhas do jogo e você basicamente morre de velhice. Já a busca de Bowser tem um fim. Apesar de ele estar sempre disposto a sequestrá-la outra vez no próximo jogo, esse é o mais provável.

[Via Unreality] Tradução e adaptação: Antonio César

17 de março de 2011

Debate: a pirataria pode ser justificada?

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Esta é uma questão particularmente espinhosa, e para suscitar debate entre nossos leitores é interessante ser abordada. A pirataria é vista como um flagelo do mundo do entretenimento, dizem que é como um assassinato serial de direitos de autorai, outros que é a graça salvadora da indústria, abrindo portas fora de modelos tradicionais de distribuição, tornando os conteúdos mais acessíveis a todos e fazendo os maiores repensar a sua distribuição e preços.

Então, se faz a pergunta: é justificável? Vejamos alguns argumentos, pois existe diferença entre músicas, jogos, filmes e programas de TV, cada um acessíveis de maneiras diferentes, legal e ilegalmente.

1. O jogo é o mais simples. A pirataria de jogos para PC ou consoles de video-game é geralmente fraca. Pois os jogos são muito fáceis de conseguir agora através de portais como o Steam ou Gamestop. Os Consoles se esforçam para que você "rode" ilegalmente seus sistemas, e o risco de jogar além do Xbox Live ou PSN é enorme. Alguns se manifestação contra as políticas restritivas como uma forma de combater a pirataria, mas as empresas têm o direito de tentar proteger os seus produtos, mesmo se eles falham miseravelmente e muitas vezes afastam seus clientes pagantes. Eles, na verdade, precisam mudar suas táticas, mas não se pode concordar que a pirataria aqui é justificada.

2. A música é a indústria onde tudo começou, e toda a indústria mudou por causa da revolução do Napster. O fechamento de Limewire tem sido um sucesso contra os piratas, mas há muitas, muitas outras formas de encontrar música online livre. Um deles é dos mais confiáveis, qual? O YouTube. Quase todas as músicas que se deseja ouvir está disponível no site, nele, não se pode baixar a música, em vez disso, apenas reproduzi-las através do YouTube, será? Ambos os métodos são livres, ambos têm que ouvir a mesma música, você só acessa um pouco diferente. Acredita-se que você deva comprar discos de bandas que gosta em lugares como o iTunes, pelo menos, apoiá-los para fazer mais músicas, mas naquele momento, a música torna-se mais de uma instituição de caridade que um negócio. Veremos apenas uma mudança de rótulos, muitas bandas cada vez mais oferecem sua música de graça ou mais barata, é um sistema de rótulo inteiramente.

3. A pirataria de filmes não pode se justificar nos dias de hoje. É simplesmente muito fácil de encontrar filmes em tantos sites na Internet, e nunca mais que alguns reais. Sim, é fácil encontrar qualquer filme que você queira online e transferi-lo e ver através de seu Xbox por exemplo, talvez não seja moralmente correto neste caso. No entanto, os filmes que você já possui, se você deseja criar uma cópia digital, tudo bem, se você já pagou uma vez não está roubando outra cópia, basta duplicar o que você comprou para uso pessoal.

4. A televisão é um pouco mais complicada. Embora provavelmente não é direito baixar 10 temporadas de Smallville, que normalmente custam entre R$ 40,00 a R$ 60,00 a temporada. Mas pode não ser errado fazer o download do último episódio de Lost que você perdeu, porque você se esqueceu ou não pode ver. Na verdade, qualquer programa da TV por assinatura. Baixar esses programas é o mesmo que revê-los depois por estar impedido de vê-los no momento que passou. Em ambos os casos, pode ser justificável para baixar a última temporada inteira de 24 Horas, porque teoricamente você poderia ter visto ela na sua TV paga e até mesmo aberta.

É como um debate se é ou não direito de matar alguém na guerra ou auto-defesa, mas essa é a ideia. O mundo do entretenimento está mudando, e a linha entre o legal e o ilegal são, por vezes bastante borrada, pelo menos do ponto de vista moral. Vamos deixar com vocês para dissecar o que foi apresentado aqui.

Baseado no texto de Paul Tassi

6 de março de 2011

O Carnaval, por Raquel Sheherazade e Tadeo Furtado

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A lastimável situação do Carnaval, uma forma de manipulação em massa, negócios, "Pão e Circo" ou não?

