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5 de junho de 2015

O pingo no "i"

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Antigamente conhecia-se apenas o grau, assim um grau equivaleria ao número 1 ou a letra A, dois graus o número 2, letra B e assim em diante. Se fizer os números e as letras em graus, visualiza-se perfeitamente. Porém ao chegar no I e no J, faltará um grau, assim colocou-se um grau em cima da letra.

Não existe nada que determine que o "i" tem ponto, e não "bolinha". Trata-se apenas de uma convenção milenar, que resultou no design da letra. Vais ter de convencer os jovens, mostrando-lhes que a tradição preferiu esta forma porque ela evita confusão entre estas duas letras e as demais; no entanto, desiste de encontrar aquele "documento específico", porque não existe legislação sobre a forma das letras. Cada um pode traçá-las como quiser, desde que sejam reconhecidas pelos leitores.

Para se diferenciar do "u". Segundo Duarte (2003, pág. 49), o pingo no "i" foi instituído para diferenciar a sequência de dois "i" (o "ii", muito frequente em latim) do "u" minúsculo, com o qual ela se confundia muito no alfabeto gótico adaptado muito em voga no final da Idade Média. Na verdade, o til, o apóstrofo e vários outros sinais foram propostos para evitar a confusão entre "ii" e "u" até que se definisse, no século XVI, pelo acréscimo de um ponto à vogal "i". A partir de então, passamos a pôr os pingos nos "i" e a colaborar para o sucesso da Grafologia, uma técnica de reputação muito controvertida que parte do pressuposto de que há uma relação direta entre grafia e personalidade.

A ausência do pingo sobre o "i", por exemplo, é interpretada como sinal de "distração" ou de "mente ausente" nos exames grafológicos tradicionais. Por outro lado, os que colocamos o pingo muito acima do "i" - sim, faço parte desta confraria - somos considerados "imaginativos". E se você é daqueles que fazem o pingo como um círculo, de duas uma: ou você tem uma "personalidade artística" (seja lá o que isso signifique...), ou é muito afetado e pretensioso. Será?

Para saber mais:

DUARTE, M. O guia dos curiosos: língua portuguesa. São Paulo: Editora Panda, 2003

A história do pingo do j é bem interessante. Ocorre que a consoante j e a vogal i têm a mesma origem no latim (assim como u e v, que vemos em FORVM). Prova disso é, por exemplo, a inscrição INRI da cruz de Cristo, que significa "J"esus de Nazaré Rei dos "J"udeus. Podemos notar também que algumas palavras revelam na sua etimologia esse parentesco, como major/maior, pejorativo/pior (pejor>peior>pior). Ocorre que nos casos em que o som vocálico em i começava a ser pronunciado como som consonantal (mais ou menos como o y em espanhol) ganhou nova grafia: j, mantendo-se o "pinguinho" para lembrar a origem.

Na língua turca, existe i com pingo e i sem pingo, que são letras absolutamente diferentes.
Claro, olhei e vi que é possível usar algo que se parece com essa letra em transcrições fonéticas.
Mas se alguém vier dizer que não se usa mais pingo no j, não seria uma invenção contrária à nossa realidade moderna? Se vamos voltar ao passado, que tal usarmos a maneira dos latinos? Escrevendo só com maiúsculas (que não têm pontos no i e no j), separando as palavras com ponto intermédio...e claro j e u não existiam para eles: i e v eram ao mesmo tempo duas letras: uma vogal e uma consoante. Não precisaríamos mais de pontos sobre letra alguma. Nem de acentos, já que acentos não eram usados no latim clássico, só no latim cultural pós-Império Romano.

Portanto, é necessário usar a abordagem certa. "Não existe mais" é frase muito peremptória para se usar em algo que consiste numa tradição linguística de uso corrente. Posso ter me exaltado muito, mas a ideia para mim não faz sentido. E algo assim é muito inútil num país em que as pessoas precisam aprender coisas mais importantes e necessárias para a vida.

19 de agosto de 2013

Sete vacinas que os adultos precisam tomar

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Sarampo, pneumonia e outras doenças prejudicam a imunidade mesmo na idade adulta
 Por Fernando Menezes em Minhavida.com

Na hora de cuidar da própria saúde, muitos adultos negligenciam as campanhas de vacinação. Em todas as fases de nossa vida, porém, estamos suscetíveis a infecções por vírus e bactérias que, se não tratadas, podem causar muitos problemas.

As doenças crônicas que se manifestam mais na vida adulta são fortes indicadores de que o indivíduo precisa se vacinar. "As pessoas que estão em grupos de risco, como as pessoas com mais de 60 anos ou aquelas que têm doenças crônicas, devem sempre estar informadas sobre a vacinação", diz o infectologista Paulo Olzon, da Unifesp.

Existem vacinas tanto para bactérias como para vírus. "No primeiro caso, a vacinação é feita para controlar surtos epidemiológicos e, para o caso dos vírus, a imunização normalmente dura a vida toda, sendo necessárias apenas algumas doses de reforço para garantir que a doença não vai mais voltar", diz Paulo Olzon. Confira sete tipos que merecem estar na sua carteira de vacinação.

Na hora de cuidar da própria saúde, muitos adultos negligenciam as campanhas de vacinação. Em todas as fases de nossa vida, porém, estamos suscetíveis a infecções por vírus e bactérias que, se não tratadas, podem causar muitos problemas.

As doenças crônicas que se manifestam mais na vida adulta são fortes indicadores de que o individuo precisa se vacinar. "As pessoas que estão em grupos de risco, como as pessoas com mais de 60 anos ou aquelas que têm doenças crônicas, devem sempre estar informadas sobre a vacinação", diz o infectologista Paulo Olzon, da Unifesp.