A jornalista Raquel Sheherazade da TV Tambaú mostra seu ponto de vista em relação ao Carnaval como o é hoje em dia. O vídeo teve grande repercussão hoje no YouTube. E como consequência  alguns comentários contra o ponto de vista da jornalista (incluindo um vídeo em resposta de Tadeo Furtado) e muitos outros que concordam com a jornalista, assim como eu. Assunto bom é assim, tem de gerar polêmica mesmo.
Vamos aos vídeos:






Comentário contra a jornalista:


Sra Raquel voce esta equivocada ou é evangélica. Agora voce me dizer que vai falar com conhecimento de causa sobre o carnaval foi uma piada que voce quis embutir na seu pronunciamento não foi? Bom quem te disse que o carnaval é genuinamente brasileiro? eu nao ouvi isso em lugar algum. Voce dizer tbm que o carnaval nao é uma festa popular me parece mais hiporizia da sua parte, a divisao de classes sociais nao acontece unica e exclusivamente no carnaval, qualquer evento de grande porte voce encontrará serviços diferenciados, vou lher dar um exemplo: num bar vc encontra cerveja da marca"Fulano" que custa mais que a marca "Beltrano" isso se chama variedade de produtos e serviços, o mesmo acontece no carnaval... sobre a boa musica isso é questao de gosto, eu também prefiro outros ritmos, mas acredito que o respeito diversidade assume o papel real da palavra liberdade, sobre a questao das ambulancias e atendimentos policiais nas festas e paralelamente a isso a falta de atendimento nos hospitais e delegacias do pais.... oras, voce acha mesmo que o culpado disso tudo seja o carnaval? Para mim a culpa é da má administraçao desses setores isso sim! Rachel sobre a economia gerada no carnaval ai sim voce errou feio, nao generalize minha querida é claro que o lucro do vendedor de latinha e churrasquinho é um e do dono de cervejaria é outro, nao esqueça que o dono de cervejaria assim como hoteis, taxis, fabricas textil, papelaria  lanchonetes empregam centenas de milhares de pessoas, sobre as vitimas de acidentes de motoristas bebados, isso nao é culpa do carnaval tbm, o culpado é o motorista que bebeu e dirigiu e a mocinha que transa sem camisinha e depois efetua o aborto é tbm a unica culpada de nao se prevenir... depois de acabar com a FESTA POPULAR CHAMADA CARNAVAL o seu final dizendo que até acha que o carnaval ja foi bom, foi a frase final  mais triste e equivocada que um jornalista (ou critico, afinal nao sei qual é a sua profissão) pode dizer. Rachel, foi feio viu querida, espero que voce possa melhorar com o tempo. (Comentário feito em Blog do Caxorrao)


Comentário contra  Tadeo Furtado:

"Oi! Meu nome é Tadeu Furtado e eu... tô imitando o PC Siqueira..." EM tudo: figurino, corte de cabelo, óculos e, pasmem!, até no tom de voz.
Pq todo pseudo-intelectual de internet (que baseia suas pesquisas no wikipedia) tem este tom de voz chato, que fala como se opiniões contrárias à sua fossem ridículas.
Ele esqueceu de descrever todas as mazelas que circundam as festividades carnavalescas, por mais "culturais" que possam ser.A proposta do carnaval é a de sucumbir a desejos carnais básicos. (Comentário feito no YouTube no vídeo do Tadeo Furtado)


Agora tome seu próprio partido.

15 de fevereiro de 2011

Alerta sobre drogas

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Tudo começou quando eu tinha uns 14 anos e um amigo chegou com aquele papo de "experimenta, depois, quando você quiser, é só parar..." e eu fui na dele.

        Primeiro ele me ofereceu coisa leve, disse que era de "raiz", "da terra", que não fazia mal, e me deu um inofensivo disco do "Chitãozinho e Xororó" e em seguida um do "Leandro e Leonardo".

        Achei legal, coisa bem brasileira; mas a parada foi ficando mais pesada, o consumo cada vez mais freqüente, comecei a chamar todo mundo de "Amigo" e acabei comprando pela primeira vez. Lembro que cheguei na loja e pedi:

        - Me dá um CD do Zezé de Camargo e Luciano. Era o princípio de tudo! Logo resolvi experimentar algo diferente e ele me ofereceu um CD de Axé.

        Ele dizia que era para relaxar; sabe, coisa leve... "Banda Eva", "Cheiro de Amor", "Netinho", etc. Com o tempo, meu amigo foi oferecendo coisas piores: "É o Tchan", "Companhia do Pagode", "Asa de Águia" e muito mais.