Existem vacinas tanto para bactérias como para vírus. "No primeiro caso, a vacinação é feita para controlar surtos epidemiológicos e, para o caso dos vírus, a imunização normalmente dura a vida toda, sendo necessárias apenas algumas doses de reforço para garantir que a doença não vai mais voltar", diz Paulo Olzon. Confira sete tipos que merecem estar na sua carteira de vacinação.

Vacina dupla tipo adulto - para difteria e tétano

A difteria é causada por uma bactéria, que é contraída pelo contato com secreções de pessoas infectadas. Ela afeta o sistema respiratório, causa febres e dores de cabeça, em casos graves, pode evoluir para uma inflamação no coração.

A toxina da bactéria causadora do tétano compromete os músculos e leva a espasmos involuntários. A musculatura respiratória é uma das mais comprometidas pelo tétano. Se a doença não for tratada precocemente, pode haver uma parada respiratória devido ao comprometimento do diafragma, músculo responsável por boa parte da respiração, levando a morte. Ferir o pé com prego enferrujado que está no chão é uma das formas mais conhecidas do contágio do tétano.

A primeira parte da vacinação contra difteria e tétano é feita em três doses, com intervalo de dois meses. Geralmente, essas três doses são tomadas na infância. Então confira a sua carteira de vacinação para certificar-se se a vacinação está em ordem. Depois delas, o reforço deve ser feito a cada dez anos para que a imunização continue eficaz. É nesse momento que os adultos cometem um erro, deixando a vacina de lado.  
 

Vacina Tríplice-viral - para sarampo, caxumba e rubéola

Causado por um vírus, o sarampo é caracterizado por manchas vermelhas no corpo. A transmissão ocorre por via respiratória. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a mortalidade entre crianças saudáveis é mínima, ficando abaixo de 0,2% dos casos. Nos adultos, essa doença é pouco observada, mas como a forma de contágio é simples, os adultos devem ser imunizados para proteger as crianças com quem convivem.

Conhecida por deixar o pescoço inchado, a caxumba também tem transmissão por via respiratória. Mesmo que seja mais comum em crianças, a caxumba apresenta casos mais graves em adultos, podendo causar meningite, encefalite, surdez, inflamação nos testículos ou dos ovários, e mais raramente no pâncreas.

Já a rubéola é caracterizada pelo aumento dos gânglios do pescoço e por manchas avermelhadas na pele, é mais perigosa para gestantes. O vírus pode levar à síndrome da rubéola congênita, que prejudica a formação do bebê nos três primeiros meses de gravidez. A síndrome causa surdez, má-formação cardíaca, catarata e atraso no desenvolvimento.

O adulto deve tomar a tríplice-viral se ainda não tiver recebido as duas doses recomendadas para a imunização completa quando era criança e se tiver nascido depois de 1960. O Ministério da Saúde considera que as pessoas que nasceram antes dessa data já tiveram essas doenças e estão imunizados, ou já foram vacinados anteriormente.

Mesmo que todos com essas características devam ser vacinados, as mulheres que pretendem ter filhos, que não foram imunizadas ou nunca tiveram rubéola devem tomar a vacina um mês antes de engravidar, já que a rubéola é bastante perigosa quando acomete gestantes, podendo causar deformidade no feto. 

Vacina contra a hepatite B

A Hepatite B é transmitida pelo sangue, e em geral não apresenta sintomas. Alguns pacientes se curam naturalmente sem mesmo perceber que tem a doença. Em outros, a doença pode se tornar crônica, levando a lesões do fígado que podem evoluir para a cirrose. "A imunização contra essa doença é importante, pois ela pode causar problemas sérios, como câncer no fígado", diz Paulo Olzon.

De acordo com o especialista, há algumas décadas, o tipo B da hepatite era o mais encontrado, já que ela pode ser transmitida através da relação sexual e as pessoas não tomavam cuidado com a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Depois de uma campanha de vacinação e imunização, e da classificação da hepatite C pelos médicos, ela não pode ser vista como epidemia, mas ainda é preciso tomar cuidado com essa doença.

Até os 24 anos, todas as pessoas podem tomar a vacina contra hepatite B, gratuitamente, em qualquer posto de saúde. A aplicação da vacina também continua de graça, quando o adulto faz parte de um grupo de risco. "Pessoas que tenham contato com sangue, como profissionais de saúde, podólogos, manicures, tatuadores e bombeiros, ou que tenham relacionamentos íntimos com portador da doença são as mais expostas a essa doença", diz o especialista. Fora isso, qualquer adulto pode encontrar a vacina em clínicas particulares. 

Pneumo 23 - Pneumonia

O pneumococo, bactéria que pode causar a pneumonia, entre outras doenças, pode atacar pessoas de todas as idades, principalmente indivíduos com mais de 60 anos. "Pessoas com essa idade não podem deixar de tomar a vacina pneumo 23", diz Paulo Olzon.

A pneumonia é o nome dado a inflamação nos pulmões causada por agentes infecciosos (bactérias, vírus, fungos e reações alérgicas). Entre os principais sintomas dessa inflamação dos pulmões, estão febre alta, suor intenso, calafrios, falta de ar, dor no peito e tosse com catarro. Adultos com doenças crônicas em órgãos como pulmão e coração -alvos mais fáceis para o pneumococo, devem tomar essa vacina sempre que há uma campanha de vacinação.

Mesmo que ela seja uma das vacinas mais importantes para ser tomadas é a única vacina do calendário que não é oferecida em postos de saúde. É preciso ir a um Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais, em locais como o Hospital das Clínicas e a Unifesp.
 

Vacina contra a febre amarela

A febre amarela é transmitida pelo mesmo mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti. A doença tem como principais sintomas febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo, icterícia (pele e olhos amarelados) e hemorragias. "Se a febre amarela não for tratada, pode levar a morte", explica o especialista.

Por ser uma doença grave, e com alto índice de mortalidade, todas as pessoas que moram em locais de risco devem tomar a vacina a cada dez anos, durante toda a vida. Quem for para uma dessas regiões precisa ser vacinado pelo menos dez dias antes da viagem. No Brasil, as áreas de risco são: zonas rurais no Norte e no Centro-Oeste do país e alguns municípios dos Estados do Maranhão, do Piauí, da Bahia, de Minas Gerais, de São Paulo, do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

Mesmo que os efeitos colaterais mais sérios sejam muito raros, a vacina contra febre amarela deve ficar restrita aqueles indivíduos que moram ou irão viajar para algum lugar de risco. "Nesse sentido, a preocupação dos médicos está relacionada ao risco de reação alérgica grave ou anafilática, que pode levar a morte os pacientes propensos", explica o infectologista Paulo Olzon. 

Vacina contra o influenza (gripe)

A vacina contra gripe deve estar na rotina de quem está com mais de 60 anos. "Muitas pessoas deixam de tomá-la com medo da reação que ela pode causar, mas isso é um mito, já que a suposta reação do corpo não tem nada a ver com a vacina, e sim com a própria gripe", diz o especialista. "Isso porque o vírus da gripe fica semanas em nosso corpo sem se manifestar e a proteção da vacina não é imediata como as pessoas imaginam."

A gripe é transmitida por via respiratória, leva a dores musculares e a febres altas. Seu ciclo costuma ser de uma semana. Pessoas com mais de 60 anos podem tomar a vacina nos postos de saúde, enquanto os mais jovens podem ser vacinados em clínicas particulares. "Os idosos que não querem esperar até a campanha anual de vacinação contra a gripe podem tomar a vacina em clínicas particulares em todas as épocas do ano", diz Paulo Olzon.  

HPV

A vacina existe tanto para homens quanto para mulheres e previne os quatros principais tipos do Papilomavírus Humano - o HPV. Segundo o Ministério da Saúde, 137 mil novos casos de HPV são registrados por ano no Brasil. O vírus, transmitido durante a relação sexual, é responsável por 90% dos casos de câncer de colo do útero, além de provocar tumores de vulva, pênis, boca, ânus e pele.

Apesar de existir a vacina bivalente, que protege dos tipos 16 e 18 de HPV e só é aplicada em mulheres, a quadrivalente é a mais indicada, pois protege desses dois tipos citados mais os tipos 6 e 11 e também serve para os homens. "A quadrivalente deve ser tomada em três doses, sendo a segunda dose após 30 dias da primeira e a terceira, seis meses depois da segunda", afirma o ginecologista Amadeu Carvalho Júnior, da Amhpla Cooperativa de Assistência Médica.

A Anvisa recomenda a vacinação em pessoas dos nove aos 26 anos - em especial para aquelas que ainda não iniciaram sua vida sexual, para garantir maior eficácia na proteção. Vale lembrar, no entanto, que a vacina não dispensa o uso de preservativos na relação. "O HPV possui mais de 100 tipos diferentes e a vacina protege apenas de alguns deles", explica o ginecologista Amadeu.  

[Vi no MINHA VIDA]

4 de agosto de 2013

Como medir a distância pupilar?

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O que é?

A distância pupilar ou DP é a distância entre os dois olhos.

Se você não tem ainda a sua distância pupilar ou não se lembra, você pode proceder da seguinte maneira:
 

Como medir?

Pode medir de outra pessoa, se posicionando em frente dela e usando uma régua (ver desenho de cima) Ou precisa de:

1 Espelho
1 velho par de óculos(pode ser de outra pessoa)
1 pincel atômico
1 régua em milímetros (pode copiar aquela no final do texto)

Como fazer?

Coloca os óculos com a mão esquerda, tampa o olho esquerdo e com o pincel atômico, marca o ponto brilhante do seu olho na lente DIREITA.


Com a mão direita, tampa o olho direito e com o pincel atômico, marca o ponto brilhante do seu olho na lente ESQUERDA.


Pronto!
Agora com a régua, mede a distancia entre os dois pontos que vc marcou nos óculos.
Em geral deve ser entre 55 e 70 milímetros.

No caso de uma criança ou de um bebe, proceder da mesma maneira se colocando em frente dele.
Para um bebe, em geral, deve ser entre 40 e 50 milímetros.
Para uma criança, em geral, deve ser entre 50 e 60 milímetros.

Fonte: http://vcqv.com.br/

22 de junho de 2013

Por que as manifestações se espalharam pelo Brasil

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20 centavos, PEC 37, Saúde, Educação. Alguns ingredientes do que podemos chamar de Nova Revolução Brasileira.

Por: Antonio César


E estas manifestações pelo Brasil afora que explodiu neste mês de junho, por que estão acontecendo, hein? Será que é porque o brasileiro está cansado da corrupção, da Saúde deficitária, da Educação sem eficácia ou da Segurança insuficiente? 

Tudo isso está acontecendo, por que não dá mais para aceitar pessoas de má fé dirigindo nosso país, pois se utilizam de estradas sem sinalização, não sabemos o que tem na frente, um buraco pode atrasar a viagem e só eles ganham com isso. Quem vai tapar o buraco é a empresa deles, se alguém ficar doente e quiser um atendimento um pouco melhor é encaminhado à clínica de um amigo deles. Não. Não podemos mais deixar isso continuar.

Mas o brasileiro médio é estático, só reclama da boca para fora e não faz nada a respeito, não cobra, não escolhe com cuidado representantes na urna, não ensina seu filho o respeito com os demais (principalmente na escola), enfim, aceita o que é errado quando o que é errado está acontecendo (como vender o voto). O brasileiro médio é tão culpado, ou mais, que os próprios políticos ruins que nos representam. A resposta sem pensar não vale.