        Após o uso contínuo eu já não queria mais saber de coisas leves, eu queria algo mais pesado, mais desafiador, que me fizesse mexer a bunda como eu nunca havia mexido antes, então, meu "amigo" me deu o que eu queria, um CD do "Harmonia do Samba".

        Minha bunda passou a ser o centro da minha vida, minha razão de existir. Eu pensava por ela, respirava por ela, vivia por ela! Mas, depois de muito tempo de consumo, a droga perde o efeito, e você começa a querer cada vez mais, mais, mais...

        Comecei a freqüentar o submundo e correr atrás das paradas. Foi a partir daí que começou a minha decadência. Fui ao show de encontro dos grupos "Carametade" e "Só pra Contrariar", e até comprei a Caras que tinha o "Rodriguinho" na capa. Quando dei por mim, já estava com o cabelo pintado de loiro, minha mão tinha crescido muito em função do pandeiro, meus polegares já não se mexiam por eu passar o tempo todo fazendo sinais de positivo.

      Não deu outra: entrei para um grupo de Pagode. Enquanto vários outros viciados cantavam uma "música" que não dizia nada, eu e mais 12 infelizes dançávamos alguns passinhos ensaiados, sorriamos e fazíamos sinais combinados.

       Lembro-me de um dia quando entrei nas Lojas Americanas e pedi a coletânea "As Melhores do Molejão". Foi horrível!!! Eu já não pensava mais!!! Meu senso crítico havia sido dissolvido pelas rimas "miseráveis" e letras pouco arrojadas.

        Meu cérebro estava travado, não pensava em mais nada. Mas a fase negra ainda estava por vir. Cheguei ao fundo do poço, no limiar da condição humana, quando comecei a escutar "Popozudas", "Bondes", "Tigrões" e "Tapinhas". Comecei a ter delírios, a dizer coisas sem sentido.

        Quando saía à noite para as festas pedia tapas na cara e fazia gestos obscenos.

        Fui cercado por outros drogados, usuários das drogas mais estranhas; uns nobres queriam me mostrar o "caminho das pedras", outros extremistas preferiam o "caminho dos templos".

         Minha fraqueza era tanta que estive próximo de sucumbir aos radicais e ser dominado pela droga mais poderosa do mercado: a droga limpa.

       Hoje estou internado em uma clínica. Meus verdadeiros amigos fizeram a única coisa que poderiam ter feito por mim. Meu tratamento está sendo muito duro: doses cavalares de Rock, muita MPB, Progressivo e Blues. Mas o meu médico falou que é possível que tenha que recorrer ao Jazz e até a Mozart e Bach como medida extrema; isso asseguraria minha total recuperação.

       Queria aproveitar a oportunidade e aconselhar as pessoas a não se entregarem a esse tipo de droga. Os traficantes só pensam no dinheiro. Eles não se preocupam com a sua saúde, por isso tapam sua visão para as coisas boas e te oferecem drogas.

        Se você não reagir, vai acabar drogado: alienado, inculto, manobrável, consumível, descartável e distante; vai perder as referências e definhar mentalmente.

        Em vez de encher a cabeça com porcaria, pratique esportes e, na dúvida, se não puder distinguir o que é droga ou não, faça o seguinte: não ligue a TV no domingo à tarde; não escute nada que venha de Goiânia ou do interior de São Paulo; não entre em carros com adesivos "Fui", "Chique no Urtimo", "É Nóis na Fita"...se te oferecerem um CD, procure saber se o suspeito apareceu no Sabadão do Gugu.

        Não compre nenhum CD que tenha mais de 6 pessoas na capa. Não vá a shows em que os suspeitos façam gestos ensaiados; não compre nenhum CD que a capa tenha nuvens ao fundo; não compre qualquer CD que tenha vendido mais de 1 milhão de cópias no Brasil; e não escute nada que o autor não consiga uma concordância verbal mínima. Mas, principalmente, duvide de tudo e de todos. A vida é bela! Eu sei que você consegue!


Diga não às drogas!

Autoria desconhecida
(erroneamente atribuída a Luís Fernando Veríssimo)





22 de maio de 2008

Manipulação

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18 de maio de 2008

No que creio?