Então por que tanta gente de repente saiu às ruas para protestar contra tudo o que prejudica nossa sociedade? Não é tanta gente assim, porém é uma quantia considerável de gente que pensa um pouco mais que o brasileiro médio, gente que estava cansada de coisas erradas, de impunidade, de representação medíocre à pior. Gente que viu uma oportunidade de salvar o Brasil e que quer mudar, transformar, melhorar NOSSO país.
O mundo muda, e este é um momento propício para isso acontecer, não podemos parar apenas num grito, temos de continuar, de não tirar o olho de quem está no poder e não se importa com seu povo. Temos de ficar ali, na porta da casa deles, incomodando e mostrando que sabemos que estão nos enganando. Não podemos deixar esta, que pode ser chamada de NOVA REVOLUÇÃO BRASILEIRA, morrer. É ainda apenas um bebê, mas um bebê que já nasceu com mente aberta, com entendimento das coisas, com sede de transformar o Brasil. Transformar para melhor, é claro. Chega de descaso.



Veja no blog Café Pestana alguns dos principais equívocos sobres tais manifestações:



2 de maio de 2013

Quer melhorar a memória? Dica aqui e agora:

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Quer melhorar a memória? Esqueça as coisas

Por Natasha Romanzoti do Hypescience.com

Problemas de memória? O melhor a se fazer, para poder se lembrar, é esquecer. Sim; cientistas descobriram que, quanto melhor você é em esquecer, melhor você é em lembrar.
Como isso funciona: para se lembrar de fatos que são importantes na sua vida hoje, você tem que ser capaz de abrir mão de informações que você não precisa mais.


Por exemplo, se alguém lhe perguntar quem é o presidente atual do Brasil, você pode se lembrar de Fernando Henrique Cardoso, ou Lula. Claro, isso está incorreto. Então você tem que arrumar uma maneira de não pensar sobre FHC ou Lula, para poder se lembrar de que a presidente atual do Brasil é a Dilma Rousseff.
Claro, você não precisa se esquecer pra sempre dos outros presidentes do Brasil. Seu cérebro está cheio de informações, e para que você tenha informações importantes ao seu alcance – na ponta da língua -, tem que se esquecer de fatos que não são imediatamente necessários.
É como os seus pertences: coisas importantes que você pode armazenar em sua mesa. Coisas menos importantes, você coloca numa gaveta. Outras, você deixa ao alcance de sua mão. Se você realmente precisar do que estiver na gaveta, é só buscar o que você precisa, mas é mais difícil o acesso a ela.
Para ter uma noção de como o cérebro se esquece, a fim de se lembrar, pesquisadores realizaram algumas experiências.


Em uma delas, os voluntários receberam uma lista de seis palavras relacionadas; uma lista de seis frutas, por exemplo.
Em seguida, os voluntários tiveram que fazer um teste simples em que a categoria foi listada junto com a primeira letra de três itens, seguidos por um espaço em branco a ser preenchido. Por exemplo, categoria “frutas” seguido por um “L” de laranja, ou “M” de maçã.
Depois disso, os voluntários fizeram o mesmo teste, mas desta vez com letras iniciais para todos os seis itens. Os voluntários facilmente se lembraram dos três itens que estavam no outro teste. Os outros três foram muito mais difíceis de lembrar. Suas memórias desses itens haviam sido “perdidas”.
O experimento explica o que acontece quando trocamos de número de telefone, por exemplo. Uma vez que você aprendeu o novo número, é quase impossível recordar o antigo. E isso faz sentido, pois seria muito difícil para nós se lembrar de cada número de telefone que já tivemos.
Os pesquisadores afirmaram que algumas pessoas são melhores em “esquecer para lembrar” do que outras. Essas pessoas tendem a ser melhores em resolução de problemas, o que tem a ver com a maneira como seus cérebros organizam a informação, que as ajuda a pensar.
E você? É melhor em lembrar, ou esquecer?

Soro da Memória, Como Fazer?

Por Sergio de Souza do Hypescience.com

O soro da memória contém proteínas, peptídios e lipídios. Eles ajudam os neurônios a formar a sua rede através das sinapses.
Para fazê-lo usamos o soro do leite que é a parte líquida restante após retirarmos o material branco espesso. Essa “água” do leite é que é usado no soro. O leite usado para o soro deve ser A ou B, de saquinho.


Este suco da memória é um coadjuvante da saúde. Em três meses é possível observar diferenças no sono, na memória e no aprendizado. Você tem que tomar apenas 100 ml, meio copo, toda noite antes de dormir.
Quem o toma descansa melhor e aprende melhor o que ocorreu durante o dia.
Receita do soro da memória:
  • Misture em cada litro de leite (A ou B) o suco de um limão.
  • Ele deve ficar descansando entre quatro e doze horas, até coagular.
  • Em seguida você deve coar para separar a parte sólida da líquida, com uma peneira bem fina. O líquido resultante é é o soro da memória.
Ele deve ser conservado em geladeira por três ou cinco dias e pode até ser congelado.
O soro da memória tem um gosto leve de suco de limão e deve ser tomado diariamente para que o descanso tenha maior qualidade e você fique com o cérebro mais tranquilo. Assim você vai aprender melhor as tarefas que realiza.






15 de abril de 2013

10 Coisas que você deve saber sobre o café

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O café é a bebida mais famosa do mundo e é ingerida em todos os cantos, pela maioria das pessoas.

 Por Alessandra Nogueira



10. A cafeína pode te matar

Mas você teria que tomar entre 80 a 100 xícaras rapidamente, dizem os especialistas. Nós aconselhamos que você não tentasse.

9. Café pode ser bom para você

Um estudo mostrou que a maioria dos antioxidantes ingeridos nos EUA vem da sua dose diária de café. Uma a duas xícaras por dia parece ser benéfico. Ou, se você não gosta de café, pode tentar chá preto, a segunda fonte de antioxidantes mais consumida. Bananas, grãos desidratados e milho também entram nas cinco mais consumidas.

8. A cafeína pode aumentar a libido da mulher

Ao menos funcionou em ratos. Mas os pesquisadores afirmaram que em humanos o café pode melhorar a experiência sexual apenas em pessoas que não são usuários habituais da bebida.

7. A cafeína pode diminuir a dor

Doses moderadas de cafeína — o equivalente a duas xícaras de café — podem reduzir significativamente a dor muscular pós-academia. Mas a pesquisa foi realizada em pessoas que não são usuários regulares.

6. A cafeína pode sim mantê-lo acordado durante a noite

Especialistas de saúde aconselham evitá-lo seis horas antes de ir para a cama. (A não ser que você esteja querendo o efeito do item no 8).

5. Café descafeinado tem cafeína!

Se você beber entre 5 e 10 xícaras de café sem cafeína, você pode ingerir a mesma cafeína de um ou dois copos de café comum, um estudo descobriu.

4. O processo de descafeinação utiliza produtos químicos

Os grãos são colocados sob vapor, portanto a cafeína vem à superfície e o grão é lavado utilizando um solvente orgânico chamado cloreto de metileno.

3. A cafeína não é a culpada pelo sabor amargo

A cafeína não é o principal composto amargo no café. Neste caso os culpados são os antioxidantes.

2. Os melhores cafés dependem de torragem

Quando se fala de sabor na química do café, o que importa é a torragem e mistura. Durante a torragem, o óleo armazenado no interior dos grãos começam a emergir em torno de 200o C. Quanto mais óleo, mais forte o sabor. A quantidade de cafeína é maior quanto maior for o tempo do contato do pó com a água, portanto café comum tem maior teor de cafeína do que um expresso, por exemplo. Grãos mais escuros também contém mais cafeína.

1. O café foi descoberto por bodes

Um milênio atrás no sopé de uma montanha na África, um rebanho de cabras manteve um pastor acordado durante a noite toda depois de se banquetearem com grãos de café vermelhos. O pastor levou a descoberta dos animais para alguns monges e longas sessões de orações se sucederam. É uma boa história, de qualquer maneira.


24 de março de 2013

Como parar de adiar as coisas

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Vamos começar uma pequena série neste blog com algumas dicas – comprovadas pela ciência e recomendadas por especialistas – para ajudar você a cumprir aquelas promessas que listou no Ano-Novo. O primeiro objetivo será algo que, se não estiver na lista da maior parte das pessoas, pelo menos vai ajudá-las a cumprir outras promessas: parar de adiar as coisas – ou, para ser mais exata, acabar com a procrastinação.
Por Ana Carolina Prado (SuperInteressante)



“Tabulando inúmeras pesquisas, cerca de 95% pessoas admitem adiar as coisas, com cerca de 25% delas indicando que essa é uma característica crônica, definidora de sua personalidade”, diz o pesquisador Piers Steel, um dos mais famosos especialistas no tema, em seu livro “A equação de deixar para depois”. Para esse trabalho, ele analisou mais de 800 artigos científicos sobre a procrastinação e desenvolveu sua própria pesquisa, o que o ajudou a chegar tanto ao motivo por que adiamos as coisas quanto a métodos que podemos usar para diminuir esse hábito.

No geral, existe um fator que ajuda a explicar por que fazemos isso. Há quem acredite que tem a ver com o perfeccionismo: a pessoa, ansiosa demais em tentar fazer um trabalho perfeito, acabaria protelando indefinidamente achando que, em outra ocasião, teria condições mais adequadas para realizá-lo. Embora possa confortar os procrastinadores (afinal, o perfeccionismo é muitas vezes uma daquelas características que as pessoas adoram usar quando perguntam qual o seu maior ‘defeito’), isso não é verdade.


Dos milhares de procrastinadores já estudados, apenas um grupo ínfimo mostrou ser perfeccionista. Na verdade, o psicólogo e terapeuta Robert Slaney, criador de uma escala para medir o perfeccionismo, descobriu que essas pessoas tinham menos probabilidade de adiar do que os não-perfeccionistas, e não mais. Por que é que eles levaram a fama, então? Segundo Steel, é simples: os perfeccionistas que adiam as coisas têm mais probabilidade de procurar a ajuda de um terapeuta (já que se tendem a se sentir pior com os efeitos dos atrasos) e, assim, acabam aparecendo mais vezes nas pesquisas clínicas sobre adiamentos. Já os proteladores não perfeccionistas são menos propensos a procurar ajuda profissional.