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Quando se julga uma pessoa, digo acerca do seu caráter, penso que isso deve ser feito depois de realmente conhecê-la, sem que seus pré-conceitos, ou pior ainda, que pré-conceitos de terceiros venham a julgar uma pessoa quem nem mesmo você se deu a oportunidade de conhecer. Entristece-me, quando me tomam de uma forma tão pejorativa, no entanto me sinto enamorado por tais pessoas, isso por terem, apesar de seu julgamento errôneo, uma bela opinião sobre aspectos da vida que a maioria deixa de lado por seguirem aquilo o sistema os impõe. Mas eu não consigo aceitar que pessoas como essas que realmente são admiráveis, me partam o coração, por sua precipitada e de certa forma ignorante perspectiva das coisas que aparentam ser diferentes. Imagino que também o que é diferente deve ser visto, praticamente, com os olhos de uma pequena criança. Jostein Gaarder em "O Mundo de Sofia" nos leva por uma viajem maravilhosamente instigante. Submete-nos a um mundo de possibilidades surpreendentes quando você tem a coragem para subir na mais alta das montanhas e de lá ver o quão o mundo é atraente. Por vezes me sinto assim, lá alto dessa montanha a chamar as pessoas para que possam se encantar junto comigo em relação aos vários caminhos que nós encontramos na vida e suas possibilidades.
Conjecturas de vários pontos de vista são a mim dirigidos, e muitas dessas, antagônicas. Pegando um gancho em várias situações que já se puseram a minha frente para depois falar sobre minha espiritualidade. Onde trabalho há pessoas, principalmente os proprietários, que se dizem ser extremamente regidos pelos dogmas da igreja, porém não é bem o que vejo, pois aqui percebo o qual escrachado o sistema está imposto. Em uma de nossas reuniões
motivacionais tive a oportunidade de analisar a postura de várias pessoas de uma só vez. Pode parecer aqui estou fazendo o que foi feito a mim, como disse no inicio, mas faço isso para tentar me posicionar em relação à religião. Continuando a seguinte situação vivida no meu trabalho, nessa reunião estava passando um vídeo com alguns clipes musicais enquanto nos funcionários iam chegando e se acomodando. Pois bem, quando cheguei levei um choque ao ver imagens nesse naipe numa reunião do qual nem sabia o tema central, mas logo julguei que isso não é apropriado para o momento. O clipe em questão se trata de "Short Dick Man“ (clique e veja a tradução), promíscuo? Acho que é pouco. Aí vem um cidadão do meu lado e comenta - Fera esse clipe -, me vi na obrigação de lhe perguntar se sabia do que se tratava a música. Nada surpreso fiquei quando o mesmo me disse que não sabia. Assim falei o que a música propõe. Ele fica sério e depois de um momento fala para um amigo mais próximo - Essa música é para você -, e isso é só a ponta do iceberg, de uma situação todo santo dia se repete, seja no trabalho ou em qualquer outro lugar. Até mesmo a Ética, que nos foi cobrado em uma dessas reuniões tive a profunda decepção de constatar que se ausentava na postura da maioria de meus amigos de trabalho, profunda justamente por isso, profissionais fazendo e me pedindo para fazer coisas politicamente incorretas, o que dirá então religiosamente. Não quero e nem sou conivente com situações de esdrúxula categoria. Como disse antes, posso parecer fazendo justamente aquilo que fizeram à mim e nem que eu seja totalmente correto, sei que faço muita coisa errada. E olhe que já fui chato de "bobo" por me portar de maneira correta ou por deixar de aproveitar de situações que trariam algum lucro de forma ilícita. Mas a questão é que as mesmas pessoas que cometem essas situações, muitas vezes vêm a subjugar-me por opor as suas idéias retrogradas. Não que eu não os dê ouvidos, mas é por escutá-los que me oponho. Geralmente não tem uma sólida opinião do que tem a defender e defendem de forma que nem chega a tangenciar alguma razão.
Tenho amigos de vários pontos de vista sobre os mais variados assuntos, que chegam ser o oposto em certos aspectos. Eu talvez por isso eu seja assim, tenho meu ponto de vista sobre os assuntos do qual acho devo ter opinião formada. No entanto em certos assuntos a balança se encontra em equilíbrio. Mimetismo? Quem sabe. Amigos que contribuíram para que a função Rodrigo chegasse ao que é, amigos que se tornaram constantes e outros que ainda são incógnitas passaram
por minha vida. Alguns ainda tenho a felicidade tê-los por perto e outros que tenho tamanha gratidão por cruzarem o meu caminho, à esses, espero que possa ao menos ser recíproco por essa minha gratidão. Pessoas que colocaria em um grande liquidificador, não com a intenção de trucidá-los, mas sim de equilibrar tudo os aspectos de como eu acho que deveriamos nos colocar frente às situações que a vida nos apresente. André, Antonio, Evandro, Ulisses, Fernanda, Francisco, Gisleny, Janine, Marcio, Osmar, Rafael, Regina, Rosana, Sheila. Vou me limitar a esses nomes, se o seu não está aqui, não se preocupe, isso é apenas um texto qualquer e pessoas desse calibre não se restringem a essas expressões. Algumas já me decepcionaram, mas ainda assim é um fator de grande relevância em minha vida.
Essa função Rodrigo está sempre a ganhar mais elementos o que a torna única. Sendo assim toda a função Fulano é única e cabe a você escolher quais elementos farão parte dela, afinal "amigos são a família que nos permitiram escolher". Sempre tenho de refazer a derivada dessa minha função a fim de encontrar onde ela tangencia a essência desse meu ser e também a integral para descobrir a área que abranjo.
"Aquelas" que me julgaram de forma precipitada fiquem sabendo que não sou imutável, pois foi o que senti ao omitir o que sentia a meu respeito sem me dar a oportunidade de explanar minhas ideias e idéais, deixando que "outra" pessoa tomasse a sua vez para diz o que você deveria ter me dito e fazendo isso de forma sarcástica em relação ao meu sentimento. Apesar de tudo lhes a
mo. E sempre vou te amar.