Ok, mas se a razão não é o perfeccionismo, qual seria, então? Piers Steel responde:
“Trinta anos de estudos e centenas de pesquisas isolaram várias características de personalidade que servem para prever protelações, mas uma delas de destaca (…): a impulsividade, isto é, viver impacientemente o momento e querer tudo de imediato. Demonstrar autocontrole ou adiar uma recompensa é difícil para as pessoas impulsivas.”
Algumas tarefas causam ansiedade em todo mundo, mas a impulsividade influencia muito a forma como cada um de nós lida com isso. Ela geralmente faz os menos impulsivos quererem começar logo o projeto em questão. Já para os mais impulsivos pode ocorrer o oposto e eles acabam caindo na procrastinação.
“Os impulsivos tentam evitar temporariamente uma tarefa que gera ansiedade ou tirá-la da consciência, uma tática que é absolutamente perfeita, se você pensar no curto prazo. Além disso, a impulsividade faz com que os proteladores sejam desorganizados e distraídos ou (…) os faz sofrer de pouco controle sobre os impulsos, falta de persistência, falta de disciplina no trabalho, incapacidade de gerenciar bem o tempo e incapacidade de trabalhar metodicamente. Em outras palavras, acham difícil planejar seu trabalho antes da hora, e mesmo depois que começam, se distraem facilmente.”
O otimismo excessivo é outro fator que ajuda a atrapalhar sua vida. Ele pode levar à “falácia do planejamento”, que é quando as pessoas calculam mal o tempo que levarão para executar uma tarefa – e, assim, atrasam o seu início. É como quando você diz “posso escrever meu relatório em meia hora, então não preciso começar tão cedo” e acaba descobrindo, dez minutos antes do prazo acabar, que a coisa é bem mais demorada do que você imaginou.
E aí, se identificou? Então, agora que você entendeu um pouco melhor as causas do problema,  vamos às dicas para que consiga vencê-lo. Papel e caneta na mão:
    • Determine o que pode dar errado e distraí-lo no caminho para o seu objetivo e tome medidas para evitar essas coisas. Por exemplo, se seu problema for ficar no Facebook, desligue seu smartphone para não receber notificações e nem abra o site até terminar seu trabalho. Ou, se puder, desligue a sua conexão com a internet.
    • Faça uma lista das maneiras como você normalmente adia as coisas e pregue-a em seu local de trabalho.
    • Admita que você é viciado em atrasos. Faça uma pausa para refletir sobre quantas vezes já adiou os seus planos e entrou numa enrascada por causa disso. Comece a fazer um registro diário para monitorar esse hábito.
    • Admita que você vai tentar se enganar de novo, pensando coisas como “vou checar o Facebook antes de terminar meu trabalho, mas vai ser só mais desta vez”. Isso vai acontecer muuuitas vezes, ainda. Tente não se deixar enganar.
    • Aceite o fato de que o primeiro atraso permite que você justifique todos os seguintes. Fazendo isso, você vai ter muito menos chance de dar o primeiro passo.
    • Tire tempo para reconhecer e recompensar seu progresso. Faça uma lista das recompensas que pode se dar, como comprar aquele game que tanto queria, uma roupa nova ou uma cerveja com os amigos.
    • Reserve um tempo para o lazer. Ninguém consegue passar 100% do tempo trabalhando – ter um tempo para fazer as coisas de que se gosta é essencial. Assim, satisfaça suas necessidades antes que elas se tornem intensas demais e o distraiam de seu trabalho. Só saiba equilibrar bem o tempo.
    • Ao se confrontar com tentações que o distraiam, concentre-se em aspectos que as façam menos atraentes. Por exemplo, se bateu aquela vontade de comer aquela torta de chocolate, pense nela como uma simples mistura de gordura e açúcar.
    • Quando possível, separe bem seu lugar de trabalho e o de lazer – e deixe o espaço de trabalho o mais organizado possível para evitar distrações. Se quiser, decore-o com mensagens ou imagens que façam você se lembrar de seus objetivos e de por que está trabalhando.
    • E, o mais importante (é, deixamos o melhor para o final): estabeleça metas precisas, de modo que você saiba exatamente quando terá de atingi-las e o que terá de fazer para isso. Por exemplo, em vez de dizer “Vou fazer meu relatório de despesas”, sua meta precisa ser “Juntar todos os meus recibos, agrupá-los e registrá-los até amanhã, na hora do almoço”. Viu a diferença? Quando o objetivo for complexo, divida-o em pequenas metas de curto prazo que o ajude a chegar lá.
    • Estabeleça rotinas e inclua suas metas aí.A rotina é sua amiga e o ajudará a criar bons hábitos, se você se permitir. Assim, abra a sua agenda e marque as tarefas que terá sempre de realizar.

10 de janeiro de 2013

10 fatos surpreendentes sobre o cérebro humano

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O cérebro é o órgão central do corpo humano. É extremamente complexo e sofisticado. As funções do cérebro foram descobertas pelos antigos egípcios e gregos em 400 a.C. Foi Hipócrates quem primeiro descobriu que o cérebro possui um papel importante na sensação e inteligência. Hoje em dia, todos compreendemos a importância do cérebro, mas a maioria de nós não sabe muito sobre ele, então aqui estão alguns fatos interessantes para você.


Conheça 10 coisas que você provavelmente não sabia sobre o cérebro:

1 – O cérebro não sente dor

Por não ter receptores para isso, o cérebro não sente dor. É por isso que neurocirurgias podem ser feitas enquanto o paciente está acordado. Aliás, isso ajuda os cirurgiões a manter o controle sobre o procedimento – e não bagunçar funções motoras ou de visão, por exemplo. O que não torna esse tipo de cirurgia algo menos perturbador de se ver…

 

2 – Há mais de 160 mil quilômetros de vasos sanguíneos no cérebro

Curiosamente, essa estrutura relativamente pequena (que pesa menos de 2 kg) contém um número monstruoso de elementos: 100 bilhões de neurônios, conectados entre si por 100 trilhões de sinapses. Em termos de informação, o cérebro é capaz de armazenar 1.000 terabytes (1 terabyte = 1.024 gigabytes), o equivalente a cinco vezes o conteúdo da Enciclopédia Britânica. Em tempo: nós usamos 100% da capacidade do nosso cérebro, ao contrário do que dizia aquele famoso mito dos 10%.

 

3 – O cérebro de Einstein foi preservado

Poucas horas depois de sua morte, em 1955, Einstein teve seu cérebro retirado pelo Dr. Thomas Harvey sem autorização da família. O legista simplesmente tomou chá de sumiço e só foi encontrado 23 anos depois por um jornalista persistente. O médico admitiu que ainda estava com o cérebro de Einstein, cortado em 240 partes e preservado em jarros com formaldeído.

 

4 – Há grandes diferenças entre os dois lados do cérebro

Essa fantástica estrutura é formada por dois hemisférios, sendo um deles mais voltado a pensamentos racionais e analíticos (o esquerdo) e o outro voltado mais para pensamentos conceituais e visuais (o direito). Além disso, eles trabalham de forma “invertida”: se você machuca sua mão direita, a dor é processada pelo hemisfério esquerdo. Curiosamente, você sobreviveria mesmo que perdesse completamente um dos hemisférios (não sei se muito bem).

 

5 – O cérebro dos homens é 10% maior que o das mulheres

“Ahá! Eu sabia!”, pensaram alguns leitores. Antes de acharem que estão por cima, vale destacar que, embora seja relativamente menor, o cérebro feminino possui mais células nervosas do que o masculino. Além disso, ele realmente tende a priorizar “emoções”, enquanto o dos homens tende a priorizar a “lógica”. Mas o cerebro de homens homossexuais tende a funcionar de maneira mais similar ao de mulheres.

 

6 – Seu cérebro é mais ativo enquanto você dorme

Durante o sono, nosso cérebro processa intensamente as informações que coletou durante o dia – alguns cientistas acreditam que esse fenômeno é responsável pelos sonhos. Até hoje, ninguém sabe exatamente por que, de fato, sonhamos. Contudo, já foi comprovado que pessoas com QI mais elevado tendem a sonhar mais, e que tirar um cochilo durante o dia pode ajudá-lo a ter mais disposição e foco para trabalhar.

 

7 – É possível manipular sonhos

Quem assistiu ao filme “A Origem” provavelmente ficou surpreso com a manipulação de sonhos. A ideia, porém, é verdadeira e não é nova: o termo Sonho Lúcido, que descreve o fenômeno, foi criado na década de 1880 pelo psiquiatra alemão Frederik Willem van Eeden – mas só ganhou força quase um século depois, na década de 1960. Hoje em dia, há inúmeros sites e artigos explicando como controlar os próprios sonhos.

 

8 – Ninguém sabe por que damos risada

O riso é um fenômeno unicamente humano (não, hienas não riem porque acham graça de algo), que começa a partir dos 4 meses de idade. Também é algo “contagioso” e difícil de fingir. Ainda assim, até hoje ninguém descobriu exatamente por que certas situações provocam riso, nem por que nem todo mundo acha graça em uma mesma piada.

 

9 – Tamanho não importa muito

Seguindo o mesmo raciocínio do item 5, podemos dizer que um cérebro maior não garante, necessariamente, que a pessoa seja mais inteligente. O de Einstein, por exemplo, pesava 1,23 kg (a média para um adulto é de 1,4 kg).

 

10 – O QI mais alto do mundo de 210

O coreano Kim Ung-yong, nascido em 1962, possui o QI mais alto do mundo. Aos seis meses de idade, já começou a falar. Aos oito, conseguia entender álgebra. Começou a frequentar o curso de física na Universidade de Hanyang aos 4 anos e, quando se formou, foi convidado pela NASA para continuar seus estudos nos EUA.
De volta à Coreia do Sul, em 1978, trocou a física pela engenharia civil e obteve um título de doutorado na área.


[Vi no ODDE e no HYPESCIENCE]

29 de fevereiro de 2012

10 maneiras de prevenir e controlar a hipertensão

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Novos dados indicam que a doença atinge 23,3% dos brasileiros

No Dia Nacional da Hipertensão, o Ministério da Saúde divulgou novos números sobre a doença: quase um quarto da população brasileira é hipertensa (23,3%). Esse dado diminuiu em relação ao ano passado (24,4%), mais ainda representa um aumento se comparado aos últimos cinco anos, já que em 2006 a proporção era de 21,6%.

A pesquisa, feita com 54.339 adultos, faz parte da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) e revela que o diagnóstico de hipertensão é maior em mulheres - 25,5% - do que em homens - 20,7%. A prevalência da doença também aumenta com a idade, afetando mais de 50% das pessoas com 55 anos ou mais.

A hipertensão, conhecida como pressão alta, é uma doença crônica que não tem cura, mas pode ser controlada. "Normalmente, um paciente com pressão igual ou superior a 140/90mmHg é diagnosticado como hipertenso. Além disso, o paciente tem de permanecer com a pressão mais alta do que o normal", explica o cardiologista Enéas Rocco. Essa doença pode desencadear males que envolvem o sistema circulatório, desde um infarto até um derrame cerebral. Entretanto, há hábitos de vida que implicam em pequenas mudanças que estão totalmente ao alcance e podem blindar seu organismo. Confira 10 dicas para afastar essa doença silenciosa.


1. Um hábito prático e saudável: para afastar o perigo da hipertensão, aposte nas caminhadas. Uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da USP, comprovou que a caminhada reduz a pressão arterial na primeira hora e, o que é melhor ainda, essa queda se mantém nas 24 horas subsequentes. Atividades físicas regulares, principalmente as aeróbias, contribuem para a melhora de todo o sistema circulatório e pulmonar. Só tome cuidado com os exageros: antes de começar qualquer treino, procure um especialista e faça uma avaliação geral.

2. Reduza (não elimine) o sal: o excesso de sal na dieta leva à retenção de líquidos, acarretando a hipertensão. Por isso, maneire na hora de temperar a comida e diminua o consumo de enlatados e alimentos em conserva. Além disso, hoje existe uma boa substituição: o sal diet pode ser útil na dieta do hipertenso, substituindo parte do cloreto de sódio pelo cloreto de potássio – e nisso, ele é duplamente benéfico, por reduzir o sódio e por adicionar potássio, sendo esse último um elemento muito importante na prevenção e no tratamento da hipertensão arterial. Além dos cuidados em relação ao consumo de sal, quem já apresenta a hipertensão deve seguir uma dieta balanceada, privilegiando frutas e verduras, carne magra, laticínios desnatados, grãos e cereais

3. Perdendo medidas: pesquisadores do Instituto de Nutrição da UFRJ descobriram que um mal, muitas vezes esquecido, tem grande influência na hipertensão: o acúmulo de gordura na cintura. O indicador é sinal de alerta quando as medidas ultrapassam 102cm para os homens e 88cm nas mulheres, pois essa gordura abdominal duplica as chances de hipertensão, infarto e diabetes. Para reduzir os alimentos gordurosos na alimentação vale incluir frutas, verduras e legumes. Cortar a carne não é preciso, mas dê preferência aos cortes magros como filé mignon e músculo.