13 de maio de 2008

Chamar-me-ão

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Chamar-me-ão de "Otário". Talvez o seja, pois intrinsecamente, isso venha a ser um dos adjetivos inerentes a um indivíduo de tal característica, irrepreensível. Explano também que, através da minha ótica, ascendo outorgada virtude. Desmensurável ignorante vossa mercê tornar-se-á. Mantendo vedada a massa cefálica que lhe proveria tamanha cognição. No entanto, preferes subtrair quando de fato deveriamo-nos somar. Vossas vidas, efêmeras, frágeis, tolas, energúmenas. Todavia, existirão as vidas antagônicas a tudo isso.
Chamar-me-ão de "Esquizofrênico". Assim o serei. Não que me esquivo da realidade, mas por às vezes, ingenuamente tentar elucidar seres do quão aquém está acerca de nós mesmos. Por tentar fazer das pessoas uma sínfise de ideais harmoniosos. Entristecem-me saber que pessoas ainda percam seu precioso tempo a estereotipar outros que nem ao menos conhecem. Taxado fui por pessoas que ao me conhecerem se surpreenderam por perceberem os seus pré-conceitos. Conceitos são bons, mas é preciso saber criá-los. Incrédulo à capacidade das pessoas não sou. Alguns têm uma aptidão bem mais perspicaz que a da maioria, porém isso não que dizer que tu não venhas a manifestar determinada habilidade. Creio que tudo podemos se realmente queremos. Só depende de você "quando chegares ao cume de uma montanha, segue subindo". A pronúncia de tais adjetivos a minha pessoa faz de vossa pessoa um Acéfalo. Contudo, insisto em não crer nisso. Penso que fechastes os olhos de tua razão. Desaliene-se. Sei que o pode fazer.

Otário

Fonte: Aurélio

[Do lunf. otario, ‘homem ingênuo, de boa-fé’.]
Substantivo masculino.
1.Gír. Indivíduo tolo, simplório, fácil de ser enganado:

Fonte: Houaiss

Adjetivo e substantivo masculino

Regionalismo: Brasil. Uso: informal.

Diz-se de ou indivíduo ingênuo, tolo, inexperiente

Esquizofrenia

Fonte: Aurélio

[De esquiz(o)- + -fren(o)- + -ia1.]
Substantivo feminino.
1. Psiq. Termo que engloba várias formas clínicas de psicopatia e distúrbios mentais próximos a ela (v. distúrbio esquizotípico); sua característica fundamental é a dissociação e a assintonia das funções psíquicas, disto decorrendo fragmentação da personalidade e perda de contato com a realidade.

Esquizofrenia hebefrênica. 1. Psiq. Forma de esquizofrenia observada, em geral, em adolescente, e que se caracteriza por distúrbios da afetividade, regressão e hipocondria; hebefrenia.

Fonte: Houaiss

Substantivo feminino

Rubrica: psiquiatria.

Termo geral que designa um conjunto de psicoses endógenas cujos sintomas fundamentais apontam a existência de uma dissociação da ação e do pensamento, expressa em uma sintomatologia variada, como delírios persecutórios, alucinações, esp. auditivas, labilidade afetiva etc.

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