4. Beba com moderação: a redução da ingestão de álcool também auxilia o controle da pressão arterial, porém não é necessária a abstinência. Para não passar da conta, a recomendação é a seguinte: a ingestão de bebida alcoólica deve ser limitada a 30g álcool/dia contidas em 600 ml de cerveja (5% de álcool) ou 250 ml de vinho (12% de álcool) ou 60ml de destilados (whisky, vodka, aguardente com 50% de álcool). Este limite deve ser reduzido à metade para homens de baixo peso, mulheres e indivíduos com sobrepeso e/ou triglicérides elevados.

5. Apague o cigarro: o tabaco, em conjunto às outras substâncias tóxicas do cigarro, eleva a pressão imediatamente, além de comprometer toda a sua saúde a longo prazo. “Parar de fumar é fundamental”, alerta o professor de Cardiologia da Santa Casa de São Paulo, Ronaldo Rosa. Isso ocorre porque a nicotina do cigarro aumenta a pressão arterial – o que não significa que fumar cigarros com baixos teores de nicotina diminua consideravelmente o risco de doenças cardíacas.

6. Conte até dez: o estresse aparece como resposta do organismo às sobrecargas físicas e emocionais, desencadeando a hipertensão e doenças do coração. Uma das doenças relacionadas à estafa, ou seja, a doença mais conhecida como fadiga, que causa dores musculares e cansaço físico ocasionados principalmente pela combinação entre desgaste excessivo (sem respeitar um tempo de descanso e recuperação) e pela má alimentação. Nestes casos, o tratamento é uma mudança radical na rotina e na alimentação. As dicas dos especialistas são controlar s emoções e procurar incluir atividades relaxantes na sua rotina.

7. Vitamina D sempre: um estudo realizado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, revelou que 20% dos casos de hipertensão em mulheres estão associados ao descontrole dos níveis da pressão arterial em decorrência da falta de vitamina D no organismo. A vitamina D pode ser encontrada em alimentos como a manteiga, gema de ovo, fígado, entre outros, mas sua principal fonte de absorção é a luz solar. Com a falta da vitamina, o organismo feminino faz um esforço três vezes maior para manter seu equilíbrio circulatório e acaba sobrecarregando algumas funções como a irrigação das artérias, o que gera um aumento na pressão e desconfortos, como tontura e transpiração excessiva.

8. Monitore seu coração: avaliações regulares não só ajudam a identificar o problema no começo, facilitando o tratamento, como servem para adequar o uso de medicamentos de forma mais eficaz. No mínimo uma vez por ano, todas as pessoas devem medir a pressão arterial. A recomendação é da Sociedade Brasileira de Hipertensão, que alerta para esse simples exame como uma forma de prevenir problemas mais sérios. Quem já possui a doença deve ir medi-la a cada mês e ir ao médico a cada seis meses para verificar a medicação que está tomando.

9. Benefícios adicionais do sexo: um estudo realizado pela Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, sugere que fazer sexo com certa frequência diminui os riscos de infarto fatal. A pesquisa contou com a colaboração de três mil homens de 45 a 59 anos de idade. De acordo com os cientistas, os homens que afirmaram ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual ficaram mais expostos ao risco de morte súbita. Eles descobriram que mesmo que a pressão arterial suba durante as atividades sexuais, a pressão subsequente é reduzida, mantendo uma relação de saúde para o organismo, afastando o risco de infartos.

10. Tire as crianças da frente de TV: crianças que passam muito tempo em frente à televisão têm mais chances de apresentar elevação da pressão arterial independentemente do seu nível de gordura corporal ou peso, de acordo com um estudo publicado na revista científica Archives of Pediatric and Adolescent Medicine. A pesquisa analisou a relação entre a pressão arterial das crianças e sua escolha de passatempos passivos, como assistir à TV, usar o computador e ler. De acordo com os pesquisadores, ver TV é mais nocivo do que jogar vídeo-game, por exemplo, porque a ação de jogar demanda o mínimo de movimentos da criança. Enquanto a TV, além de estimular o comportamento passivo, normalmente vem associada ao consumo de guloseimas, como salgadinhos e biscoitos, cheios de sal e gordura, que também contribuem para o aumento da pressão.

[Publicado em 26/4/2010 por Minha Vida]

4 de janeiro de 2012

Adulto também tem de tomar vacina

3 opiniões
Não é o fim da picada
Adulto também tem de tomar vacina 



A vacinação em adultos, cada vez mais comum nos países desenvolvidos, ainda não se tornou hábito no Brasil. Mas gente grande também tem de se imunizar, não só para corrigir falhas na vacinação na infância como para prevenir males que são ainda mais graves quando contraídos na idade adulta. A Sociedade Brasileira de Imunizações acaba de elaborar um calendário para os grandinhos. Confira:

Vacina
Dose necessária
Idade
Gratuidade nos postos de saúde
BCG (tuberculose)
Uma, de reforço
Após 10 anos de idade
Sim
Febre Amarela
A cada 10 anos
Qualquer idade
Sim
Hepatites A e B
3 doses, com intervalos de 1 a 6 meses
Qualquer idade
Não
Influenza (gripe)
Anual
A partir de 6 meses de vida
Para maiores de 60 anos
Meningocócicas
Uma
Qualquer idade
Não
Pneumocócicas
Uma
Depois dos 60 anos ou doentes crônicos
Sim
Tríplice (coqueluche, difiteria e tétano)
Reforço a cada 10 anos
A partir dos 14 anos
Não. Sim para a dupla
Triviral (sarampo, rubéola, caxumba)
Única, de reforço
Após 10 anos de idade
Não
Varicela (catapora)
2 doses, com intervalo de 2 meses
Qualquer idade
Não

[Vi na Revista VEJA de 21 de maio de 2003]
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